<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390</id><updated>2011-11-27T22:45:54.260-02:00</updated><category term='SOB O PONTO DE VISTA DOS TRABALHADORES'/><title type='text'>LUTA INTERNACIONAL</title><subtitle type='html'>Notícias sobre a ação dos trabalhadores em todo o mundo</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>60</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-4223822557786920442</id><published>2011-11-17T17:21:00.006-02:00</published><updated>2011-11-17T19:20:14.981-02:00</updated><title type='text'>EUA: Sindicatos e movimento Occupy começam a unir forças</title><content type='html'>&amp;nbsp; &lt;br /&gt;Por Steven Greenhouse&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após uma atitude inicial de cautela em relação ao movimento Occupy Wall Street (OWS), os sindicatos estadunidenses passaram nas últimas semanas a irrigar os manifestantes com ajuda – barracas, colchões de ar, aquecedores a gás e toneladas de alimentos. Os manifestantes, por sua vez, participam de passeatas e piquetes sindicais em todo o país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="wlWriterEditableSmartContent" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:dadc1a24-3429-408e-b10a-99f1e0507b33" style="display: inline; float: right; margin: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div id="f350be78-f185-4d99-aa5c-efc957518e24" style="display: inline; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=nYqp94loppg&amp;amp;feature=related" target="_new"&gt;&lt;img alt="" galleryimg="no" onload="var downlevelDiv = document.getElementById('f350be78-f185-4d99-aa5c-efc957518e24'); downlevelDiv.innerHTML = &amp;quot;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;object width=\&amp;quot;438\&amp;quot; height=\&amp;quot;326\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;param name=\&amp;quot;movie\&amp;quot; value=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/nYqp94loppg?hl=en&amp;amp;hd=1\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/param&amp;gt;&amp;lt;embed src=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/nYqp94loppg?hl=en&amp;amp;hd=1\&amp;quot; type=\&amp;quot;application/x-shockwave-flash\&amp;quot; width=\&amp;quot;438\&amp;quot; height=\&amp;quot;326\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/embed&amp;gt;&amp;lt;\/object&amp;gt;&amp;lt;\/div&amp;gt;&amp;quot;;" src="http://lh5.ggpht.com/-Ss9SaAEMkAU/TsVeupshXLI/AAAAAAAADQA/pxiF1sn5hN8/video8c80049cd828%25255B22%25255D.jpg?imgmax=800" style="border-style: none;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="clear: both; font-size: .8em; width: 438px;"&gt;Militantes do OWS e sindicalistas em protesto contra a Sotheby’s&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;No dia 9 de novembro, militantes do Occupy foram detidos durante uma ação em conjunto com o Sindicato Internacional dos Transportadores (ITU) diante da Sotheby’s, em Manhattan, protestando contra uma medida antissindical adotada pela casa de leilões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As entidades sindicais, impressionadas pela forma com que os manifestantes do OWS conseguiram inflamar a opinião pública sobre temas que há muito tempo constam da agenda trabalhista, como a desigualdade de renda, também estão começando a adotar algumas das ousadas táticas e a capacidade de mobilização através das redes sociais desenvolvidas pelo movimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dois ativistas sindicais do ITU foram presos por “desobediência civil” no dia 2 de novembro, após conseguirem entrar na Sotheby’s, ludibriando os seguranças, para se manifestar diante dos participantes de um leilão. Uma ação semelhante fora feita por militantes do OWS, que há poucas semanas invadiram dois sofisticados restaurantes de Danny Meyer, membro do conselho da Sotheby’s, realizando um barulhento protesto em plena hora do almoço. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As assessorias de relações públicas das organizações trabalhistas também passaram a usar o Twitter, Tumblr e outras redes sociais de forma muito mais agressiva, após verem como os manifestantes do Occupy mobilizavam apoio através da transmissão em tempo real de fotos e vídeos das manifestações, da repressão policial e prisões. O Sindicato dos Transportadores está atualizando diariamente seu blog, além de publicar no Facebook e Twitter um número maior de fotos de suas lutas contra a BMW, U. S. Foods e Sotheby’s. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O movimento Occupy mudou os sindicatos", comentou Stuart Appelbaum, presidente do Sindicato dos Comerciários em Lojas de Departamentos, Atacadistas e Varejistas. “Estamos vendo um maior número de sindicatos atuando mais agressivamente na divulgação de suas mensagens e atividades. Vemos mais sindicatos nas ruas, buscando a mesma energia do Occupy Wall Street”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após permanecerem muito tempo aferrados a táticas como piquetes, muitos dirigentes sindicais, inspirados pelos protestos do OWS, começaram s falar sobre outros meios de mobilizar as bases, tentando flexionar seus músculos através de grandes e ruidosas passeatas, incluindo manifestações a nível nacional.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As organizações de trabalhadores também procuram aproveitar a simplicidade da mensagem do movimento Occupy, criticando a opulência financeira dos 1% mais ricos do país, em comparação às dificuldades enfrentadas pela ampla maioria dos 99% restantes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um recente memorando da maior confederação trabalhista estadunidense, a AFL-CIO, recomendou aos sindicatos que usassem mais amplamente a mensagem sobre a desigualdade em suas comunicações com filiados, empregadores e eleitores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa linha de ação já está sendo usada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Comunicação (CWU) em sua batalha pela renovação do contrato de trabalho com o gigante das telecomunicações Verizon. Nas manifestações e piquetes, muitos cartazes denunciam que a companhia e seus executivos regiamente pagos estão entre os 1%, enquanto os trabalhadores – dos quais a empresa exige grandes concessões – fazem parte dos 99%.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Acreditamos que o movimento Occupy verbalizou algo muito básico sobre o que está acontecendo em nosso país neste exato momento", afirmou Damon Silvers, diretor de política sindical da AFL-CIO. "Consideramos realmente importante e positivo o fato de que eles tenham desenvolvido certos conceitos e a linguagem para fazer isso.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde outubro, os sindicatos têm proporcionado amplo apoio aos manifestantes do OWS em todo o país, desde abrigos de chuva a doações financeiras. O Sindicato Nacional de Enfermagem instalou equipes de primeiros-socorros em muitos acampamentos; os ativistas que ocupam a praça McPherson, em Washington, podem tomar banho e usar as instalações sanitárias da sede da AFL-CIO, situada a dois quarteirões da Casa Branca. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os sindicatos também estão intercedendo em favor do movimento Occupy perante políticos locais. Em Los Angeles, os dirigentes sindicais mantém o prefeito Antonio Villaraigosa sob forte pressão para não expulsar os manifestantes. Quando as autoridades de Nova York tentaram remover os ocupantes do parque Zuccotti, em outubro, centenas de sindicalistas se concentraram no local antes do amanhecer, para desencorajar o despejo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ativistas do OWS, por sua vez, uniram-se aos militantes sindicais em piquetes diante do hotel Bel-Air em Los Angeles e dos escritórios da Verizon em Washington, Buffalo e Boston. (Um porta-voz da empresa declarou que os manifestantes do Occupy “não têm o benefício de quaisquer informações sobre os problemas da Verizon exceto o que foi dito pelo sindicato, que é obviamente unilateral e muito provavelmente impreciso"). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Nova York, membros do movimento juntaram-se ao Sindicato dos Transportadores em suas ações contra a Sotheby’s. A casa de leilões está impedindo o trabalho de 43 funcionários especializados no transporte de obras de arte desde 29 de julho, depois que o sindicato rejeitou suas exigências de grandes concessões no contrato coletivo.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além dos protestos nos restaurantes de Danny Meyer, os manifestantes do OWS participaram de um piquete diante do Museu de Arte Moderna de Nova York. A porta-voz da Sotheby’s Diana Phillips comunicou que a empresa ofereceu um contrato justo e "não está disposta a aceitar exigências que praticamente duplicarão os custos”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arthur Brown, trabalhador de saúde mental e um dos fundadores do Occupy Buffalo, com cerca de 50 pessoas acampadas, declarou que o movimento precisa muito do apoio dos trabalhadores para alcançar o objetivo de mudar a política e os políticos do país.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Os jovens começaram este movimento, mas não podem concluí-lo", observou Brown. "Eles não têm a capacidade ou a experiência para terminá-lo. Nós realmente precisamos do pessoal da classe operária e dos sindicatos, dos mais velhos, dos ativistas dos anos 60, 70 e 80, para ajudar a tornar este um movimento de grande amplitude, o que modificará o cenário político dos Estados Unidos”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns ativistas do OWS se preocupam com a possibilidade de que o movimento trabalhista tente cooptá-los. Jake Lowry, um universitário de 21 anos, comentou: “estamos contentes em ter os sindicatos nos respaldando, mas não podemos apoiá-los formalmente. Somos um grupo autônomo, e é importante mantermos nossa autonomia”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já George Gresham, presidente da unidade 1199 do SEIU, sindicato que representa mais de 300 mil trabalhadores da saúde do nordeste dos Estados Unidos, afirmou que sua entidade quer ajudar o movimento Occupy a ampliar sua voz. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Este é um sonho que se torna realidade para nós, termos esses jovens falando sobre o que está acontecendo com os trabalhadores”, ressaltou Gresham. Seu sindicato forneceu 500 vacinas contra gripe e refeições para uma semana aos manifestantes do OWS. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maria Elena Durazo, secretária executiva e tesoureira da Federação Trabalhista do Condado de Los Angeles, comentou que ainda resta a ser visto se os sindicatos e manifestantes poderão, trabalhando em conjunto, conquistar mudanças concretas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Os trabalhadores estão com o Occupy nas questões mais amplas; estão com eles na questão da desigualdade”, declarou. "O ponto é: poderá o movimento trabalhista ou o movimento Occupy levar essa mensagem à base, ao local de trabalho, onde os trabalhadores enfrentam baixos salários, escassos benefícios e pouco poder? Podemos usar isto para organizar os trabalhadores onde realmente importa, no local de trabalho, para ajudá-los no dia a dia, na vida cotidiana?" &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tradução: Dilair Aguiar &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: The New York Times (&lt;a href="http://www.nytimes.com/2011/11/09/business/occupy-movement-inspires-unions-to-embrace-bold-tactics.html?_r=1&amp;amp;pagewanted=all"&gt;http://www.nytimes.com/2011/11/09/business/occupy-movement-inspires-unions-to-embrace-bold-tactics.html?_r=1&amp;amp;pagewanted=all&lt;/a&gt;)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-4223822557786920442?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/4223822557786920442/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=4223822557786920442' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/4223822557786920442'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/4223822557786920442'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2011/11/por-steven-greenhouse-apos-uma-atitude.html' title='EUA: Sindicatos e movimento Occupy começam a unir forças'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/-Ss9SaAEMkAU/TsVeupshXLI/AAAAAAAADQA/pxiF1sn5hN8/s72-c/video8c80049cd828%25255B22%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-939564881429951106</id><published>2011-09-23T18:31:00.013-03:00</published><updated>2011-09-23T20:53:58.042-03:00</updated><title type='text'>EUA: Hershey's explora participantes de intercâmbio cultural</title><content type='html'>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=8-h8EBP0JSs&amp;amp;feature=player_embedded" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;" target="_new"&gt;&lt;img alt="" galleryimg="no" height="223" onload="var downlevelDiv = document.getElementById('147c96f4-9e85-44be-9f12-32f95a6a7442'); downlevelDiv.innerHTML = &amp;quot;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;object width=\&amp;quot;401\&amp;quot; height=\&amp;quot;224\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;param name=\&amp;quot;movie\&amp;quot; value=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/8-h8EBP0JSs?hl=en&amp;amp;hd=1\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/param&amp;gt;&amp;lt;embed src=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/8-h8EBP0JSs?hl=en&amp;amp;hd=1\&amp;quot; type=\&amp;quot;application/x-shockwave-flash\&amp;quot; width=\&amp;quot;401\&amp;quot; height=\&amp;quot;224\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/embed&amp;gt;&amp;lt;\/object&amp;gt;&amp;lt;\/div&amp;gt;&amp;quot;;" src="http://lh3.ggpht.com/-wlpK7gieRcU/Tnz6oH5qeEI/AAAAAAAADPw/q5ZU8DOj26E/video999d2b80bf6d%25255B22%25255D.jpg?imgmax=800" style="border-style: none;" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;div class="wlWriterEditableSmartContent" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:2e3e4c36-39c3-44a8-bc03-0a96dd8d179c" style="display: inline; float: left; margin: 0px; padding: 0px; text-align: left;"&gt;&lt;div style="clear: both; font-size: 0.8em; width: 401px;"&gt;Para a Hershey’s, intercâmbio dito "cultural" é fonte de mão de obra barata&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Por Stephanie Luce&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cerca de 300 estudantes estrangeiros entraram em greve a 17 de agosto em uma unidade do fabricante de chocolates Hershey’s, na cidade de mesmo nome da Pensilvânia onde a empresa foi fundada, em 1876.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os jovens, a maioria com entre 18 e 19 anos de idade, pagaram de US$ 3 mil a US$ 6 mil para viajar aos Estados Unidos como participantes de um programa de intercâmbio cultural, recebendo os chamados vistos J-1 (autorizações especiais de entrada nos EUA).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, ao invés de terem aulas de inglês ou de conhecerem o país, a empresa subcontratada pela Hershey’s para administrar a fábrica os obrigou a ficar isolados em uma área remota, trabalhando no turno da noite em condições muitas vezes perigosas, além de sofrerem descontos exorbitantes em seus já minguados contracheques.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dois dias após a greve, visitei Hershey a convite da Aliança Nacional de Trabalhadores Visitantes (AGN), como parte de uma delegação formada por especialistas em direitos trabalhistas e humanos. Entrevistamos estudantes, visitamos um dos apartamentos onde estão alojados e conversamos com sindicalistas locais, além de membros da AGN.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos últimos dez anos, estive em vários países e me deparei com trabalhadores vivendo com baixos salários e condições de trabalho degradantes. Mas ainda estou chocada com o que vi em Hershey. Cada estudante que entrevistamos levantava um aspecto diferente da situação a que foram submetidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para uma jovem chinesa, a maior injustiça foi ter sido obrigada a compartilhar um diminuto apartamento de um quarto com outras quatro pessoas: mais duas chinesas e um rapaz e uma moça da Polônia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os estudantes foram alojados sem que fosse levado em conta o sexo, idioma ou mesmo turno de trabalho: assim, alguns que trabalhavam de madrugada tinham de dormir na sala, enquanto outros preparavam o jantar na cozinha, ao lado de suas camas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para mim, o mais revoltante é que cada um deles tinha de pagar US$ 400 por mês para viver nessas condições, proporcionando à companhia $ 2.000 descontados diretamente de seus contracheques. O aluguel de um apartamento de dimensões semelhantes na região fica em torno de US$ 600 mensais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros estudantes denunciaram as péssimas condições de trabalho. Eles foram obrigados a trabalhar cada vez mais e mais rápido, carregando caixas de chocolates com mais de 20 quilos e empilhando engradados em alturas superiores às suas cabeças – numa média de 60 a 70 por dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trabalho era muitas vezes perigoso. Uma estudante disse ter desmaiado, devido ao esforço; outra relatou que tinha de se esquivar de empilhadeiras enquanto colocava as caixas de chocolates em embalagens de plástico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns deles tentaram falar com a gerência da fábrica e com a agência responsável pelo programa (Council on Educational Travel/EUA) sobre a possibilidade de se mudarem para locais mais baratos ou conseguirem melhores empregos, mas foram repreendidos e até mesmo ameaçados de deportação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Intercâmbio cultural: forma de obter mão de obra barata&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;O programa de Viagens para Trabalho de Verão foi criado durante a Guerra Fria como meio de promover o modo de vida estadunidense entre estudantes estrangeiros. Atualmente, envolve cerca de 130 mil alunos de 2º grau ou superior, destinando-os a ocupações mal remuneradas, além de mais 200 mil com vistos J-1 concedidos para estágios ou treinamento profissional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário de outros programas de trabalhadores-convidados, as empresas que recorrem aos J-1 não precisam anunciar previamente as vagas – que só podem ser ocupadas por estrangeiros se nenhum estadunidense se candidatar a elas. Além disso, não há limite para o número de vistos J-1 emitidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando os estudantes começaram a se organizar, lhes disseram para não entrar em contato com a NGA, e alguns foram alertados que as greves são ilegais nos Estados Unidos. Outros ouviram a ameaça de que, se protestassem, jamais seriam autorizados a entrar novamente no país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A empresa subcontratada informou que não mais usará os J-1 para preencher postos de trabalho, e a Hershey’s ofereceu aos estudantes uma semana de férias remuneradas, para que pudessem viajar. Mas eles afirmam que essas concessões não são suficientes, reivindicando que as vagas sejam ocupadas por trabalhadores locais, com salários dignos, e que o fabricante de chocolates concorde em pôr fim à exploração dos estudantes-trabalhadores. A empresa não respondeu a essas exigências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Algumas das tarefas destinadas aos estudantes eram antes desempenhadas por trabalhadores sindicalizados”, disse Diane Carroll, secretária-tesoureira do Sindicato dos Trabalhadores de Confeitaria (BCTGM). “Mas a Hershey’s passou a recorrer a subcontratadas para dirigir a fábrica, evitando os sindicatos e mantendo uma inesgotável suprimento de estudantes-trabalhadores”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os departamentos de Estado e do Trabalho, assim como a Administração de Saúde e Segurança Ocupacional (OSHA), iniciaram uma investigação sobre o caso. Alguns estudantes retornaram à fábrica, mas insistem em manter um ritmo de trabalho adequado e estão prontos para registrar e denunciar qualquer nova violação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um grupo de 30 estudantes, a convite da NGA, viajará pelos Estados Unidos para falar sobre o que ocorreu na Hershey’s e participar de atos em diversas entidades sindicais e organizações como a Estudantes Unidos contra a Exploração (USAS) e Empregos com Justiça, entre outras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Stephanie Luce é professora do Instituto Murphy da Universidade Municipal de Nova York&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt; &lt;br /&gt;Tradução: Dilair Aguiar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Labour Notes (&lt;a href="http://labornotes.org/print/2011/09/hershey-still-silent-after-student-guestworkers-strike"&gt;http://labornotes.org/print/2011/09/hershey-still-silent-after-student-guestworkers-strike&lt;/a&gt;)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-939564881429951106?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/939564881429951106/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=939564881429951106' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/939564881429951106'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/939564881429951106'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2011/09/eua-hershey-explora-participantes-de_23.html' title='EUA: Hershey&amp;#39;s explora participantes de intercâmbio cultural'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/-wlpK7gieRcU/Tnz6oH5qeEI/AAAAAAAADPw/q5ZU8DOj26E/s72-c/video999d2b80bf6d%25255B22%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-4172646471011722030</id><published>2011-09-23T13:37:00.008-03:00</published><updated>2011-09-23T14:42:51.240-03:00</updated><title type='text'>México: Continua luta por sindicato independente na Honda</title><content type='html'>No início de setembro, os operários da Honda no México conseguiram o reconhecimento jurídico para o registro do Sindicato dos Trabalhadores Unidos da Honda do México (STUHM) como seu representante legítimo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A empresa se opõe à organização e prefere o sindicato “de proteção” (entidades de fachada, que defendem os interesses patronais) que há 26 anos impede atividades sindicais independentes nas instalações da Honda em Jalisco, na região central do México.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os trabalhadores da Honda, dos quais cerca de 400 estão filiados ao STUHM, denunciam agora a contínua repressão e intimidação por parte da companhia contra o sindicato e os operários que querem se sindicalizar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O STUHM se empenha em obter o reconhecimento oficial desde sua criação, em 2009. As más condições de trabalho, o assédio, os baixos salários e a falta de um verdadeiro sindicato para defender os 1.200 operários são as principais causas dessa luta, que já levou à demissão de vários jovens dirigentes sindicais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A 28 de janeiro, a Magistratura Distrital do Trabalho determinou que o secretário do Trabalho concedesse o registro do STUHM. A Honda recorreu, mas a decisão foi confirmada pelo tribunal a 18 de agosto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O secretário-geral do sindicato, José Luis Solorio Alcalá, recordou que o registro do sindicato vinha sendo sistematicamente negado, através de subterfúgios jurídicos e práticas ilegais e corruptas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O STUHM considerou a decisão do tribunal “uma vitória histórica para a classe trabalhadora de Jalisco”, pois se trata da primeira vez que um sindicato independente é reconhecido nesse estado mexicano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da determinação judicial para o registro do sindicato, a 6 de setembro a Honda demitiu mais dois operários, José Lamas e Héver Gallardo, por declararem abertamente que eram filiados ao STUHM. Ambos trabalhavam há mais de cinco anos na fábrica, e exerciam seu legítimo direito de sindicalizar-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros trabalhadores denunciaram que a gerência persegue e tenta intimidar os operários, oferecendo-lhes subornos e benefícios financeiros caso concordem em deixar o sindicato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O STUHM continua organizando e defendendo os direitos dos trabalhadores, e reivindica um reajuste salarial de 30%. A Honda paga os salários mais baixos do setor, em média mil pesos semanais (cerca de R$ 137), aos trabalhadores qualificados, “os salários mais miseráveis da indústria automobilística”, como afirmou um sindicalista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Queremos apenas acabar com a miséria em que vive a maioria dos trabalhadores”, ressaltou o STUHM em um comunicado oficial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Sindicatos “de proteção” geram pobreza&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O advogado do STUHM, Jaime Hernández, assinalou que em Jalisco quase um milhão de pessoas trabalham em cerca de 80 mil companhias, mas estas “são controladas por mais de 1.500 sindicatos corporativos e de corte antidemocrático, que oferecem proteção aos empregadores, como é o caso da Honda do México”.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;“Se no México não existisse esse tipo de sindicalismo e a liberdade sindical fosse respeitada, teríamos as bases de uma sociedade democrática e de um Estado de Direito pleno”, agregou o advogado, indicando que os contratos de proteção “geram pobreza extrema e concentração de renda”.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Os comentários de Hernández, feitos durante uma entrevista à empresa realizada pelo STUHM, foram apoiados por Pete de May, dirigente do Sindicato dos Trabalhadores Unidos da Indústria Automotriz. Dirigindo-se aos trabalhadores ainda submetidos a sindicatos “de proteção”, May afirmou que “há maneiras de sair disso, e nos comprometemos a dar apoio a essa luta”.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;“Por muito tempo, sindicatos pelegos como o CTM de Jalisco formaram parte de uma máfia, junto com a Secretaria do Trabalho e Previdência Social e as empresas estrangeiras, para negar à classe trabalhadora mexicana uma compensação justa por seu trabalho”.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;May acrescentou que a remuneração dos operários mexicanos “está muito abaixo em comparação aos salários na América do Norte e Brasil”, ressaltando que “para alcançá-los, seriam necessários aumentos em torno de 700%”.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tradução: Dilair Aguiar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.imfmetal.org/index.cfm?c=27614&amp;amp;ol=28"&gt;http://www.imfmetal.org/index.cfm?c=27614&amp;amp;ol=28&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-4172646471011722030?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/4172646471011722030/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=4172646471011722030' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/4172646471011722030'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/4172646471011722030'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2011/09/mexico-continua-luta-por-sindicato.html' title='México: Continua luta por sindicato independente na Honda'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-2250197907901098481</id><published>2011-09-22T18:33:00.007-03:00</published><updated>2011-09-22T19:10:33.857-03:00</updated><title type='text'>Egito: Professores realizam primeira greve nacional desde 1951</title><content type='html'>&lt;div class="wlWriterEditableSmartContent" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:ee10fe72-45d7-4771-b6fe-6df11c9136a6" style="display: inline; float: right; margin: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div id="8d0bad82-a952-4d25-9628-a7417d29a1be" style="display: inline; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=9EU38DZM-mo" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;" target="_new"&gt;&lt;img alt="" galleryimg="no" onload="var downlevelDiv = document.getElementById('8d0bad82-a952-4d25-9628-a7417d29a1be'); downlevelDiv.innerHTML = &amp;quot;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;object width=\&amp;quot;445\&amp;quot; height=\&amp;quot;333\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;param name=\&amp;quot;movie\&amp;quot; value=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/9EU38DZM-mo?hl=en&amp;amp;hd=1\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/param&amp;gt;&amp;lt;embed src=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/9EU38DZM-mo?hl=en&amp;amp;hd=1\&amp;quot; type=\&amp;quot;application/x-shockwave-flash\&amp;quot; width=\&amp;quot;445\&amp;quot; height=\&amp;quot;333\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/embed&amp;gt;&amp;lt;\/object&amp;gt;&amp;lt;\/div&amp;gt;&amp;quot;;" src="http://lh5.ggpht.com/-_CTq2nN1PiU/Tnupu0_iOaI/AAAAAAAADPc/tfWGLMEenw0/videoba6f9f709046%25255B18%25255D.jpg?imgmax=800" style="border-style: none;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="clear: both; font-size: .8em; width: 445px;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Docentes querem piso salarial e melhores condições de ensino&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;Professores das escolas públicas de todo o Egito iniciaram uma greve geral dia 17 de setembro – quando começa o ano letivo no país – reivindicando, entre outros pontos, melhores salários, um plano de reforma do ensino, mais verbas para a Educação e o expurgo de funcionários envolvidos em corrupção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se da primeira paralisação dos docentes egípcios em escala nacional desde 1951, quando o país ainda estava submetido ao regime colonial britânico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A greve é total nas províncias de Porto Said, Kafr El-Sheikh, Suez, Cairo do Sul, Sinai do Sul e Qina, e parcial no Cairo Central, Qaliubiya, Luxor, Beni Suef, Tanta, Gizé e Assuã”, informou Shaimaa Said, coordenador do comando de greve do Sindicato Independente dos Professores (ITS).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o Centro Egípcio para Direitos Econômicos e Sociais (ECESR), mais de 60% dos professores cruzaram os braços; já para o Ministério da Educação, não mais que 2,6% das escolas estão em greve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Quando os professores viram que nossas reivindicações não receberam atenção nos últimos meses e se iniciaria o ano letivo, decidiram aderir. Se isso continuar, mais adesões devem ocorrer durante a semana”, declarou Ashraf Hefny, coordenador do ITS na província de Sinai do Norte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sindicato advertiu que a greve continuará por tempo indeterminado, até que o governo dê uma resposta satisfatória às suas demandas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as reivindicações se inclui a exoneração de funcionários corruptos do Ministério da Educação e da rede de ensino em geral. O ITS quer especificamente o afastamento do atual ministro da Educação, Ahmed Gamal al-Din Moussa, que, embora tenha assumido o cargo após a queda de Osni Mubarak, em fevereiro passado, “não tomou iniciativa alguma para levar o ensino a uma nova era”, afirmou Hefny.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sindicato também exige um aumento na dotação orçamentária nacional para a Educação a 20%, contra os atuais 8%, assinalando que as verbas para o ensino têm diminuído nos últimos 20 anos. Em 1998, os recursos correspondiam a 10,8% do orçamento egípcio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, o ITS está empenhado em combater o que considera corrupção institucionalizada, incluindo o desvio de verbas da Educação para a "segurança política". "Precisa acabar o desvio de parte do orçamento do ministério para financiar a força policial”, disse o coordenador sindical, ressaltando que essa prática foi mantida mesmo depois da saída de Mubarak.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sindicato denuncia ainda numerosas ações corruptas envolvendo o Ministério da Educação, desde a falsificação de despesas em departamentos ministeriais à alocação de verbas em áreas desnecessárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Representantes do Ministério da Educação negam irregularidades. "Se as alegações do ITS são verídicas, então devem ser apresentadas ao Ministério Público", afirmou o chefe do setor de Ensino Público do ministério, Reda Mosaad, à emissora de TV Mehwar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em termos salariais, a reivindicação mais imediata dos professores é o reajuste do piso da categoria para 3 mil libras egípcias (cerca de R$ 918), junto ao pagamento de prometidas bonificações a todos os trabalhadores do setor público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Trabalho como professor há 28 anos, e ganho menos de mil libras por mês. O Ministério da Educação está abarrotado de consultores com salários altíssimos, enquanto os professores recebem quase nada. Não é justo que algumas pessoas ganhem 100 mil libras, enquanto os professores têm um salário tão pequeno”, disse um grevista na cidade de Fayyum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ministro da Educação indicou porém que o aumento dificilmente será conseguido. Numa entrevista ao jornal &lt;i&gt;Rose al-Yousef&lt;/i&gt; na semana anterior à greve, Moussa disse que “não sou o Super-Homem para pedir um piso de 3 mil libras para os professores”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Integrantes do ITS e de outras entidades de professores queixam-se de que os órgãos do governo estão tratando suas reivindicações como uma questão puramente financeira. "O ministro nos disse que nossas demandas têm de passar pelo Ministério das Finanças", comentou Ayman al-Beialyato, um dos porta-vozes do sindicato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os sindicalistas também deixaram claro que qualquer conquista financeira dos professores deve estar aliada a melhorias gerais nas condições e práticas de trabalho. Além dos baixos salários dos docentes, o ensino no Egito tem sido gravemente afetado pela precariedade das escolas públicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Como os professores podem realizar seu trabalho com classes cujo tamanho varia entre 60 e 100 alunos, e ainda ter de conseguir alguma outra fonte de renda, como dar aulas particulares, apenas para pagar as contas no final do mês?”, ressaltou Iman Hafez, líder da Comissão de Professores de Gizé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Estes protestos estão muito relacionados a como restaurar a dignidade de vida dos docentes, permitindo-lhes ser melhores professores", acrescentou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fontes do comando de greve denunciaram que muitos professores estão sendo pressionados a retornar às aulas, recebendo ameaças de serem submetidos a inquéritos administrativos – o que poderia levar a demissões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente do ITS, Hassan Ahmed Ali, relatou ao jornal &lt;i&gt;Al-Masry Al-Youm&lt;/i&gt; que funcionários do ministério estão percorrendo as escolas paralisadas, tentando dissuadir os professores de prosseguir o movimento e instruindo os diretores a punir os grevistas com sanções arbitrárias. “Também foram enviados agentes de segurança para tentar intimidar os professores”, advertiu Ali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tradução: Dilair Aguiar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.almasryalyoum.com/en/node/497448"&gt;http://www.almasryalyoum.com/en/node/497448&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-2250197907901098481?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/2250197907901098481/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=2250197907901098481' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/2250197907901098481'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/2250197907901098481'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2011/09/egito-professores-realizam-primeira.html' title='Egito: Professores realizam primeira greve nacional desde 1951'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/-_CTq2nN1PiU/Tnupu0_iOaI/AAAAAAAADPc/tfWGLMEenw0/s72-c/videoba6f9f709046%25255B18%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-6321472501414218779</id><published>2011-02-25T13:02:00.003-03:00</published><updated>2011-02-25T13:07:32.913-03:00</updated><title type='text'>Finlândia: Movimento sindical rejeita intervenção da UE em negociações coletivas nacionais</title><content type='html'>O plano da União Europeia de assumir o controle sobre negociações coletivas realizadas em seus estados-membros enfrentará a firme oposição do movimento sindical finlandês. Esta foi a advertência feita pelo presidente da Confederação Finlandesa de Profissionais (STTK) e membro da diretoria da Confederação Sindical Europeia (ETUC), Mikko Mäenpää, numa entrevista concedida dia 21 de fevereiro a uma rádio de Helsinki.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dirigente sindical conclamou os políticos finlandeses a lutar para que a UE não intervenha em questões trabalhistas nacionais. “A interferência nos níveis de negociação e salários será um passo na direção errada, e enfrentará a oposição de todo o movimento sindical”, alertou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira ação concreta nesse sentido ocorreu no pacote de resgate para a Irlanda, no qual foi incluída uma cláusula determinando corte no salário mínimo, somando-se à iniciativa da chanceler alemã Angela Merkel e do presidente francês Nicolas Sarkozy para “harmonizar” as políticas tributária e de pensão europeias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não nos opomos ao desenvolvimento da vida dos trabalhadores da Europa em uma direção mais unificada, mas isso deve ocorrer através de procedimentos regulares, baseados em diretrizes”, frisou Mäenpää.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referindo-se à reunião dos ministros das Finanças da UE programada para meados de março, o diretor da ETUC disse esperar que o ministro finlandês Jyrki Katainen “não apoie iniciativas que permitam à Comissão Europeia decidir sobre políticas de negociação coletiva e pensões”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Tradução: Dilair Aguiar&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: Trade Union News&lt;span style="font-size: x-small;"&gt; (&lt;a href="http://www.artto.kaapeli.fi/unions/T2011/o06" title="http://www.artto.kaapeli.fi/unions/T2011/o06"&gt;http://www.artto.kaapeli.fi/unions/T2011/o06&lt;/a&gt;)&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-6321472501414218779?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/6321472501414218779/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=6321472501414218779' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/6321472501414218779'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/6321472501414218779'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2011/02/finlandia-sindicatos-rejeitam.html' title='Finlândia: Movimento sindical rejeita intervenção da UE em negociações coletivas nacionais'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-710518939592799617</id><published>2011-02-19T13:18:00.010-02:00</published><updated>2011-02-20T23:42:32.596-03:00</updated><title type='text'>Egito: Operários da maior fábrica do país conquistam aumento salarial e demissão de gerente corrupto</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;Cerca de 15 mil operários da Misr Spinning and Weaving, a maior fábrica do Egito, encerraram domingo (20) uma greve, após terem suas reivindicações atendidas. Os trabalhadores estavam concentrados desde quarta-feira (16) diante do prédio da administração da fábrica estatal de fiação e tecelagem, situada na cidade de al-Mahalla al-Kubra, no Delta do Nilo, desafiando advertências da junta militar de que as paralisações não seriam mais toleradas.&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;“Nós terminamos a greve, a fábrica está funcionando. Nossas reivindicações foram atendidas", informou Faisal Naousha, um dos líderes da paralisação, declarando que os operários conquistaram um aumento de 25% nos salários e a demissão de um gerente envolvido em corrupção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_e-0uHSw4OjQ/TV_fYBBwXlI/AAAAAAAADOg/mhKGuQqMhKA/s1600-h/photo_1298113189044-1-0%5B3%5D.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img alt="tanque diante da Misr" border="0" height="396" src="http://lh3.ggpht.com/_e-0uHSw4OjQ/TV_fYgudNoI/AAAAAAAADOk/id4Ppzxo4tQ/photo_1298113189044-1-0_thumb%5B1%5D.jpg?imgmax=800" style="background-image: none; border: 0px none; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;" title="tanque diante da Misr" width="592" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr align="left"&gt;&lt;td class="tr-caption"&gt;Tanque controla entrada da fábrica Misr, ocupada por milhares de operários&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;A paralisação chegou ao fim dois dias após o Conselho Supremo das Forças Armadas, que assumiu o poder no país com a renúncia do presidente Hosni Mubarak, no dia 11, ter advertido na sexta-feira (18) que as greves estavam prejudicando a segurança nacional e não seriam mais toleradas, elevando o tom de dois comunicados anteriores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns grupos “organizam protestos que impedem a produção e geram condições econômicas críticas, que podem levar a um agravamento da economia do país”, alertou a nova nota da junta militar. “A continuação da instabilidade e suas consequências acarretarão prejuízos à segurança nacional”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cerca de 24 mil trabalhadores da Misr cruzaram os braços no dia 10, em apoio às manifestações contra Mubarak, que renunciou no dia seguinte após mais de duas semanas de intensos protestos em todo o Egito. Os grevistas, que reivindicam aumentos salariais e o afastamento da direção da empresa, suspenderam a paralisação por algum tempo, mas a reiniciaram na quarta-feira (16).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de retomarem a greve, os operários da Misr – a maior fábrica da indústria têxtil egípcia, setor que emprega 48% da força de trabalho do país – iniciaram a coleta de assinaturas para a criação de um novo sindicato, desvinculado da Federação Sindical Egípcia (ETUF), subordinada ao governo. O site ahramonline informou que mais de três mil trabalhadores já haviam assinado a petição até quinta-feira (17).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Mahalla, berço de rebeliões&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;Al-Mahalla, situada a cerca de cem quilômetros ao norte do Cairo, foi palco de uma vitoriosa paralisação em setembro de 2007, quando os trabalhadores cruzaram os braços reivindicando um aumento na participação nos lucros e a destituição dos administradores da empresa. O governo cedeu após seis dias de greve, exonerando o gerente-geral. O líder do sindicato local, contrário ao movimento, foi agredido pelos operários ao tentar convencê-los a abandonar a greve, renunciando logo em seguida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em fevereiro de 2008, grupos de esquerda promoveram a maior manifestação de trabalhadores contra Mubarak desde que este assumiu o poder, em 1981. Cerca de dez mil operários da Misr saíram às ruas, com a adesão de milhares de moradores, exigindo aumento no salário mínimo e gritando palavras de ordem contra o presidente e seu filho Gamal, que estava sendo preparado para sucedê-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mês seguinte, os trabalhadores anunciaram que pretendiam paralisar a fábrica pela terceira vez em menos de dois anos, e grupos oposicionistas convocaram uma greve geral. Para impedir o movimento, forças de segurança assumiram o controle da tecelagem e milhares de policiais ocuparam al-Mahalla a 6 de abril de 2008. A ação repressiva provocou porém a irrupção de manifestações espontâneas por toda a cidade, com milhares de pessoas saindo às ruas para protestar contra o presidente, a corrupção e os aumentos dos preços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A polícia atacou com bombas de gás lacrimogêneo, balas de borracha e tiros, matando dois jovens, um de 15 anos de idade e outro de 20. Centenas de manifestantes foram presos e dezenas ficaram gravemente feridos. A data foi recordada pelos jovens que formaram o Movimento 6 de Abril, organizador da primeira manifestação em massa contra o regime de Mubarak a 25 de janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Tradução: Dilair Aguiar&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Fontes:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:TrackMoves/&gt;   &lt;w:TrackFormatting/&gt;   &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:PunctuationKerning/&gt;   &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;   &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:DoNotPromoteQF/&gt;   &lt;w:LidThemeOther&gt;PT-BR&lt;/w:LidThemeOther&gt;   &lt;w:LidThemeAsian&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeAsian&gt;   &lt;w:LidThemeComplexScript&gt;X-NONE&lt;/w:LidThemeComplexScript&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;    &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;    &lt;w:SplitPgBreakAndParaMark/&gt;    &lt;w:DontVertAlignCellWithSp/&gt;    &lt;w:DontBreakConstrainedForcedTables/&gt;    &lt;w:DontVertAlignInTxbx/&gt;    &lt;w:Word11KerningPairs/&gt;    &lt;w:CachedColBalance/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:BrowserLevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;   &lt;m:mathPr&gt;    &lt;m:mathFont m:val="Cambria Math"/&gt;    &lt;m:brkBin m:val="before"/&gt;    &lt;m:brkBinSub m:val="&amp;#45;-"/&gt;    &lt;m:smallFrac m:val="off"/&gt;    &lt;m:dispDef/&gt;    &lt;m:lMargin m:val="0"/&gt;    &lt;m:rMargin m:val="0"/&gt;    &lt;m:defJc m:val="centerGroup"/&gt;    &lt;m:wrapIndent m:val="1440"/&gt;    &lt;m:intLim m:val="subSup"/&gt;    &lt;m:naryLim m:val="undOvr"/&gt;   &lt;/m:mathPr&gt;&lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:LatentStyles DefLockedState="false" DefUnhideWhenUsed="true"  DefSemiHidden="true" DefQFormat="false" DefPriority="99"  LatentStyleCount="267"&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="0" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Normal"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="heading 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 7"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 8"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="9" QFormat="true" Name="heading 9"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 7"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 8"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" Name="toc 9"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="35" QFormat="true" Name="caption"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="10" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Title"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="1" Name="Default Paragraph Font"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="11" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Subtitle"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="22" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Strong"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="20" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Emphasis"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="59" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Table Grid"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" UnhideWhenUsed="false" Name="Placeholder Text"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="1" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="No Spacing"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" UnhideWhenUsed="false" Name="Revision"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="34" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="List Paragraph"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="29" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Quote"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="30" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Intense Quote"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 1"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 2"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 3"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 4"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 5"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="60" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Shading Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="61" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light List Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="62" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Light Grid Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="63" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 1 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="64" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Shading 2 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="65" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 1 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="66" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium List 2 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="67" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 1 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="68" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 2 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="69" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Medium Grid 3 Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="70" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Dark List Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="71" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Shading Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="72" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful List Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="73" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" Name="Colorful Grid Accent 6"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="19" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Subtle Emphasis"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="21" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Intense Emphasis"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="31" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Subtle Reference"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="32" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Intense Reference"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="33" SemiHidden="false"   UnhideWhenUsed="false" QFormat="true" Name="Book Title"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="37" Name="Bibliography"/&gt;   &lt;w:LsdException Locked="false" Priority="39" QFormat="true" Name="TOC Heading"/&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt; /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-priority:99; mso-style-qformat:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin-top:0cm; mso-para-margin-right:0cm; mso-para-margin-bottom:10.0pt; mso-para-margin-left:0cm; line-height:115%; mso-pagination:widow-orphan; font-size:11.0pt; font-family:"Calibri","sans-serif"; mso-ascii-font-family:Calibri; mso-ascii-theme-font:minor-latin; mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; mso-fareast-theme-font:minor-fareast; mso-hansi-font-family:Calibri; mso-hansi-theme-font:minor-latin; mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; mso-bidi-theme-font:minor-bidi;}&lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Le Figaro&lt;span style="font-size: x-small;"&gt; (&lt;a href="http://www.lefigaro.fr/flash-eco/2011/02/20/97002-20110220FILWWW00055-egypte-fin-de-la-greve.php"&gt;http://www.lefigaro.fr/flash-eco/2011/02/20/97002-20110220FILWWW00055-egypte-fin-de-la-greve.php&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;ahramonline &lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(&lt;a href="http://english.ahram.org.eg/NewsContent/3/12/5777/Business/Economy/Egypts-Mahalla-workers-strike,-bring-demands-to-th.aspx"&gt;http://english.ahram.org.eg/NewsContent/3/12/5777/Business/Economy/Egypts-Mahalla-workers-strike,-bring-demands-to-th.aspx&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-710518939592799617?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/710518939592799617/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=710518939592799617' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/710518939592799617'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/710518939592799617'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2011/02/egito-maior-fabrica-do-pais-continua-em.html' title='Egito: Operários da maior fábrica do país conquistam aumento salarial e demissão de gerente corrupto'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/_e-0uHSw4OjQ/TV_fYgudNoI/AAAAAAAADOk/id4Ppzxo4tQ/s72-c/photo_1298113189044-1-0_thumb%5B1%5D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-4274121446879664369</id><published>2011-01-26T18:31:00.003-02:00</published><updated>2011-01-26T18:35:53.181-02:00</updated><title type='text'>Israel: Quantos anos um palestino precisa ter para que possa trabalhar na colheita de morangos?</title><content type='html'>&amp;nbsp; &lt;br /&gt;Por Chaim Levinson&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um palestino precisa ter pelo menos 28 anos de idade para colher morangos em Israel e, para trabalhar na agricultura, deve estar com no mínimo 35 anos, entre outros critérios fixados pelo ministério da Defesa israelense para a concessão de licenças de trabalho. Os requisitos para a emissão de autorizações, publicados pelo jornal &lt;i&gt;Haaretz&lt;/i&gt;, foram obtidos pela organização não-governamental Gisha, que requereu os dados em base à Lei de Liberdade de Informação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As autoridades israelenses também estabelecem quotas para os trabalhadores palestinos. O jornal informou que, atualmente, o limite é de 32 mil, distribuídos em 19.500 para a construção civil, três mil para trabalhos em pomares, 2.250 para indústria e serviços, 1.750 para a agricultura em geral e o restante para outros setores. Além disso, os palestinos que pretendam trabalhar legalmente em Israel necessitam obter primeiro um empregador disposto a solicitar a autorização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com os critérios do ministério da Defesa, chefiado por Ehud Barak, o palestino deve ter pelo menos 35 anos, ser casado e ter filhos para poder trabalhar na construção civil, assim como na maioria dos demais setores. Para conseguir emprego em um hotel de Jerusalém Oriental, o palestino pode ser solteiro, mas estar com no mínimo 25 anos de idade. Já para trabalhar no distrito industrial de Atarot, em Jerusalém, a única restrição é ter pelo menos 21 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, para colher frutas cítricas ou morangos, o palestino precisa ter 28 anos, ser casado e ter filhos. A lista de requisitos não esclarece o motivo pelo qual um palestino de 30 anos de idade é autorizado a trabalhar na colheita de morangos, mas não na irrigação de plantações. Em resposta ao &lt;i&gt;Haaretz&lt;/i&gt;, o ministério de Defesa explicou que “os critérios são definidos em base a questões de segurança apresentadas por funcionários dos órgãos de Defesa e de acordo com avaliações atualizadas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O número de trabalhadores palestinos em Israel tem crescido nos últimos anos. Em 2003, no auge da segunda Intifada, 12.708 palestinos foram autorizados a trabalhar no país. Em 2008, o total chegou a 23.821.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Tradução: Dilair Aguiar&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: Haaretz&lt;span style="font-size: x-small;"&gt; (&lt;a href="http://www.haaretz.com/print-edition/news/how-old-does-a-palestinian-need-to-be-to-pick-strawberries-in-israel-1.338304"&gt;http://www.haaretz.com/print-edition/news/how-old-does-a-palestinian-need-to-be-to-pick-strawberries-in-israel-1.338304&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-4274121446879664369?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/4274121446879664369/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=4274121446879664369' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/4274121446879664369'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/4274121446879664369'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2011/01/israel-quantos-anos-um-palestino.html' title='Israel: Quantos anos um palestino precisa ter para que possa trabalhar na colheita de morangos?'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-1667303779015406320</id><published>2011-01-26T13:35:00.004-02:00</published><updated>2011-01-26T13:41:59.999-02:00</updated><title type='text'>EUA: Total de sindicalizados cai ao menor nível dos últimos 70 anos</title><content type='html'>Por Steven Greenhouse&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O total de trabalhadores sindicalizados nos Estados Unidos sofreu um drástico recuo em 2010, de acordo com um relatório do Departamento de Estatísticas Trabalhistas, correspondendo a 11,9% da força de trabalho do país – o menor índice em mais de 70 anos. O número de sindicalizados baixou em 612 mil, a 14,7 milhões, uma queda superior à redução de 417 mil postos de trabalho ocorrida no ano passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Foi um ano muito difícil para os trabalhadores sindicalizados”, comentou John Schmitt, economista senior do Centro de Pesquisas Econômicas e Políticas, sediado em Washington. “Observamos um declínio no setor privado, assim como no setor público”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No setor privado, a redução foi de 339 mil, a 7,1 milhões, enquanto na área pública a diminuição chegou a 273 mil, a 7,6 milhões. O percentual de sindicalizados nas empresas privadas caiu a 6,9%, em comparação aos 7,2% anteriores, no menor índice para o setor em mais de um século, segundo especialistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2009, pela primeira vez na história do país, os funcionários públicos representaram mais da metade do total de estadunidenses filiados a sindicatos, mas, em 2010, o percentual de servidores sindicalizados diminuiu a 36,2%, em comparação a 37,4% no ano precedente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Departamento de Estatísticas Trabalhistas comparou os 11,9% de sindicalizados de 2010 aos 20,1% de 1983, quando 17,7 milhões de trabalhadores estavam filiados a sindicatos. O maior índice de sindicalização do país foi de 35%, registrado em meados da década de 1950, com a intensificação do movimento trabalhista após a Grande Depressão e a II Guerra Mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relatório não apresentou porém apenas más notícias: segundo ele, o ganho semanal médio dos trabalhadores sindicalizados, de US$ 917, continuou superior aos US$ 717 recebidos pelos não sindicalizados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Barry T. Hirsch, economista especializado em assuntos trabalhistas da Georgia State University, apresentou vários motivos para o declínio da sindicalização nas últimas décadas. “Obviamente, as empresas sindicalizadas têm maiores salários e benefícios para os trabalhadores e embora isso signifique com frequência aumento na produtividade, elas geralmente ficam em desvantagem em termos de custos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Além disso, em um mundo cada vez mais globalizado e em contínua mudança, as companhias sindicalizadas podem não ter condições de se ajustar tão rapidamente”, afirmou. Para Hirsch, outro fator prejudicial à sindicalização é que as empresas, além de se oporem ideologicamente aos sindicatos, estão reagindo cada vez mais agressivamente contra as iniciativas de organização trabalhista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2009, a queda de 771 mil nas filiações sindicais ocorreu em grande parte devido ao declínio generalizado nos postos de trabalho, mas essa redução foi precedida por um surpreendente aumento na adesão aos sindicatos. O total de sindicalizados cresceu em 739 mil nos dois anos anteriores, devido à expansão do número de empregos e algumas grandes e bem-sucedidas campanhas de sindicalização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o Departamento, Nova York apresentou o mais alto índice de sindicalização entre os estados, com 24,2%, seguido pelo Alasca, com 22,9%, e o Havaí, com 21,8%. A Carolina do Norte registrou a menor taxa, de 3,2%, com o Arkansas e a Georgia empatados no segundo lugar, com 4%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Tradução: Dilair Aguiar&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: New York Times&lt;span style="font-size: x-small;"&gt; (&lt;a href="http://www.nytimes.com/2011/01/22/business/22union.html?_r=2"&gt;http://www.nytimes.com/2011/01/22/business/22union.html?_r=2&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-1667303779015406320?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/1667303779015406320/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=1667303779015406320' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/1667303779015406320'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/1667303779015406320'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2011/01/eua-numero-de-sindicalizados-cai-ao.html' title='EUA: Total de sindicalizados cai ao menor nível dos últimos 70 anos'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-8727618563265614319</id><published>2010-09-16T16:20:00.004-03:00</published><updated>2010-09-16T16:26:51.371-03:00</updated><title type='text'>Turquia: Metalúrgicos dispensados por integrar sindicato ocupam fábrica e conquistam readmissão</title><content type='html'>Após uma semana de greve e a ocupação pacífica da fábrica Çel-mer Metal na cidade turca de Gebze Cayırova, a leste de Istambul, 23 operários demitidos por fazerem parte do sindicato Birlesik Metal IS voltaram ao trabalho a 9 de agosto. A paralisação, da qual participaram todos os trabalhadores da fábrica, incluiu a tomada de um guindaste de 12 metros de altura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_e-0uHSw4OjQ/TJJuDh8853I/AAAAAAAADLM/bnMuG39GHhY/s1600-h/guindaste%5B3%5D.jpg"&gt;&lt;img alt="guindaste" border="0" height="290" src="http://lh4.ggpht.com/_e-0uHSw4OjQ/TJJuERFUzBI/AAAAAAAADLQ/_A2wIySECFs/guindaste_thumb%5B1%5D.jpg?imgmax=800" style="border: 0px none;" title="guindaste" width="429" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os operários da Çel-mer se filiaram ao sindicato no início de junho. Em represália às atividades sindicais, a companhia demitiu 12 trabalhadores, mas estes iniciaram um protesto diante da fábrica, sendo readmitidos a 29 de junho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, ao invés de iniciar negociações para a assinatura de um primeiro contrato coletivo, a empresa continuou pressionando os trabalhadores para que renunciassem ao sindicato. Como eles se negaram a abandonar o Birlesik Metal IS e mantiveram as reivindicações de reconhecimento da entidade e de negociação coletiva, a Çel-mer dispensou mais 23 operários a 16 de julho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia seguinte, os demitidos iniciaram um protesto diante da empresa, mas esta se manteve intransigente. A 2 de agosto, os 23 voltaram a entrar na fábrica e todos os operários tomaram a unidade, ocupando inclusive o principal guindaste. Familiares e sindicalistas montaram barracas diante do local. A empresa chamou a polícia, que se mobilizou em torno do perímetro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ocupação da torre de 12 metros chamou a atenção dentro e fora da Turquia. Durante o tenso período no qual os operários ficaram cercados pela polícia, organizações locais, entre elas o sindicato dos trabalhadores em transportes (TUMTIS), e outras internacionais, como a Federação Internacional dos Trabalhadores das Indústrias Metalúrgicas (FITIM), enviaram delegações para solidarizar-se com a ocupação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a conclusão do acordo, os vitoriosos trabalhadores da Çel-mer desceram do guindaste e desocuparam a fábrica, exclamando: “o direito de sindicalização não pode ser impedido!”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Tradução: Dilair Aguiar&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: FITIM &lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(&lt;a href="http://www.imfmetal.org/index.cfm?c=23750&amp;amp;ol=2"&gt;http://www.imfmetal.org/index.cfm?c=23750&amp;amp;ol=2&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-8727618563265614319?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/8727618563265614319/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=8727618563265614319' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/8727618563265614319'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/8727618563265614319'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2010/09/turquia-metalurgicos-demitidos-por.html' title='Turquia: Metalúrgicos dispensados por integrar sindicato &lt;br&gt;ocupam fábrica e conquistam readmissão'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/_e-0uHSw4OjQ/TJJuERFUzBI/AAAAAAAADLQ/_A2wIySECFs/s72-c/guindaste_thumb%5B1%5D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-7532587768699825252</id><published>2010-07-20T22:36:00.006-03:00</published><updated>2010-07-24T01:40:38.339-03:00</updated><title type='text'>Coreia do Sul: Excluídos sociais reagem a plano de repressão</title><content type='html'>Balões negros com mensagens contra a reunião de cúpula do G-20, a ser realizada em novembro próximo em Seul, foram soltos durante um protesto de trabalhadores estrangeiros, vendedores ambulantes e os sem-teto contra os planos do governo para “limpar” a capital sul-coreana antes do evento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_e-0uHSw4OjQ/TEZPMVZ0hDI/AAAAAAAADIc/-54xazCRevU/s1600-h/200950595%5B3%5D.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="200950595" border="0" height="369" src="http://lh4.ggpht.com/_e-0uHSw4OjQ/TEZPNJY9dyI/AAAAAAAADIg/ziHunCuuB0E/200950595_thumb%5B1%5D.jpg?imgmax=800" style="border-width: 0px;" title="200950595" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grupos de defesa dos direitos civis, sindicatos e organizações políticas realizaram uma entrevista à imprensa dia 20 de julho, diante da catedral de Myeongdong, para manifestar seu repúdio à repressão das minorias sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As autoridades anunciaram que intensificariam a repressão aos trabalhadores estrangeiros não registrados até agosto, como parte das medidas de segurança para a conferência. Durante o protesto, as entidades repudiaram a tentativa do governo de tratar os imigrantes como possíveis terroristas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O líder do Sindicato dos Migrantes, o filipino Michel, declarou que o governo deveria proteger minorias como os trabalhadores de outros países, vendedores ambulantes e os sem-teto. “O governo sul-coreano está usando a conferência do G-20 como desculpa para investir contra as minorias”, denunciou. “Queremos que o governo ponha fim aos ataques. Chega de opressão!”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lee Young, secretário executivo do Comitê Conjunto para os Trabalhadores Imigrantes da Coreia, afirmou por sua vez que o governo considera os socialmente excluídos como criminosos em potencial, pretendendo expulsá-los em nome da reunião do G-20.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Se a Coreia quer ser uma verdadeira sociedade multicultural, deveria criar redes de proteção social mais sólidas e promover a integração social. O governo, ao invés, está incentivando o conflito social, e não a unificação”, ressaltou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Ação Sem-Teto e a Confederação dos Vendedores Ambulantes da Coreia também participaram do protesto. Após o ato, os manifestantes percorreram as ruas próximas distribuindo um panfleto contra os planos governamentais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das pessoas que recebeu o panfleto disse ser “muito ignorante” a respeito da conferência. “Não sabia que o governo queria expulsar essas pessoas do país para hospedar a reunião. Não entendi o motivo dos protestos contra o G-20 em Pittsburgh, no ano passado. Mas agora percebo o lado negro dessa conferência”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Tradução: Dilair Aguiar&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: Korea Times &lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(&lt;a href="http://blog.jinbo.net/CINA/?pid=2223"&gt;http://blog.jinbo.net/CINA/?pid=2223&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-7532587768699825252?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/7532587768699825252/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=7532587768699825252' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/7532587768699825252'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/7532587768699825252'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2010/07/coreia-do-sul-excluidos-sociais-reagem.html' title='Coreia do Sul: Excluídos sociais reagem a plano de repressão'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/_e-0uHSw4OjQ/TEZPNJY9dyI/AAAAAAAADIg/ziHunCuuB0E/s72-c/200950595_thumb%5B1%5D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-4847877798283799400</id><published>2010-07-20T15:11:00.006-03:00</published><updated>2010-07-20T15:34:26.159-03:00</updated><title type='text'>Zâmbia: Sindicato pede cautela a respeito de investimento da Vale</title><content type='html'>O presidente do Sindicato dos Mineiros da Zâmbia (MUZ), Rayford Mbulu, recomendou cautela quanto ao investimento do grupo brasileiro Vale SA no setor de mineração de cobre do país devido aos maus antecedentes da empresa na área de direitos humanos, evidenciados nas suas operações em países como o Canadá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mbulu salientou que embora a Zâmbia necessite atrair investidores para o setor de mineração, o governo do país não está levando em conta a questão da credibilidade e o bem-estar dos trabalhadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Se carecemos de ideias sobre como extrair nosso cobre, é melhor que ele permaneça no solo para que nossos filhos possam vir a aproveitá-lo. Se a Vale desrespeita os direitos dos trabalhadores no Canadá, país do primeiro mundo, o que não aconteceria na Zâmbia?”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referindo-se à longa paralisação dos trabalhadores canadenses da Vale, o presidente do MUZ advertiu que “nossos camaradas do United Steel Workers ficaram em greve por 12 meses e a Vale manteve-se intransigente”. O sindicato também enviou uma mensagem ao governo zambiano, na qual apresenta suas objeções ao investimento da empresa brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Vale não se pronunciou sobre a declaração de Mbulu. No início de julho, o diretor executivo da companhia, Eduard Ledsham, informou que a Vale investiria cerca de US$ 400 milhões para desenvolver a mina de Konkola, com uma produção de 50 mil toneladas métricas de cobre por ano. As obras devem começar em setembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Zâmbia, maior produtor de cobre da África, registrou uma forte alta nos investimentos em seu setor de mineração desde 2006, quando os preços desse metal começaram a subir. A produção de cobre do país deve atingir 1 milhão de toneladas em 2011, contra 700 mil toneladas em 2009. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Tradução: Dilair Aguiar&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Fonte: Down Jones Newswires&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; &lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(&lt;a href="http://www.tradingmarkets.com/news/stock-alert/vale_dj-zambia-miners-union-urges-caution-over-vale-investment-1051479.html"&gt;http://www.tradingmarkets.com/news/stock-alert/vale_dj-zambia-miners-union-urges-caution-over-vale-investment-1051479.html&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-4847877798283799400?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/4847877798283799400/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=4847877798283799400' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/4847877798283799400'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/4847877798283799400'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2010/07/zambia-sindicato-pede-cautela-quanto.html' title='Zâmbia: Sindicato pede cautela a respeito de investimento da Vale'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-6040343073020697435</id><published>2010-06-15T13:23:00.006-03:00</published><updated>2010-06-15T14:09:31.150-03:00</updated><title type='text'>Marrocos: Sindicato dos Professores combate evasão escolar</title><content type='html'>&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;Conseguir que as crianças permaneçam na escola é a melhor maneira de prevenir a exploração do trabalho. O vice-presidente do Sindicato Nacional dos Professores (SNE) do Marrocos, Abdelaziz Mountassir, explica nesta entrevista como um projeto desenvolvido na região de Fez permitiu reduzir o índice de evasão escolar, beneficiando ao mesmo tempo o sindicato.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;O que levou o SNE a envolver-se na luta contra o trabalho infantil?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cada ano, no Marrocos, 400 mil crianças abandonam a escola, das quais quase 250 mil no ensino fundamental, o que pode significar 250 mil famílias ignorantes, analfabetas, no futuro. Isto é uma desvantagem para o desenvolvimento, tanto econômico como democrático, do país. Nós concebemos ações para atacar esse problema como parte da cooperação entre o SNE e o Sindicato dos Docentes da Holanda (AOB). Normalmente defendemos os interesses dos professores, mas, nesta ocasião, refletimos sobre a forma de incentivar os docentes a se envolverem na luta contra o trabalho infantil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Organizamos debates com nossos militantes da região de Fez para definir o papel que a escola pode desempenhar na luta contra o trabalho infantil. Nosso projeto partiu do compromisso com a prevenção da evasão escolar: defender o direito das crianças à educação, incentivá-las a permanecer na escola, porque uma criança que não vai à escola é uma criança exposta a trabalhar desde a mais tenra idade. Decidimos então desenvolver um projeto em cinco escolas situadas nos bairros mais pobres de Fez, onde se encontram muitas manufaturas que recorrem ao trabalho infantil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Que ações foram desenvolvidas?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começamos em 2004 com programas de formação para os docentes: capacitação sobre os direitos da criança, os riscos do trabalho infantil, técnicas de atenção a crianças e adultos, de acompanhamento, sobre pedagogia de apoio escolar... Também realizamos oficinas para os pais dos alunos, com o fim de informá-los sobre o direito de seus filhos à educação, sobre as consequências do trabalho infantil para sua saúde, seu futuro, etc. Foram feitas ainda atividades para os dirigentes sindicais, objetivando reforçar a capacidade organizativa, planejar iniciativas, assegurar o acompanhamento, negociar com os diretores das escolas, a administração, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também levamos a cabo ações para sensibilizar a opinião pública e fazer pressão sobre os responsáveis políticos. Estas se concretizaram por meio de postos de informação montados nas ruas de Fez, onde falamos sobre o trabalho infantil; e através de outros postos montados durante eventos como as feiras de educação e os fóruns para jovens professores. Apresentamos fotos de todas as nossas atividades, pinturas feitas pelas crianças, vídeos realizados durante diversas manifestações. Infelizmente, até hoje não conseguimos sair na televisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Quais ações são realizadas diretamente com as crianças?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas são feitas com as crianças nas próprias escolas: atividades de expressão corporal, de pintura, teatro, música, etc. Isto transmite às crianças uma imagem diferente do estabelecimento de ensino. Duas ONGs nos estão auxiliando nessas atividades, assim como na organização de acampamentos de verão. Nos dois últimos anos, levamos cerca de 120 alunos das cinco escolas, durante duas semanas, a acampamentos de verão. Eram as crianças mais pobres, queríamos evitar que passassem todas as férias nas ruas. O objetivo era também reforçar seus vínculos com a escola e com o nosso programa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo, envolvemos os alunos com pequenas atividades de pesquisa, através da organização, por exemplo, de grupos de entre 15 a 20 estudantes que visitam um local onde trabalham crianças. Assim podem ver com os próprios olhos as crianças trabalhando, as condições de trabalho... e depois apresentam essas "miniinvestigações" em sala de aula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro elemento importante do projeto é o fornecimento de óculos para os estudantes com deficiência visual, para que não percam a motivação em classe. Temos um acordo com o ministério da Saúde: levamos um grupo de crianças a um hospital público, o que é prioritário para controlar sua acuidade visual, e depois vamos a uma ótica, a qual nos faz um preço muito em conta por entenderem que não temos fins comerciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Montamos também bibliotecas nas cinco escolas do projeto. E desenvolvemos cursos de apoio escolar para as crianças que tenham avaliações relativamente baixas, visto que o mau desempenho é um dos motivos que levam os pais a decidirem tirar seus filhos da escola: como os próprios pais são ignorantes, se perguntam para que serve investir na educação; consideram que é melhor que o menino ou a menina aprenda um ofício.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Vocês colaboram com as autoridades como parte desse projeto?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2004, o ministro da Educação aprovou um acordo preliminar de cooperação para este projeto, o que nos permitiu firmar parcerias com as autoridades educacionais locais de Fez. Em 2009, conseguimos implantar uma parceria entre o SNE e o ministério da Educação para incentivar outras direções regionais de ensino a colaborar na luta contra o trabalho infantil e a evasão escolar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um bom entendimento com as autoridades de ensino nacionais e locais é essencial para o êxito deste projeto. Ajuda-nos a convencer os diretores de escolas a nos deixarem desenvolver nossas atividades, a participarem, a reservarem um local para a criação de bibliotecas, a permitirem a presença dos professores nas oficinas de formação, etc. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O que os professores podem fazer quando um aluno deixa de ir à escola?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma coisa reprovável nas escolas é que elas não fazem o acompanhamento dos alunos que abandonam os estudos. O professor comunica a ausência, mas não pergunta o que motivou a criança a não ir à escola. Um dos avanços do projeto é ter sensibilizado os docentes a fazer esse acompanhamento, pois quando um aluno falta com certa frequência, corre-se o risco de que, mais dia menos dia, abandone a escola por completo. O professor deve atuar, por exemplo, através dos amigos e vizinhos da criança, pedindo para que falem com ela e lhe digam para vê-lo. Algumas vezes, a comissão criada pelo projeto em uma escola entra diretamente em contato com os pais dos alunos. Também recorremos às associações de pais de alunos, que são as mais indicadas para convencer os pais a continuarem educando os filhos na escola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;As autoridades marroquinas não interferem quando uma criança deixa de ir à escola?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Constituição garante o direito das crianças à educação, mas as leis que deveriam promover o exercício desse direito são muito fracas. O governo jamais castigou um pai por não ter levado o filho à escola. O governo se espanta com o fato de que há mais de 600 mil crianças trabalhando na economia informal, na agricultura, etc., mas sabe perfeitamente que no Marrocos há 1,4 milhão de crianças que não vão à escola. De uma população de 30 milhões de pessoas, isso é muito grave! Não há política, não há vontade de punir, sequer aos empregadores que exploram essas crianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Você tem falado em mudar o enfoque pedagógico, para que se dê mais atenção aos alunos. Isso é possível, quando um professor passa 25 anos atuando da mesma maneira?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em algumas oficinas de reflexão, menciona-se às vezes que uma parcela do fracasso escolar decorre da agressão física e moral contra as crianças, por exemplo, quando batem nela em aula. Há crianças que odeiam a escola devido às surras. Precisamos questionar os professores quanto a essas agressões, mudar os métodos de ensino nos estabelecimentos escolares. Ainda não avançamos muito para atingir esse objetivo, mas, com a experiência que estamos adquirindo, podemos consegui-lo. Ao falarmos com os professores sobre os direitos da criança, suas atitudes mudam um pouco. Ao início, quando lhes perguntamos quais são os direitos da criança, não sabem nada, porque nunca aprenderam algo a respeito. E tudo isso influencia a conduta do docente. Conheço uma professora que jogou fora a vara com que batia nos alunos, que se comporta de uma maneira diferente com os alunos mais difíceis, após participar de uma de nossas sessões para aprender a ouvir, por exemplo, a uma criança tímida. Alguns professores mudaram devido a isso, mas não todos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Todos os membros do SNE estavam entusiasmados com esse projeto desde o início?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tivemos de organizar oficinas de sensibilização para explicar que fazer esse trabalho era do interesse do sindicato e da educação em geral. Do contrário, jamais o teríamos conseguido. Encontramos ativistas entusiastas desde o início, mas outros disseram que não era problema deles, que tinham problemas financeiros, administrativos, que era preciso lutar para melhorar esta situação antes de se embarcar em novas batalhas. Começamos com três professores voluntários em cada escola coberta pelo projeto, mas o número tem crescido de maneira constante em todas as escolas: os professores veem que a direção se envolve, que outros docentes participam, que são obtidos resultados. Na escola de Al Quods, por exemplo, o número de crianças que abandonaram o ciclo de ensino primário caiu de 18 em 2003 a 6 em 2009. Na escola 18 de Novembro, o total tem diminuído gradativamente, de 160 em 2004 a 24 em 2007. As escolas participantes do projeto também constataram um aumento no número de matrículas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Para o SNE, que benefícios traz esse projeto?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em primeiro lugar, aprendemos como dirigir um projeto no âmbito dos organismos sindicais. Começamos a utilizar essas técnicas de gestão de projetos em nossa própria gestão sindical: estabelecendo estruturas, entendendo a função de um coordenador, a importância da comunicação, da sensibilização, da formação, com respeito à realização de objetivos. Tudo isso é muito importante para um sindicato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sindicato também ganhou novos membros, já que, nas escolas selecionadas, a maioria dos docentes se filiou ao SNE. Havia antes professores que não eram sindicalizados, alguns que eram filiados a outro sindicato. E se filiaram ao SNE porque se convenceram de que nosso trabalho tem um valor humano e sindical novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sucesso do projeto levou o sindicato holandês FNV a ajudar-nos a implantá-lo em outras quatro regiões: Meknes, Marrakech, El Jadida e Larache. Vamos ter condições de mobilizar mais de 250 membros nas cinco regiões. Isso reforça o ativismo dos nossos filiados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também melhoramos nossa imagem: nossa ação contra o trabalho infantil é citada como exemplo, tanto nacional como internacionalmente. Somos o único sindicato que bate na porta do governo para falar do trabalho infantil. Creio que esta melhora do prestígio do nosso sindicato nos proporcionará muitos benefícios no futuro, se nosso trabalho continuar na mesma direção. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O projeto tem um impacto na sociedade em geral, entre os trabalhadores adultos?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda é muito cedo. Nossas atividades começaram apenas em 2004, ainda não tivemos tempo de avaliar o impacto que possam ter tido no trabalho dos adultos. No entanto, se continuarmos assim, se formos capazes de educar outros elementos da sociedade (parlamentares, políticos locais, fiscais do trabalho, etc.), reunindo-os em prol da luta contra o trabalho infantil, isso terá também uma influencia positiva para os adultos. Entenderão que estão desempregados porque há crianças, privadas de educação, que estão ocupando seus postos de trabalho. Leva tempo, mas temos de dar ênfase ao vínculo entre o trabalho infantil e o emprego do adulto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Entrevista realizada por Samuel Grumiau&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Tradução: Dilair Aguiar&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: ITUC-CSI &lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(&lt;a href="http://www.ituc-csi.org/primer-plano-de-abdelaziz.html?lang=es"&gt;http://www.ituc-csi.org/primer-plano-de-abdelaziz.html?lang=es)&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-6040343073020697435?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/6040343073020697435/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=6040343073020697435' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/6040343073020697435'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/6040343073020697435'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2010/06/marrocos-sindicato-dos-professores_15.html' title='Marrocos: Sindicato dos Professores combate evasão escolar'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-7731634068283159862</id><published>2010-06-11T22:15:00.006-03:00</published><updated>2010-06-11T22:24:13.326-03:00</updated><title type='text'>México: Operários conquistam sindicato independente na Johnson Controls</title><content type='html'>Com uma greve de três dias e uma campanha internacional de solidariedade, os operários da fábrica de autopeças da Johnson Controls em Puebla, México, conquistaram o direito de serem representados por um sindicato de sua livre escolha. A fábrica, que emprega cerca de 450 pessoas, produz assentos, consoles e painéis para algumas das principais empresas automobilísticas do mundo, incluindo a Ford e a Mercedes-Benz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Representantes dos grevistas e da empresa firmaram a 29 de maio um acordo que reconhece a decisão dos operários de serem representados pelo Sindicato Nacional de Trabalhadores Mineiros, Metalúrgicos, Siderúrgicos e Similares da República Mexicana, conhecido como “los Mineros”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um sindicato de “protección” (pelego), controlado pela empresa e ligado ao governo estadual do Partido Revolucionário Institucional (PRI), era responsável pelo Contrato Coletivo de Trabalho da fábrica, mas os operários jamais receberam uma cópia do acordo ou sequer foram consultados se queriam ou não ser representados pela entidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O acordo estabelece um importante precedente no México, onde os patrões frequentemente assinam “contratos de proteção” com sindicatos corruptos sem o conhecimento e/ou aprovação dos trabalhadores, como meio de impedi-los de se organizarem ou se filiarem a um sindicato democrático.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Junto ao reconhecimento do Sindicato dos Mineiros como representante dos trabalhadores, o acordo com a empresa determina que não haverá represálias ou processos contra os que participaram da greve, assim como o pagamento integral dos dias parados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, foi conquistado o pagamento do equivalente a US$ 100 para cada operário como participação nos lucros (vinte vezes mais que a proposta inicial de cerca de US$ 5 – ou 60 pesos – feita pela companhia). Será oferecida ainda a contratação direta a todos os terceirizados, que também poderão se sindicalizar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os operários tiveram o respaldo do Centro de Apoio ao Trabalhador (CAT) de Puebla, do escritório do Centro de Solidariedade da AFL-CIO no México e do Projeto de Direitos Econômicos, Sociais e Culturais (ProDESC). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as entidades que se mobilizaram internacionalmente, figuram o Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Automotriz do Canadá (CAW), o Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Automotriz, Aeroespacial e de Máquinas Agrícolas da América (UAW), o Projeto de Solidariedade Trabalhista nas Américas (USLEAP) a Federação Internacional de Trabalhadores Metalúrgicos (FITIM) e a Rede de Solidariedade da Maquila (RSM), que combate a exploração nas empresas “maquiadoras”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário de seus companheiros, os operários da FINSA, outra fábrica da Johnson Controls em Puebla, prosseguem sua longa luta para se livrarem de mais um sindicato de “protección”. Eles formaram uma Coalizão Temporária de Trabalhadores para negociar com a empresa, mas esta se mantém intransigente até agora e demitiu vários de seus líderes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A 28 de abril, quando dois membros de uma equipe do CAT visitavam os trabalhadores na comunidade de Santo Toribio, próxima a Puebla, um deles foi atacado pelo filho de Magdaleno Texis, líder da CROM, o sindicato pelego que firmou o “contrato de proteção” com a da Johnson Controls na FINSA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma comissão de trabalhadores da FINSA está visitando os Estados Unidos para divulgar o movimento e ampliar a solidariedade. A RSM se somou a diversas entidades no México e outros países para exigir que a Johnson Controls se reúna com os trabalhadores, recontrate os operários demitidos injustamente e aceite o sindicato independente, respeitando o direito dos trabalhadores de serem representados por uma entidade de sua livre escolha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Tradução: Dilair Aguiar&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: Red de Solidaridad de la Maquila&lt;span style="font-size: x-small;"&gt; (&lt;a href="http://es.maquilasolidarity.org/node/789"&gt;http://es.maquilasolidarity.org/node/789&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-7731634068283159862?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/7731634068283159862/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=7731634068283159862' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/7731634068283159862'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/7731634068283159862'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2010/06/mexico-trabalhadores-da-johnson.html' title='México: Operários conquistam sindicato independente na Johnson Controls'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-7930644373120951592</id><published>2010-06-10T23:28:00.005-03:00</published><updated>2010-06-11T01:39:49.476-03:00</updated><title type='text'>Global: 101 sindicalistas foram assassinados em 2009</title><content type='html'>O relatório anual da Confederação Sindical Internacional (CSI) sobre os direitos sindicais documenta um impressionante aumento no número de sindicalistas assassinados em 2009: 101 mortes – cerca de 30% mais que no ano precedente. A pesquisa também expôs a intensificação das pressões sobre os direitos fundamentais dos trabalhadores em todo o mundo, devido ao impacto, cada vez mais profundo, da crise econômica global sobre o emprego.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Das 101 vítimas, 48 foram assassinadas na Colômbia, 16 na Guatemala, 12 em Honduras, seis no México, seis em Bangladesh, quatro no Brasil, três na República Dominicana, três nas Filipinas, uma na Índia, uma no Iraque e uma na Nigéria. Dos sindicalistas colombianos mortos, 22 ocupavam cargos de direção e cinco eram do sexo feminino, mantendo-se a escalada vinda de anos anteriores. O aumento da violência na Guatemala e Honduras também segue a tendência já registrada nos últimos anos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A Colômbia voltou a ser o país onde a defesa dos direitos fundamentais dos trabalhadores significa, com maior probabilidade que em qualquer outro país, uma sentença de morte, apesar da campanha de relações públicas do governo colombiano em sentido contrário. O agravamento da situação na Guatemala, Honduras e vários outros países é também motivo de extrema preocupação”, declarou o secretário-geral da CSI, Guy Ryder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="wlWriterEditableSmartContent" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:2fc51f1e-cda3-4020-a294-d622972e7eaf" style="display: inline; float: none; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;div id="0553e316-f6bb-4136-bc79-5cb0ad3057aa" style="display: inline; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=9SVsuULpZfw&amp;amp;feature=player_embedded#%21" target="_new"&gt;&lt;img alt="" galleryimg="no" onload="var downlevelDiv = document.getElementById('0553e316-f6bb-4136-bc79-5cb0ad3057aa'); downlevelDiv.innerHTML = &amp;quot;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;object width=\&amp;quot;425\&amp;quot; height=\&amp;quot;355\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;param name=\&amp;quot;movie\&amp;quot; value=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/9SVsuULpZfw&amp;amp;hl=en\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/param&amp;gt;&amp;lt;embed src=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/9SVsuULpZfw&amp;amp;hl=en\&amp;quot; type=\&amp;quot;application/x-shockwave-flash\&amp;quot; width=\&amp;quot;425\&amp;quot; height=\&amp;quot;355\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/embed&amp;gt;&amp;lt;\/object&amp;gt;&amp;lt;\/div&amp;gt;&amp;quot;;" src="http://lh5.ggpht.com/_e-0uHSw4OjQ/TBGfZMtDdCI/AAAAAAAADHE/R7DJg8LizWI/video70ee18cb7c91%5B3%5D.jpg?imgmax=800" style="border-style: none;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O informe de 2010 volta a apresentar uma extensa relação de ataques sofridos por sindicalistas que lutam para defender os interesses dos trabalhadores, envolvendo desta vez 140 países. O levantamento está longe de ser preciso, porque muitos trabalhadores e trabalhadoras estão privados dos meios para se fazerem ouvir, ou preferem calar por medo das consequências para seus empregos e até mesmo para sua segurança física. Junto à aterradora lista de assassinatos, o relatório documenta pormenorizadamente os assédios, intimidações e outras formas de perseguição antissindical.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também se registraram mais dez tentativas de assassinato e 35 ameaças de morte, de novo na Colômbia e Guatemala principalmente. Ao mesmo tempo, numerosos sindicalistas continuam presos, elevando-se o total em mais cem no ano passado. A maioria das prisões ocorreu no Irã, Honduras, Paquistão, Coreia do Sul, Turquia e Zimbábue, entre outros. A situação geral quanto aos direitos sindicais deteriorou-se ainda mais em numerosos países, entre eles Egito, Federação Russa, Coreia do Sul e Turquia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As forças antidemocráticas continuaram a manter como alvo de seus ataques as atividades sindicais, cientes de que os sindicatos costumam situar-se na primeira linha na hora de defender a democracia. Isto ficou evidente em Honduras, nos episódios de violência que se seguiram ao golpe de Estado; e na Guiné, durante uma manifestação de protesto contra a Junta no poder, que desembocaria em uma terrível matança a 28 de setembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em cada uma das regiões, foram contabilizados numerosos casos de repressão a greves e ataques contra grevistas. Milhares de trabalhadores e trabalhadoras, que se manifestavam para reclamar salários, denunciar condições de trabalho extremas ou os efeitos perversos da crise financeira e econômica mundial, foram vítimas de agressões, detenções e prisões, em países como a Argélia, Argentina, Bielorrússia, Birmânia, Costa do Marfim, Egito, Honduras, Índia, Irã, Quênia, Nepal, Paquistão e Turquia. Em Bangladesh, seis operários têxteis em greve por reajuste salarial e o pagamento de salários atrasados perderam a vida em consequência de uma intervenção policial. Em muitos países, também ocorreram demissões de trabalhadores devido às suas atividades sindicais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os patrões continuaram recorrendo a pressões e iniciativas destinadas a destruir os sindicatos. Em vários países, diversas empresas ameaçaram os trabalhadores com o fechamento das unidades de produção se optassem por organizar ou filiar-se a um sindicato. Em muitos casos, as companhias simplesmente se recusaram a negociar com os representantes legais dos trabalhadores, sem que as autoridades fizessem algo a respeito. Algumas legislações trabalhistas sofreram emendas para permitir maior “flexibilidade” e desmontar sistemas de seguridade social, o que com frequência tem forte impacto sobre as relações industriais e incide negativamente sobre os direitos sindicais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O enfraquecimento das normas trabalhistas internacionalmente reconhecidas tem levado um número cada vez maior de trabalhadores a enfrentar a insegurança e a vulnerabilidade no emprego: 50% da mão-de-obra global trabalham em regime precário. Isso afeta os trabalhadores e trabalhadoras nas zonas francas industriais, especialmente no Sudeste Asiático e na América Central; os empregados em serviços domésticos, sobretudo no Oriente Médio e Sudeste Asiático; os imigrantes e os trabalhadores agrícolas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deve-se mencionar que as mulheres representam a maioria da mão-de-obra nesses setores. Ao mesmo tempo, verificou-se o crescimento do emprego informal e o desenvolvimento de novas formas de emprego “atípico”, tanto nas regiões como nos diversos segmentos industriais. As dificuldades com que esses trabalhadores se deparam, na hora de organizar-se ou exercerem seus direitos sindicais, estão em relação direta com sua posição vulnerável no mercado de trabalho. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O documento destaca ainda muitos casos nos quais, mesmo quando os direitos sindicais estão oficialmente protegidos pela legislação, as restrições no amparo jurídico ou uma aplicação débil ou inexistente das leis se somam à vulnerabilidade dos trabalhadores que lutam nas profundezas da crise. Em um grande número de países, as greves sofrem severas restrições ou simplesmente são proibidas. Por outro lado, procedimentos complexos, a imposição da arbitragem compulsória e o recurso a definições excessivamente amplas dos “serviços essenciais” fazem com que o exercício dos direitos sindicais frequentemente se torne impossível na prática, privando os trabalhadores e trabalhadoras de seus direitos legítimos de contar com uma representação sindical e participar de atividades ou movimentos trabalhistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O relatório da CSI recorda que em 2009 foi celebrado o 60º aniversário da Convenção 98 da OIT sobre o direito de sindicalização e negociação coletiva. Países como o Canadá, China, Índia, Irã, Coreia do Sul, México, Tailândia e Estados Unidos ainda não ratificaram o documento, significando que quase metade da população economicamente ativa do mundo não está sob a proteção dos dispositivos desse acordo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O informe da CSI deste ano mostra que a maioria dos trabalhadores e trabalhadoras do mundo ainda carecem de uma proteção efetiva de seus direitos de organizar sindicatos e negociar coletivamente, o que representa um fator essencial para o aumento, a longo prazo, da desigualdade econômica dentro e entre os países. Os rendimentos inadequados para a maioria da mão-de-obra mundial contribuíram para provocar a crise econômica global, e estão tornando muito mais difícil colocar a economia no caminho do crescimento sustentado”, comentou o secretário-geral da confederação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Tradução: Dilair Aguiar&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: ITUC-CSI&lt;span style="font-size: x-small;"&gt; &lt;a href="http://www.ituc-csi.org/informe-anual-de-la-csi.html?lang=es"&gt;(http://www.ituc-csi.org/informe-anual-de-la-csi.html?lang=es)&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-7930644373120951592?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/7930644373120951592/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=7930644373120951592' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/7930644373120951592'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/7930644373120951592'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2010/06/global-101-sindicalistas-foram.html' title='Global: 101 sindicalistas foram assassinados em 2009'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/_e-0uHSw4OjQ/TBGfZMtDdCI/AAAAAAAADHE/R7DJg8LizWI/s72-c/video70ee18cb7c91%5B3%5D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-7883415081743557178</id><published>2010-06-10T20:03:00.012-03:00</published><updated>2010-06-11T22:19:57.155-03:00</updated><title type='text'>Egito: Trabalhadores homenageiam mártires da Flotilha da Liberdade</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.blogger.com/%3Cobject%20classid=%22clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000%22%20codebase=%22http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=9,0,115,0%22%20width=%22425%22%20height=%22319%22%20id=%22qikPlayer%22%20align=%22middle%22%3E%3Cparam%20name=%22allowScriptAccess%22%20value=%22sameDomain%22%20/%3E%3Cparam%20name=%22allowFullScreen%22%20value=%22true%22%20/%3E%3Cparam%20name=%22movie%22%20value=%22http://qik.com/swfs/qikPlayer5.swf%22%20/%3E%3Cparam%20name=%22quality%22%20value=%22high%22%20/%3E%3Cparam%20name=%22bgcolor%22%20value=%22#333333%22%20/%3E%3Cparam%20name=%22FlashVars%22%20value=%22streamID=7309fbf247bc419ebc7396bacf282baa&amp;amp;autoplay=false%22%20/%3E%3Cembed%20src=%22http://qik.com/swfs/qikPlayer5.swf%22%20quality=%22high%22%20bgcolor=%22#333333%22%20width=%22425%22%20height=%22319%22%20name=%22qikPlayer%22%20align=%22middle%22%20allowScriptAccess=%22sameDomain%22%20allowFullScreen=%22true%22%20type=%22application/x-shockwave-flash%22%20pluginspage=%22http://www.macromedia.com/go/getflashplayer%22%20FlashVars=%22streamID=7309fbf247bc419ebc7396bacf282baa&amp;amp;autoplay=false%22%3E%3C/embed%3E%3C/object%3E"&gt;&lt;object align="middle" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=9,0,115,0" height="319" id="qikPlayer" width="425"&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="sameDomain" /&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true" /&gt;&lt;param name="movie" value="http://qik.com/swfs/qikPlayer5.swf" /&gt;&lt;param name="quality" value="high" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#333333" /&gt;&lt;param name="FlashVars" value="streamID=7309fbf247bc419ebc7396bacf282baa&amp;amp;autoplay=false" /&gt;&lt;embed src="http://qik.com/swfs/qikPlayer5.swf" quality="high" bgcolor="#333333" width="425" height="319" name="qikPlayer" align="middle" allowScriptAccess="sameDomain" allowFullScreen="true" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" FlashVars="streamID=7309fbf247bc419ebc7396bacf282baa&amp;amp;autoplay=false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Hossam el-Hamalawy&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A atual onda de greves no Egito não ocorre apenas por reivindicações econômicas, envolve da mesma forma questões políticas. O movimento grevista também significa uma retomada da consciência de setores da classe trabalhadora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então vemos um funcionário público que nunca se engajou na política, mas adere a uma greve por melhores condições de trabalho e demonstra uma inesperada capacidade organizativa (até para ele mesmo), tornando-se um dos líderes do movimento (ver &lt;a href="http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2010/03/egito-aumentam-os-protestos-de.html"&gt;Egito: Aumentam os protestos de trabalhadores no Cairo&lt;/a&gt;). Ao fim da vitoriosa paralisação, esse servidor público, junto a seus camaradas, participa da construção do primeiro sindicato independente do país em meio século.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desempenha hoje um papel ativo na vida política, está presente em todos os protestos pela democracia e ajuda a disseminar a experiência dos agentes tributários na formação de um sindicato livre entre outras categorias profissionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas este é somente um caso. Outro exemplo pode ser visto neste vídeo, no qual operários das fábricas Tanta Flax, Amonsito e Mahalla participam de um ato de denúncia e protesto contra o mortífero ataque israelense à Flotilha da Liberdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses trabalhadores começaram a lutar há poucos anos, contra problemas específicos em suas fábricas. Mas, com o tempo, sua consciência foi se transformando, alguns deles começaram a ter uma visão mais ampla, associando os problemas das fábricas com a situação política do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora traçam um paralelo entre a política do Estado em relação a eles com a atitude de Israel a respeito dos palestinos, e começam a se organizar em apoio aos palestinos, enquanto continuam a combater por suas reivindicações específicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me indigno quando alguém me diz que esta onda de greves não é política... Este movimento está mudando a vida de milhões de trabalhadores que dele participam, e neles reside a esperança de mudar o sistema...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Hossam el-Hamalawy é um jornalista egípcio residente no Cairo&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Tradução : Dilair Aguiar&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: 3arabawy &lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(&lt;a href="http://www.arabawy.org/2010/06/04/politicization_workers"&gt;http://www.arabawy.org/2010/06/04/politicization_workers&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://qik.com/video/7063928"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-7883415081743557178?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/7883415081743557178/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=7883415081743557178' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/7883415081743557178'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/7883415081743557178'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2010/06/egito-operarios-homenageiam-martires-da.html' title='Egito: Trabalhadores homenageiam mártires da Flotilha da Liberdade'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-6188305652981290572</id><published>2010-03-31T14:22:00.004-03:00</published><updated>2010-03-31T14:26:50.727-03:00</updated><title type='text'>Finlândia: Fujitsu terá de pagar € 2,45 milhões por dispensas ilegais</title><content type='html'>Em 2000, a companhia japonesa Fujitsu fechou sua fábrica de computadores pessoais em Espoo, perto de Helsinki. A decisão foi tomada sem que a empresa realizasse a consulta prévia obrigatória aos representantes dos trabalhadores, violando a legislação finlandesa que regula as relações trabalhistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dez anos depois, onze sindicatos finlandeses, entre os quais o Metallityöväen Liitto r.y. (Sindicato dos Metalúrgicos) e o Toimihenkilöunioni - TU (Sindicato dos Empregados Assalariados), representando 223 dos 450 trabalhadores demitidos, ganharam o processo movido contra a Fujitsu por dispensa ilegal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sentença do Supremo Tribunal da Finlândia, emitida a 8 de março, determina que a empresa terá de pagar seis meses de salário aos funcionários demitidos, numa indenização de € 2,45 milhões (R$ 5,9 milhões), além de juros contabilizados a partir de maio de 2001 e as custas do processo legal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O veredito foi tomado em base às diretrizes sobre demissões em massa da Corte Européia de Justiça (CEJ), adotadas pelo Supremo Tribunal finlandês em setembro de 2009. Segundo o tribunal, a Fujitsu deveria ter consultado os representantes de fábrica antes de tomar a decisão final.&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;A maior parte dos trabalhadores que serão indenizados pertence ao Metallityöväen Liitto r.y, com direito a € 1,44 milhão. A segunda maior parcela da compensação – € 490 mil – irá para os membros do Toimihenkilöunioni - TU. Dos onze sindicatos participantes da ação, há filiados a todas as três confederações sindicais do país, SAK, STTK e Akava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fontes dos sindicatos assinalaram que a decisão do Supremo Tribunal estabeleceu jurisprudência a respeito, esperando que, no futuro, os empregadores considerem cuidadosamente o custo de ignorar a legislação sobre cooperação e consulta nas companhias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Tradução: Dilair Aguiar&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: FITIM &lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(&lt;a href="http://www.imfmetal.org/index.cfm?c=22601&amp;amp;l=2"&gt;http://www.imfmetal.org/index.cfm?c=22601&amp;amp;l=2&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-6188305652981290572?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/6188305652981290572/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=6188305652981290572' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/6188305652981290572'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/6188305652981290572'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2010/03/finlandia-fujitsu-tera-de-pagar-245.html' title='Finlândia: Fujitsu terá de pagar € 2,45 milhões por dispensas ilegais'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-7229715191375272808</id><published>2010-03-29T17:36:00.004-03:00</published><updated>2010-03-29T18:30:42.183-03:00</updated><title type='text'>Egito: Aumentam os protestos de trabalhadores no Cairo. E crescem as vendas em uma barraca de falafel</title><content type='html'>Por Matt Bradley&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_e-0uHSw4OjQ/S6_i-r1ih6I/AAAAAAAADG4/4jO61JYhC3k/cairo_thumb%5B9%5D.jpg?imgmax=800" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img align="right" alt="Mesmo com desconto, preço do falafel ainda é alto para os manifestantes" border="0" height="214" src="http://lh4.ggpht.com/_e-0uHSw4OjQ/S6_i-r1ih6I/AAAAAAAADG4/4jO61JYhC3k/cairo_thumb%5B9%5D.jpg?imgmax=800" title="Mesmo com desconto, preço do falafel ainda é alto para os manifestantes" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Quando  os egípcios protestam contra injustiças, em geral se manifestam na  frente da Assembleia Popular, equivalente à Câmara de Deputados. E  durante as concentrações diante do prédio, que às vezes se prolongam por  dias, se alimentam com falafel – um bolinho de grão-de-bico – na  barraca Abu Hamdy.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Há mais deles que o habitual,  porque não têm dinheiro e os salários são baixos. Então, acabamos  fazendo descontos”, diz Mohammed Khalaf, o cozinheiro da barraca,  falando como se estivesse num púlpito, do alto do balcão elevado, atrás  de pilhas de falafel e saladas prontas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Todos querem  falafel. É melhor que carne. Com dois deles, você pode protestar o dia  inteiro”, fez questão de garantir o comerciante. Nos dois últimos meses,  com centenas de manifestantes cantando, gritando, dormindo e comendo  bem perto da barraca, as vendas aumentaram muito, relatou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os  protestos cada vez mais numerosos são mais um sinal do crescente  descontentamento entre os trabalhadores egípcios, muitos deles duramente  atingidos pelas reformas econômicas liberalizantes adotadas pelo  governo e a privatização de estatais que, historicamente, empregam o  grosso da força de trabalho do país, afirmam observadores políticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas  a tendência pode também refletir a maior disposição dos egípcios  descontentes em levar suas vozes diretamente aos que estão no comando –  mesmo que isto signifique acampar nas calçadas por semanas a fio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Issandr al Amrani, analista político independente e autor do blog &lt;i&gt;Arabist&lt;/i&gt;,  comenta: “pode-se dizer que estamos vendo um aumento neste tipo de  protesto. Nas cidades industriais mais prejudicadas, não há muita  atenção da mídia. Ao protestarem diante do Parlamento, conseguem  despertar o interesse”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A insatisfação entre os  trabalhadores egípcios vem se avolumando há bastante tempo, de acordo  com Amrani, e recentes vitórias estimularam ainda mais as mobilizações  que agora são vistas na capital egípcia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há dois anos,  cerca de dez mil coletores de impostos acamparam durante 12 dias nas  calçadas diante da Assembleia Popular – uma estratégia que os demais  manifestantes vêm reproduzindo nos últimos meses – até que os  parlamentares aprovaram um ajuste de 325% no piso salarial da categoria,  além do direito de formar o que continua a ser o único sindicato  independente do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 21 de março, centenas de  trabalhadores da antiga estatal têxtil Amonsito encerraram três semanas  de protestos diante da Shura (Conselho Consultivo do Legislativo),  situada a alguns quarteirões da Assembleia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os  manifestantes conseguiram um acordo com o sindicato nacional dos  têxteis para solucionar sua crítica situação, causada pelo comprador da  estatal, um empresário sírio que saqueou os ativos da empresa e fugiu do  país há cerca de dois anos, deixando os trabalhadores sem emprego.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O  fato de que o regime não reprimiu até agora os protestos motivou todo  tipo de grupos com alguma queixa a recorrer a este método”, observou  Joel Beinin, professor de história do Oriente Médio na Universidade de  Stanford, nos Estados Unidos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beinin elaborou  recentemente um relatório sobre o movimento trabalhista egípcio para o  Solidarity Center, organização não-governamental dedicada aos direitos  dos trabalhador com sede em Washington. “A ampla maioria dos  trabalhadores não está reivindicando mudanças no regime ou  democratização. Tudo está centrado em questões de sobrevivência”, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os  protestos no centro do Cairo ecoam a crescente irritação dos setores  distantes dos círculos do poder, opinou Ibrahim el Eissawy, professor de  economia do Instituto de Planejamento Nacional. Entre 2005 e 2006,  ocorreram pouco mais de 200 protestos de trabalhadores no país, indicou o  professor. No ano seguinte, o número subiu para 600; em 2009, o total  se ampliou a 700 ações de protesto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Os motivos são bem  conhecidos, estão na maioria das vezes associados à deterioração das  condições econômicas dos trabalhadores, funcionários públicos,  empregados do setor privado e mesmo camponeses”, salientou Eissawy. “São  as consequências nefastas das políticas econômicas neoliberais,  sofridas de forma crescente pelas classes mais baixas, as classes  trabalhadoras, funcionários públicos e empregados do setor privado. São  eles que sentem o golpe”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo egípcio, por sua  vez, alega que suas políticas econômicas liberais – que levaram a um  forte decréscimo nos investimentos públicos e a uma ampla privatização  das empresas estatais – estão funcionando, e ressalta que a prova disso  são os números. O crescimento econômico manteve-se em torno de inéditos  7% em 2006, 2007 e 2008, antes que a crise financeira mundial o  reduzisse a cerca de 5% no ano passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo  também elevou os salários dos servidores públicos, em uma tentativa de  conter as reações à alta dos preços. Mas os críticos – mesmo entre os  que são favoráveis à privatização do inflado setor público egípcio –  argumentam que o crescimento se deu em grande parte às custas dos mais  pobres, que ainda foram fortemente atingidos pela retração do mercado de  trabalho, deixando cerca de 10% da população sem emprego.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao  mesmo tempo, os preços continuam a subir a um índice superior a 12%,  com as despesas de alimentação se elevando em mais de 21% em fevereiro,  de acordo com a Agência Central de Estatísticas e Mobilização Pública do  Egito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com essa inflação, mesmo o falafel de Khalaf –  vendido aos manifestantes ao preço especial de 75 piastras (centavos) de  libra egípcia (cerca de 25 centavos de Real) – ainda é muito caro. Os  empregados dos centros de processamento de dados do país, muitos deles  completando no dia 24 de março duas semanas acampados diante da  Assembleia, para reivindicar reajustes salariais e benefícios, disseram  ganhar apenas 99 libras egípcias (cerca de R$ 33) por mês. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não  temos estabilidade no emprego, nem pensões”, lamentou Saeed Mungi  Mustafa, que trabalha com estatísticas em um órgão público na província  de Beni Suef, a 120 km ao sul do Cairo. “Estamos indo e vindo todos os  dias, mas o governo não nos dá a mínima atenção”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Tradução: Dilair Aguiar&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Fonte: The National &lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(&lt;a href="http://www.thenational.ae/apps/pbcs.dll/article?AID=/20100326/FOREIGN/703259841/1017"&gt;http://www.thenational.ae/apps/pbcs.dll/article?AID=/20100326/FOREIGN/703259841/1017&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-7229715191375272808?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/7229715191375272808/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=7229715191375272808' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/7229715191375272808'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/7229715191375272808'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2010/03/egito-aumentam-os-protestos-de.html' title='Egito: Aumentam os protestos de trabalhadores no Cairo. E crescem as vendas em uma barraca de falafel'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/_e-0uHSw4OjQ/S6_i-r1ih6I/AAAAAAAADG4/4jO61JYhC3k/s72-c/cairo_thumb%5B9%5D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-1568015599344283415</id><published>2010-03-29T15:09:00.013-03:00</published><updated>2010-05-10T18:11:36.694-03:00</updated><title type='text'>Kuwait: Trabalhadores estrangeiros não podem formar sindicatos</title><content type='html'>&lt;p&gt;Por Ben Garcia&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Os estrangeiros que trabalham no Kuwait não podem formar organizações ou sindicatos próprios, um direito reservado exclusivamente aos cidadãos kuwaitianos, segundo a nova legislação trabalhista do país. A restrição, contudo, não se aplica aos empregadores vindos de outros países, que podem se associar livremente através de entidades representativas de seus interesses.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;O trabalhador paquistanês Iftikar comentou que a nova lei é claramente a favor dos empregadores e cidadãos kuwaitianos, em especial quanto à formação de associações trabalhistas e sindicatos. “Isto é uma evidente violação de nossos direitos como trabalhadores, como se não fizéssemos parte ou não fôssemos afetados pelas decisões tomadas nas empresas. A lei é muito seletiva, discriminando os estrangeiros em relação aos trabalhadores locais”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Iftikar destacou que os estrangeiros são frequentemente vítimas de injustiças ou tratamento discriminatório em muitos locais de trabalho no Kuwait, mas estão impedidos de constituir associações que “nos ajudem não só a lutar por nossos direitos como trabalhadores, mas também como seres humanos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos artigos da nova legislação estabelece que apenas os trabalhadores do Kuwait “têm o direito de formar sindicatos para proteger seus interesses, melhorar suas condições financeiras e sociais e representá-los em todas as questões a eles relacionadas”. Alguns juristas opinaram que esse dispositivo parece ter sido especificamente elaborado para suprimir os direitos dos estrangeiros, reservando-os somente para os kuwaitianos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trabalhador beduíno Hamoud disse ter se sentido muito desapontado com o artigo restritivo. “Precisamos muito de sindicatos no Kuwait, para proteger-nos. O problema aqui é que ninguém ouve as queixas de uma ou duas pessoas. Eles ficariam alarmados se um sindicato defendesse os direitos dos trabalhadores”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Se você estiver sozinho ou num grupo de cinco pessoas, a companhia sequer se incomodará com suas reclamações. Eles podem simplesmente substituir os queixosos. Então, para que se preocupariam com isso? Creio que a nova lei é parcial para o empregador e pouco benéfica para os trabalhadores estrangeiros”, acrescentou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com um levantamento publicado pelo “Kuwait Times”, trabalhavam no país em 2009 cerca de 1,74 milhão de estrangeiros; somando-se seus familiares, o total se eleva a 2,37 milhões, em comparação a 2,6 milhões de pessoas nascidas ou naturalizadas no Kuwait. Dos cidadãos kuwaitianos, 77% estão empregados no setor público, e apenas 4% fazem parte da força de trabalho na iniciativa privada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O levantamento indica ainda que os asiáticos compõem o maior contingente de trabalhadores estrangeiros, com 1,32 milhão, seguidos por 984 mil árabes e 34,5 mil europeus, americanos e australianos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Tradução: Dilair Aguiar&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;Fonte: Kuwait Times &lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(http://www.zawya.com/Story.cfm/sidZAWYA20100325082809/Kuwait:%20Expat%20workers%20not%20allowed%20to%20form%20labor%20unions)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-1568015599344283415?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/1568015599344283415/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=1568015599344283415' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/1568015599344283415'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/1568015599344283415'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2010/03/kuwait-trabalhadores-estrangeiros-nao.html' title='Kuwait: Trabalhadores estrangeiros não podem formar sindicatos'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-8561896926025375545</id><published>2010-03-28T23:26:00.006-03:00</published><updated>2010-03-28T23:40:53.754-03:00</updated><title type='text'>Global: CSI lança campanha para a sindicalização de jovens</title><content type='html'>&lt;div class="wlWriterEditableSmartContent" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:a103756e-40e1-4754-899a-a823d97e7e54" style="display: inline; float: none; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;div id="71c5bf52-8ec5-4b3c-925c-54999eb6add4" style="display: inline; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/%3Cobject%20width=%22640%22%20height=%22385%22%3E%3Cparam%20name=%22movie%22%20value=%22http://www.youtube.com/v/PWvuOqCEU9U&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;%22%3E%3C/param%3E%3Cparam%20name=%22allowFullScreen%22%20value=%22true%22%3E%3C/param%3E%3Cparam%20name=%22allowscriptaccess%22%20value=%22always%22%3E%3C/param%3E%3Cembed%20src=%22http://www.youtube.com/v/PWvuOqCEU9U&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;%22%20type=%22application/x-shockwave-flash%22%20allowscriptaccess=%22always%22%20allowfullscreen=%22true%22%20width=%22640%22%20height=%22385%22%3E%3C/embed%3E%3C/object%3E" target="_new"&gt;&lt;img alt="" galleryimg="no" onload="var downlevelDiv = document.getElementById('71c5bf52-8ec5-4b3c-925c-54999eb6add4'); downlevelDiv.innerHTML = &amp;quot;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;object width=\&amp;quot;425\&amp;quot; height=\&amp;quot;355\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;param name=\&amp;quot;movie\&amp;quot; value=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/PWvuOqCEU9U&amp;amp;hl=en\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/param&amp;gt;&amp;lt;embed src=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/PWvuOqCEU9U&amp;amp;hl=en\&amp;quot; type=\&amp;quot;application/x-shockwave-flash\&amp;quot; width=\&amp;quot;425\&amp;quot; height=\&amp;quot;355\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/embed&amp;gt;&amp;lt;\/object&amp;gt;&amp;lt;\/div&amp;gt;&amp;quot;;" src="http://lh3.ggpht.com/_e-0uHSw4OjQ/S7AP0FcK0kI/AAAAAAAADHA/by3VndYwGus/videodf1319ab7cbe%5B3%5D.jpg?imgmax=800" style="border-style: none;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="clear: both; font-family: Verdana,sans-serif; font-size: 0.8em;"&gt;&lt;b&gt;Joe, personagem da campanha de filiação sindical&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A Confederação Sindical Internacional (CSI) lançou no dia 23 de março uma nova campanha para conectar o movimento sindical mundial aos jovens. A Campanha da Juventude utiliza uma série de ferramentas, como vídeos, redes sociais e páginas na internet (&lt;a href="http://www.changetheworld-now.com/"&gt;http://www.changetheworld-now.com/&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://youth.ituc-csi.org/"&gt;http://youth.ituc-csi.org/&lt;/a&gt;), assim como um guia especial de orientação para os sindicatos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pesquisas feitas em diversos países demonstraram que as atitudes dos jovens em relação às questões abordadas pelos sindicatos não se modificaram muito ao longo dos anos. Já as organizações sindicais, diante das mudanças ocorridas na mão-de-obra, na tecnologia e na sociedade, passaram a buscar novas formas de atingir a juventude.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A campanha se destina a demonstrar que, ao unir-se a um sindicato, os jovens podem exercer influência em questões e acontecimentos de seu interesse a nível global, assim como melhorar sua própria vida profissional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levando em conta as diferenças nacionais e setoriais nas formas com que as entidades realizam o trabalho de sindicalização, a campanha oferece novas opções aos argumentos convencionais, centrando-se no aspecto internacional de ser associado a um sindicato e relacionando-o às próprias experiências pessoais dos jovens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As organizações sindicais podem escolher diversas sugestões a partir de um menu e integrá-las às campanhas, ações ou atividades que já estejam efetuando em seus países. Também são fornecidos materiais em vários formatos, com a finalidade de ajudar os sindicatos a desenvolver novos esforços para alcançar especificamente a juventude.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Os benefícios da filiação sindical para os jovens são claros. A campanha proporciona novas ferramentas para que os sindicatos de todo o mundo demonstrem a dimensão global da ação sindical, de uma forma relevante para a gente jovem. Também oferece um novo impulso para a inovação e a criatividade nas formas usadas pelos sindicatos para chegar aos seus membros e a sociedade em geral”, declarou o secretário-geral da CSI, Guy Ryder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Tradução: Dilair Aguiar&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: CSI &lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(&lt;a href="http://www.ituc-csi.org/new-ituc-campaign-on-organising.html?lang=en"&gt;http://www.ituc-csi.org/new-ituc-campaign-on-organising.html?lang=en&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-8561896926025375545?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/8561896926025375545/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=8561896926025375545' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/8561896926025375545'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/8561896926025375545'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2010/03/global-csi-lanca-campanha-para.html' title='Global: CSI lança campanha para a sindicalização de jovens'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/_e-0uHSw4OjQ/S7AP0FcK0kI/AAAAAAAADHA/by3VndYwGus/s72-c/videodf1319ab7cbe%5B3%5D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-7434606196048474796</id><published>2010-03-27T01:24:00.010-03:00</published><updated>2010-03-27T12:37:33.667-03:00</updated><title type='text'>Canadá: Mineiros em greve rejeitam contrato da Vale por 87% dos votos</title><content type='html'>Por Jamie West&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há oito meses, os três mil trabalhadores siderúrgicos da minha seção sindical estão em greve na minas de níquel e cobre em Ontário. Nosso grito de guerra é “Acordo Justo Agora”. E não estamos blefando: a 12 de março, rejeitamos a primeira oferta que recebemos – por 87% dos votos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A legislação trabalhista de Ontário permite ao empregador forçar uma votação durante greves; os trabalhadores recusaram o contrato da Vale por um percentual de votos ainda mais alto do que quando decidiram cruzar os braços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A greve não estava nos planos da seção local 6500 do United Steel Workers (USW – Sindicato dos Trabalhadores Siderúrgicos). A Vale, multinacional sediada no Brasil, comprou a Inco em 2006, por cerca de US$ 19 bilhões, afirmando à época que as minas em Sudbury, a 400 km ao norte de Toronto, eram uma jóia de sua coroa. Nos dois anos seguintes, nós merecemos essa reputação. De 2006 a 2008, a Vale obteve em torno de US$ 4,2 bilhões com as operações da Inco, quase o dobro do que a antiga companhia ganhou nos dez anos precedentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o que fez essa corporação multinacional para retribuir à sua força de trabalho pela produção recorde e o lucro recorde? Exigiu concessões recorde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em julho passado, ofereceram-nos demissões em massa, atingindo todos com menos de sete anos de serviço, a extinção de pensões definidas para novos contratados, cortes na participação nos lucros em períodos de bonança, menos postos de segurança em um local de trabalho inerentemente perigoso, eliminação dos reajustes pelo custo de vida, normas mais brandas para a terceirização, nenhuma proteção sindical para novos contratados durante seis meses e sanções mais rigorosas para o absenteísmo, ignorando a garantia canadense de dez dias remunerados anuais por motivo de doença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;TIRANDO VANTAGEM&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre março e junho do ano passado, afundamos na mesma terrível recessão enfrentada por todos. Inicialmente, a Vale nos disse que nossos negócios estavam fortes e que deveríamos “resistir à intempérie”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A seção 6500 ofereceu a prorrogação do contrato até a estabilização dos mercados. Adiamos por duas vezes sua data de expiração. Nossa demonstração de boa fé permitiu à Vale concluir a reconstrução de sua fundição e se preparar para a greve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A companhia tentou se aproveitar do sentimento de medo e retrocesso depois que a Chrysler e a GM arrancaram importantes concessões dos operários automobilísticos. Antes do término do contrato, em julho, a Vale demitiu 900 trabalhadores e deixou claro que mais dispensas viriam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a paralisação começou, a Vale trouxe uma força de segurança privada para intimidar e assediar os grevistas. Oito meses depois, eles ainda estão parando seus carros diante de nossas casas, seguindo nossas mulheres até seus empregos e mandando investigadores particulares para espionar nossas assembleias sindicais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos últimos meses do ano passado, a Vale anunciou que nossas minas, usina e fundição seriam reativadas com fura-greves. Nos 107 anos de mineração em Sudbury e numerosas greves, esta é a primeira vez que uma empresa tenta manter-se em funcionamento durante uma disputa trabalhista. Pior ainda, os primeiros substitutos eram funcionários administrativos e técnicos da unidade 2020 do USW obrigados a fazer nosso trabalho. Em seguida, começaram a aparecer anúncios buscando fura-greves, a US$ 5 mil por semana. A produção era porém tão lenta que os grevistas a apelidaram de operação “sem fins lucrativos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;TRAIÇÃO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Vale traiu toda a comunidade, não apenas os trabalhadores que lhe asseguraram lucros recorde. Instituiu um sistema de compras que exclui o comércio local. Este fato está evidenciado na loja de equipamentos industriais Donn-Marr, numa mensagem pintada com spray na vitrina: “31 anos – agora fechada – obrigado VALE”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A empresa também se recusou a cumprir as leis contra incêndio e de zoneamento, que proíbem que trabalhadores substitutos durmam no interior de um complexo industrial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a cidade hesita em confrontar a Vale: no final de fevereiro, a companhia golpeou nosso sindicato e seus líderes com ações judiciais multimilionárias, acusando-nos de “gangsterismo”. Outras ações intimidatórias foram iniciadas contra muitos militantes de base, devido a declarações feitas em nossa página no Facebook e por ações nos piquetes (a maioria por tirar fotos dos fura-greves).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;CAMPANHA GLOBAL&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O United Steelworkers International, por sua vez, lançou uma ambiciosa campanha para combater a Vale onde quer que ela faça negócios. Seus membros viajaram à Coreia, Austrália, Indonésia, Nova Caledônia, Brasil, Inglaterra e cidades como Nova York para divulgar as denúncias. Grevistas e aliados sindicais seguiram um carregamento de minério produzido pelos fura-greves por todo o caminho até os clientes, na Alemanha e Suécia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onde quer que os executivos da Vale apareçam, o United Steelworkers e seus aliados estão presentes. De fato, chegou-se a um ponto no qual a empresa passou a cancelar eventos, para não se deparar conosco novamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas se há um ponto positivo no conflito, este é a solidariedade à seção 6500, mais forte que nunca. Além dos piquetes, temos assembleias duas vezes por semana, um banco de alimentos e um centro de donativos. Nas noites de quinta-feira, temos um encontro musical em nosso sindicato, e realizamos constantemente eventos especiais para manter o espírito elevado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os piquetes continuam firmes, ainda que sob forte tensão, pois não podemos impedir os fura-greves. Alguns grevistas foram trabalhar em outras cidades, mas a participação está crescendo: nossas concentrações se tornam maiores e maiores a cada mês. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ônibus de toda a região de Ontário convergirão a Sudbury a 22 de março, quando 40 delegados de sindicatos da Vale de várias partes do mundo ligarão esta às suas próprias lutas. Se seguirá uma semana de ações globais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resultado de nossa greve definirá o tom para outros mineiros da Vale em todo o mundo, para os trabalhadores do setor privado no Canadá e para os servidores públicos também, já que nossos ganhos ou perdas são transferidos para outros trabalhadores. Este conhecimento nos torna ainda mais decididos a permanecermos firmes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Jamie West é membro da seção local 6500 do USW&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Tradução: Dilair Aguiar&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: &lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;a href="http://www.labornotes.org/2010/03/striking-ontario-miners-defy-vale-inco-overwhelming-%E2%80%98no%E2%80%99-vote"&gt;http://www.labornotes.org/2010/03/striking-ontario-miners-defy-vale-inco-overwhelming-%E2%80%98no%E2%80%99-vote&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-7434606196048474796?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/7434606196048474796/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=7434606196048474796' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/7434606196048474796'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/7434606196048474796'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2010/03/trabalhadores-da-vale-no-canada-dizem.html' title='Canadá: Mineiros em greve rejeitam contrato da Vale por 87% dos votos'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-2362277021380237005</id><published>2010-02-08T20:56:00.006-02:00</published><updated>2010-03-27T12:39:26.052-03:00</updated><title type='text'>Grécia: Greve geral contra cortes no orçamento público</title><content type='html'>Agentes tributários e funcionários da alfândega gregos cruzaram os braços no dia 4 de fevereiro, dando início a uma onda de greves contra medidas de austeridade econômica anunciadas pelo governo. Servidores públicos, médicos e trabalhadores do setor privado também irão paralisar as atividades, culminando em uma greve geral ainda este mês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os funcionários da Receita realizaram uma greve de dois dias, precedendo paralisações dos funcionários públicos e médicos no dia 10 de fevereiro. A greve geral poderá ocorrer dia 24, se a proposta for aprovada pela principal entidade do setor privado do país, a Confederação Geral de Trabalhadores da Grécia (GSEE), com cerca de 600 mil filiados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os sindicatos gregos se manifestaram totalmente contra o programa de austeridade para reduzir o déficit do orçamento público, de 17,7% no ano passado a menos de 3% em 2012. Os trabalhadores consideram o plano muito severo e temem que a situação se agrave ainda mais devido às especulações do mercado financeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Comissão Européia endossou o programa de redução do déficit grego no dia 3 de fevereiro, recomendando ao governo de Atenas que reduza os salários do funcionalismo e corte os gastos públicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os membros da GSEE devem aprovar a data de 24 de fevereiro sugerida pelo líder da confederação, Yiannis Panagopoulos. “Lamento profundamente que o governo tenha se curvado aos desejos dos mercados”, afirmou o dirigente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os sindicatos do setor público, agrupados na ADEDY, convocaram uma greve nacional para 10 de fevereiro, em protesto contra o proposto congelamento de salários e contratações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O governo conclamou os gregos a aceitarem as medidas, advertindo que o país não pode arcar com greves ou os recentes bloqueios de estradas organizados por agricultores, que reivindicam subsídios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em dezembro, milhares de manifestantes tomaram as ruas de Atenas, para protestar contra os cortes orçamentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Tradução: Dilair Aguiar&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: Deutsche Welle &lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(&lt;a href="http://www.dw-world.de/dw/article/0,,5214497,00.html"&gt;http://www.dw-world.de/dw/article/0,,5214497,00.html&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-2362277021380237005?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/2362277021380237005/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=2362277021380237005' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/2362277021380237005'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/2362277021380237005'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2010/02/gregos-preparam-greve-geral-contra.html' title='Grécia: Greve geral contra cortes no orçamento público'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-1776194998776380007</id><published>2010-02-08T11:28:00.005-02:00</published><updated>2010-03-27T12:42:34.284-03:00</updated><title type='text'>Reino Unido: Tripulante derrota British Airways em caso de discriminação</title><content type='html'>Um tribunal de recursos trabalhistas britânico determinou dia 20 de janeiro que a empresa aérea British Airways (BA) não pode discriminar seus tripulantes de Hong Cong, rejeitando o argumento da companhia de que os direitos empregatícios do Reino Unido não se aplicam a cidadãos de outros países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A British Airways (BA) tem demitido comissárias de bordo de Hong Cong quando estas completam 45 anos, negando-lhes o direito de aposentadoria e pagando apenas uma indenização de alguns poucos milhares de libras esterlinas. Já as tripulantes britânicas se aposentam com plenos direitos 15 anos depois, ao atingirem 60 anos. Segundo a empresa aérea, não haveria discriminação porque as leis trabalhistas britânicas não se aplicam à sua mão-de-obra em Hong Cong.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tribunal reafirmou porém uma sentença precedente de 2008, considerando que a BA agiu incorretamente ao alegar que as tripulantes naturais de Hong Cong estariam excluídas da jurisdição das leis trabalhistas britânicas. Com isso, as funcionárias de bordo da BA demitidas aos 45 anos poderão recorrer à Justiça britânica em ações por discriminação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Federação Internacional de Trabalhadores em Transportes (ITF), filiada à confederação UNITE, que tem liderado a luta para que a BA adote uma política igualitária para todas as tripulações, qualificou de “infame” o tratamento dado pela BA aos funcionários de Hong Cong.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O representante da UNITE para a aviação civil, Steve Turner, comentou que “O tratamento dado pela BA a essas mulheres é infame. Há uma ampla repulsa ao fato de que uma aerolinha nacional – que voa em todo o mundo com a bandeira nacional na cauda de seus aparelhos – tenha a política de tratar as tripulações de outros países como cidadãos de segunda classe. Não é apenas um desperdício a demissão de trabalhadores talentosos e dedicados aos 45 anos, é imoral. Essa prática repercute gravemente na BA como empregadora, além de prejudicar profundamente a reputação britânica no exterior”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A presidente da Associação Internacional de Tripulantes da British Airways de Hong Cong, Carol Ng, que representou as funcionárias e foi uma testemunha-chave para a decisão do tribunal, afirmou que “as tripulações de Hong Cong ficarão muito felizes com o julgamento de hoje, mas temem que a BA simplesmente ignore ou conteste a sentença do tribunal”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Queremos que a BA ouça agora o tribunal – pare de lutar contra seus trabalhadores e não desperdice mais dinheiro negando-lhes justiça”, ressaltou Ng.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Tradução: Dilair Aguiar&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: International Transport Workers' Federation &lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(&lt;a href="http://www.itfglobal.org/news-online/index.cfm/newsdetail/4105"&gt;http://www.itfglobal.org/news-online/index.cfm/newsdetail/4105&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-1776194998776380007?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/1776194998776380007/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=1776194998776380007' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/1776194998776380007'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/1776194998776380007'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2010/02/tripulante-de-hong-cong-vence-luta.html' title='Reino Unido: Tripulante derrota British Airways em caso de discriminação'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-1039299354480039655</id><published>2010-01-21T23:16:00.004-02:00</published><updated>2010-03-27T12:43:40.509-03:00</updated><title type='text'>França: Portuários exigem cumprimento de promessa de empregos</title><content type='html'>Os portuários franceses fixaram 12 de fevereiro como a data final para que o governo cumpra suas promessas de gerar mais empregos. A Confederação Geral do Trabalho (CGT), que representa a maioria dos trabalhadores das docas do país, anunciou que iniciará nesse dia uma operação-padrão nos sete principais portos franceses, incluindo os complexos de Le Havre e Marselha, caso o secretário de Estado dos Transportes, Dominique Bussereau, não apresente garantias adequadas sobre a criação de empregos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os portuários da França já realizaram greves nacionais de 24 horas nos dias 4 e 11 de janeiro, além de se recusarem desde o início de novembro a fazer horas extras ou trabalhar à noite, em protesto pelo não cumprimento, por parte do governo, da promessa de criar 30 mil empregos, feita como parte da reforma dos portos, de propriedade estatal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A disputa surgiu em torno da transferência de cerca de dois mil operadores de guindastes para contêineres e trabalhadores de manutenção para empresas privadas. Procurando conquistar o apoio dos portuários às reformas, o governo garantiu que criaria 30 mil novos empregos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2008, os portuários protagonizaram três meses de greves em rodízio, mas suspenderam as paralisações depois que o Parlamento aprovou as reformas. Além de Le Havre e Marselha, o movimento atingirá os portos de Dunquerque, Rouen, Bordeaux, Nantes-Saint Nazaire e La Rochelle.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Tradução: Dilair Aguiar&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: The Journal of Commerce &lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(http://www.joc.com/node/416082)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-1039299354480039655?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/1039299354480039655/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=1039299354480039655' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/1039299354480039655'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/1039299354480039655'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2010/01/portuarios-exigem-cumprimento-de.html' title='França: Portuários exigem cumprimento de promessa de empregos'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-3366829661142990755</id><published>2010-01-21T21:21:00.007-02:00</published><updated>2010-03-27T12:44:21.122-03:00</updated><title type='text'>Israel: Sindicato da Construção Civil desafia governo</title><content type='html'>O Sindicato da Construção Civil de Israel assinará um novo acordo cobrindo todos os empregados no setor – não importando se são israelenses, palestinos ou estrangeiros convidados, em aberto desafio à campanha do governo direitista para expulsar do país os não-israelenses que trabalham nos canteiros de obras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em recente pronunciamento na maior entidade patronal do país, a Associação de Fabricantes, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu se comprometeu a pôr todos os trabalhadores estrangeiros da construção civil para fora de Israel até 2012, alertando sobre uma “infiltração ilegal” da África. “Nós fundamos um Estado judeu e democrático e não permitiremos que se transforme em um Estado de trabalhadores estrangeiros”, afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jornal “Jerusalem Post”, por sua vez, noticiou que o Parlamento israelense planeja construir novas barreiras e um muro ao longo da fronteira com o Egito, para impedir uma “inundação” de imigrantes africanos em busca de trabalho em Israel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um destacado parlamentar de direita, Ya’acov Katz, pretende criar um fundo especial de treinamento de israelenses para o setor da construção, visando eliminar e substituir totalmente os trabalhadores palestinos e de outros países. A maioria esmagadora dos empregos nos canteiros de obras é ocupada por não-israelenses, grande parte deles palestinos, mas muitos vindos da China e Tailândia, além de diversas regiões da África Subsaariana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A anunciada ofensiva contra os trabalhadores estrangeiros teve como primeira e enérgica resposta o acordo entre o Sindicato da Construção Civil e todas as maiores empreiteiras do país. Segundo a agência noticiosa israelense INN, são definidos patamares salariais para todos os trabalhadores e mestres-de-obras e um processo de recurso para todos os empregados que se considerarem demitidos injustamente, sem distinção de nacionalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre outros pontos, o salário inicial dos trabalhadores do setor será de 4.350 NIS (novo shekel) mensais, alcançando 6.200 NIS de acordo com os anos de experiência. Os mestres-de-obras ganharão entre 6.550 NIS e 8.200 NIS. Os salários serão reajustados em 6% nos próximos dois anos; ao final do biênio, os trabalhadores deverão receber 19% acima do salário mínimo. A jornada de trabalho foi fixada em 42 horas semanais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sindicato, filiado à federação israelense Histadrut, tem se empenhado na organização dos trabalhadores estrangeiros, proporcionando treinamento e representação aos palestinos empregados nas obras do país. Em novembro passado, a entidade realizou seu 12º congresso, tendo como tema “O setor da construção como uma ponte para a paz”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Yitzchak Moyal, reeleito presidente do sindicato, reafirmou a busca de meios para ampliar o acesso de palestinos aos empregos na construção civil, atualmente em forte expansão. Isso inclui uma série de projetos desenvolvidos em conjunto com o Sindicato da Construção Civil da Palestina. Durante o congresso, Moyal destacou que a entidade lutaria para renovar o acordo de forma a contemplar “todos os trabalhadores, sejam israelenses, palestinos ou de outros países”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Tradução: Dilair Aguiar&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: Trade Unions Linking Israel and Palestine (TULIP) &lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(&lt;a href="http://www.tuliponline.org/?p=1448"&gt;http://www.tuliponline.org/?p=1448&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-3366829661142990755?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/3366829661142990755/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=3366829661142990755' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/3366829661142990755'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/3366829661142990755'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2010/01/trabalhadores-da-construcao-civil.html' title='Israel: Sindicato da Construção Civil desafia governo'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-6901537398101956969</id><published>2009-12-10T14:19:00.004-02:00</published><updated>2010-03-27T12:44:47.544-03:00</updated><title type='text'>EUA: Colocando os maus patrões no mapa - literalmente</title><content type='html'>Por Adam Kader&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os empregados em setores de baixos salários e pouca fiscalização, como restaurantes, pequenas construções, limpeza doméstica e oficinas mecânicas, são frequentemente as principais vítimas das crises econômicas, pois os patrões recorrem a todo tipo de trapaças a pretexto de cortar custos. Entre estas, se incluem violações das leis sanitárias e de segurança, várias formas de discriminação, retaliações, assédio sexual, demissões por atividade sindical e o escancarado roubo do dinheiro dos trabalhadores, através do não pagamento de horas extras ou indenizações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_e-0uHSw4OjQ/SyEfpMBl1PI/AAAAAAAADEY/RW9410_xJ0w/s1600-h/AriseChicagoMap.640%5B12%5D.jpg"&gt;&lt;img alt="AriseChicagoMap.640" border="0" height="484" src="http://lh6.ggpht.com/_e-0uHSw4OjQ/SyEfqIn8-gI/AAAAAAAADEc/SN7Yeev6PB0/AriseChicagoMap.640_thumb%5B10%5D.jpg?imgmax=800" style="border: 0px none; display: inline; margin-left: 0px; margin-right: 0px;" title="AriseChicagoMap.640" width="375" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ajudar a combater esta onda de ilegalidade, o centro de trabalhadores Arise de Chicago criou um mapa dos patrões infratores, proporcionando uma poderosa ferramenta visual para a mobilização dos militantes sindicais e trabalhadores. A entidade dispôs de farto material para documentar a exploração dos assalariados, pois prestou assistência a mais de 2.050 trabalhadores nos últimos sete anos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com as queixas apresentadas à Arise, nenhum dos empregados de restaurantes recebeu horas extras. Um trabalhador sofreu um sério ferimento nas costas em uma construção, mas seu empregador recusou-se a pagar a indenização prevista em lei. Um funcionário afro-americano de uma agência de serviço social -- financiada pelo governo – recebeu seus contracheques com entre uma a três semanas de atraso, durante dois anos. Os trabalhadores de uma fábrica de doces não eram autorizados a ir ao banheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um imigrante guatemalteco trabalhava das 7,00 horas da manhã até as 20,00 horas em um lava-rápido, seis dias por semana, ganhando US$ 5,25 por hora. Jamais recebeu os adicionais devidos. Se isso não bastasse, o empregador não fornecia as luvas necessárias para o serviço, e ainda descontava irregularmente os uniformes dos funcionários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Auxiliado pelo Centro para o Desenvolvimento Econômico Urbano de Chicago, da Universidade de Illinois, a Arise realizou um levantamento por “ward” (uma espécie de distrito eleitoral). A pesquisa apontou estabelecimentos infratores em 43 dos 50 distritos da cidade, afetando trabalhadores residentes em 47 “wards”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os integrantes do centro pretendem se reunir com os vereadores dos respectivos distritos para discutir os abusos e buscar apoio a uma resposta mais firme ao maior problema dos empregados de baixa renda: o roubo dos salários. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Representantes de congregações religiosas de 43 distritos participarão das iniciativas. O bispo católico John Manz esteve presente em uma recente reunião com o vereador Danny Solis, do 25° “ward”, onde a Arise registrou mais de dez estabelecimentos infratores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Solis se comprometeu a apresentar a questão perante a Comissão Hispânica do Conselho Municipal (Câmara de Vereadores), enquanto a vereadora Mary Ann Smith anunciou que planeja propor uma lei impedindo a concessão de licenças para que os maus empregadores abram outros negócios. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Arise também iniciará uma série de reuniões para determinar a melhor abordagem para combater o roubo de salários em Chicago – que poderia incluir um decreto municipal igualando a outras formas de furto o não pagamento das remunerações devidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Adam Kader é diretor do Centro de Trabalhadores Arise de Chicago, que faz parte da rede Interconfessional de Justiça ao Trabalhador.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Tradução: Dilair Aguiar&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: Labornotes &lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(&lt;a href="http://labornotes.org/blogs/2009/12/putting-wage-theft-map-literally"&gt;http://labornotes.org/blogs/2009/12/putting-wage-theft-map-literally&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Arise &lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(&lt;a href="http://arisechicago.org/"&gt;http://arisechicago.org/&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-6901537398101956969?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/6901537398101956969/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=6901537398101956969' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/6901537398101956969'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/6901537398101956969'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2009/12/colocando-os-maus-patroes-no-mapa.html' title='EUA: Colocando os maus patrões no mapa - literalmente'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/_e-0uHSw4OjQ/SyEfqIn8-gI/AAAAAAAADEc/SN7Yeev6PB0/s72-c/AriseChicagoMap.640_thumb%5B10%5D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-6593707620084964068</id><published>2009-11-23T00:30:00.002-02:00</published><updated>2010-03-27T12:45:47.195-03:00</updated><title type='text'>Global: Sindicato alemão representará trabalhadores estadunidenses</title><content type='html'>Por David Morgan&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dirigentes sindicais dos Estados Unidos e Alemanha anunciaram dia 18 de novembro uma aliança transatlântica, com o objetivo de fazer com que a multinacional alemã Deutsche Telekom AG mantenha negociações coletivas em sua subsidiária estadunidense, a T-Mobile USA. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sob o inédito acordo, o sindicato alemão Ver.di será o representante oficial dos trabalhadores da T-Mobile USA e do Communications Workers of America (CWA) em conversações diretas com a administração da Deutsche Telekom em Bonn.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O CWA, que até hoje não conseguiu representar os trabalhadores da T-Mobile devido às táticas anti-sindicais adotadas pela empresa, informou que iniciará uma nova campanha de sindicalização e retomará as tentativas para abrir negociações com a subsidiária. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A T-Mobile USA, que ocupa o quarto lugar entre os serviços de telefonia móvel nos Estados Unidos, divulgou um comunicado afirmando que proporciona uma “atmosfera de trabalho amigável” aos seus funcionários, com salários e benefícios “competitivos”, além de alegar que “os trabalhadores rejeitaram com frequência as iniciativas do CWA”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dos três maiores serviços de telefonia móvel dos Estados Unidos – Verizon Wireless, AT&amp;amp;T Mobility e Sprint Nextel Corp – apenas a AT&amp;amp;T tem uma presença sindical significativa, com cerca de 40 mil filiados ao CWA. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nova aliança foi formalizada em um momento no qual os sindicatos estadunidenses esperam que os democratas na Casa Branca e no Congresso ajudem a reverter décadas de declínio do movimento sindical, que se agravou ainda mais durante o governo do republicano George W. Bush. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dirigentes sindicais reclamam que os direitos trabalhistas no país se situam entre os mais fracos do mundo industrializado, levando as companhias européias – onde as normas sobre relações de trabalho são mais elevadas – a considerarem os Estados Unidos como mais uma fonte externa de trabalho barato. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Nós estamos aqui para dizer às companhias multinacionais, neste caso a Deutsche Telekom, que estamos cansados da face de cooperação na Alemanha – seguida pela pancada nos Estados Unidos, o bastão da intolerância”, advertiu o presidente do CWA Larry Cohen, que disse esperar outros acordos transnacionais para que os sindicatos reforcem sua influência na economia global.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Esperamos que a Deutsche Telekom opere em padrões bem acima do mínimo nos Estados Unidos”, acrescentou Cohen, acusando a T-Mobile USA de tentar intimidar e perseguir os trabalhadores favoráveis à sindicalização. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A T-Mobile diz no comunicado que foi acusada pelo menos 12 vezes de práticas trabalhistas ilegais em dez anos, mas não foi considerada culpada ou punida pelas autoridades estadunidenses. Segundo a companhia, no mesmo período o CWA enfrentou mais de 1.200 acusações de práticas injustas. “Certamente o CWA concorda que a simples apresentação de acusações de prática trabalhista injusta não é prova de conduta ilícita”, assinala a nota. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A aliança cria uma nova organização sindical, denominada TUnion, permitindo que o CWA, com 700 mil filiados, recorra à influência do Vereinte Dienstleistungsgewerkshaft (Ver.di), o maior sindicato do mundo, com 2,5 milhões de membros em diversos ramos industriais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Ver.di, que representa 70% dos trabalhadores da Deutsche Telekom e suas subsidiárias européias, recentemente comandou uma greve de 12 semanas contra esse grupo de telecomunicações por problemas de segurança e condições de trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por meio do acordo, os representantes do Ver.di no conselho supervisor da Deutsche Telekom pressionarão a diretoria do grupo a aceitar a sindicalização na T-Mobile USA, coordenando as negociações que se seguirem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Nosso papel como sindicato é usar nossas relações e contatos em todos os níveis da companhia para (...) sustentar os esforços do CWA aqui nos Estados Unidos”, declarou Ado Wilhelm, um dos cinco integrantes da delegação do Ver.di que viajou aos EUA para firmar a aliança. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sindicalização dos trabalhadores da T-Mobile USA aumentaria substancialmente a influência do Ver.di. A subsidiária estadunidense responde por cerca de 25% da receita anual da Deutsche Telekom e, segundo Wilhelm, suas operações contribuíram muito para manter a estabilidade do grupo durante a retração econômica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Tradução: Dilair Aguiar&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Fonte: Reuters &lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(&lt;a href="http://www.reuters.com/article/domesticNews/idUSTRE5AH64E20091118?sp=true"&gt;http://www.reuters.com/article/domesticNews/idUSTRE5AH64E20091118?sp=true&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-6593707620084964068?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/6593707620084964068/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=6593707620084964068' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/6593707620084964068'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/6593707620084964068'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2009/11/sindicato-alemao-representara_23.html' title='Global: Sindicato alemão representará trabalhadores estadunidenses'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-5390370816047073730</id><published>2009-11-22T23:52:00.007-02:00</published><updated>2010-03-27T12:53:47.216-03:00</updated><title type='text'>EUA: Estudantes forçam empresa a reabrir fábrica em Honduras</title><content type='html'>As organizações estudantis dos Estados Unidos que combatem a exploração dos trabalhadores conquistaram sua mais importante vitória dia 14 de novembro: a Russell Athletic, maior fornecedor de uniformes esportivos do país, concordou em reabrir uma de suas fábricas em Honduras – fechada em janeiro passado, depois que seus operários formaram um sindicato – e recontratar todos os 1.200 demitidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a Russell (pertencente ao grupo de confecções Fruit of the Loom) desativou a Jerzees de Honduras (JDH), situada na região de Choloma, transferindo a produção a outras fábricas não sindicalizadas e com mão-de-obra mais barata, a United Students Against Sweatshops (USAS – Estudantes Unidos contra a Exploração) se mobilizou em universidades e faculdades de toda a América do Norte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="wlWriterEditableSmartContent" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:2486f183-5b26-4d3d-94b2-11de4c5fd1f6" style="display: inline; float: none; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;div id="88d773a5-9b67-4f3c-9ab6-cbe383e41229" style="display: inline; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=SgL1oTkLmks&amp;amp;feature=related" target="_new"&gt;&lt;img alt="" galleryimg="no" onload="var downlevelDiv = document.getElementById('88d773a5-9b67-4f3c-9ab6-cbe383e41229'); downlevelDiv.innerHTML = &amp;quot;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;object width=\&amp;quot;425\&amp;quot; height=\&amp;quot;355\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;param name=\&amp;quot;movie\&amp;quot; value=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/SgL1oTkLmks&amp;amp;hl=en\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/param&amp;gt;&amp;lt;embed src=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/SgL1oTkLmks&amp;amp;hl=en\&amp;quot; type=\&amp;quot;application/x-shockwave-flash\&amp;quot; width=\&amp;quot;425\&amp;quot; height=\&amp;quot;355\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/embed&amp;gt;&amp;lt;\/object&amp;gt;&amp;lt;\/div&amp;gt;&amp;quot;;" src="http://lh5.ggpht.com/_e-0uHSw4OjQ/Swnqv2P8c8I/AAAAAAAADD4/X13WYRq9wVw/videoaf008ff91152%5B9%5D.jpg?imgmax=800" style="border-style: none;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="clear: both; font-size: 0.8em;"&gt;Vídeos da campanha em defesa dos trabalhadores da Jerzees&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Os estudantes, apoiados por sindicatos e entidades de direitos trabalhistas, persuadiram quase uma centena de centros de ensino superior dos EUA e Canadá, incluindo as universidades de Harvard, Stanford, Michigan, Miami e Carolina do Norte, a cancelar seus acordos de licenciamento com a Russell, por violar os direitos dos trabalhadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em declaração divulgada em seu site, a USAS afirma que o acordo entre a Russell e o sindicato dos trabalhadores hondurenhos SITRAJERZEESH constitui “uma das significativas vitórias em campanhas do movimento global por justiça. Nunca antes uma corporação multinacional foi obrigada a reabrir uma instalação fechada na corrida global ladeira abaixo”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Esta vitória também prova que, juntos, podemos revidar com sucesso quando aqueles que detém o poder se aproveitam da crise econômica para atacar os trabalhadores”, ressaltou a entidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de reabrir a fábrica em Choloma, a Russell concordou em proporcionar uma “substancial assistência econômica” aos 1.200 demitidos, permitir a atuação dos organizadores sindicais e instituir um programa conjunto, entre sindicato e empresa, sobre a liberdade de associação dos trabalhadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro ponto fundamental é a adoção de uma política de não-interferência e neutralidade nas atividades dos sindicatos – o que abrirá as portas à representação sindical também nas unidades da matriz. A Fruit of the Loom é um dos maiores empregadores do setor privado de Honduras, com oito fábricas e mais de 10 mil trabalhadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cumprimento do acordo será monitorado por uma comissão conjunta sindicato/empresa, recorrendo-se a um processo de arbitragem no caso de divergências sobre sua implementação ou interpretação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Para os trabalhadores hondurenhos, este acordo representa uma esperança real, sobretudo em meio à crise de desemprego em nosso país”, comentou Evangelina Argueta, coordenadora da Central Geral dos Trabalhadores (CGT) em Choloma, que liderou a luta dos trabalhadores da Jerzees. “Os trabalhadores demitidos não têm renda para sustentar suas famílias. Agora podem ter a garantia de que haverá emprego – isso é o que mais vale”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos últimos dez anos, as iniciativas da USAS contra condições degradantes em muitas fábricas da indústria do vestuário, especialmente nas Américas do Sul e Central, levaram as universidades a adotar códigos de conduta protegendo os direitos dos trabalhadores. Essas normas estão inclusas nos contratos de licenciamento para a fabricação de uniformes, camisetas, moletons e outras peças de roupa com o logotipo das escolas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os códigos de conduta foram uma arma fundamental na luta contra as ações anti-trabalhador da Russell, denunciadas em um relatório do Workers Rights Consortium (WRC – Consórcio pelos Direitos dos Trabalhadores, com mais de 170 universidades filiadas). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A empresa pôs em prática nos últimos dois anos uma política de intimidação e represálias para impedir que os trabalhadores de duas de suas fábricas em Honduras exercessem o direito de se organizar e negociar coletivamente – um direito explicitamente protegido pelas normas de conduta instituídas nos acordos comerciais com as universidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As ações de intimidação começaram com a demissão ilegal de 145 trabalhadores favoráveis à sindicalização em 2007 – que a Russell acabou sendo obrigada a admitir e terá de reverter – e continuaram em 2008, com a perseguição de sindicalistas e constantes ameaças de fechar a fábrica, consumadas em janeiro passado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As negociações entre o sindicato hondurenho e a empresa só começaram em junho passado, depois que a filiação da Russell à Fair Labor Association (FLA – Associação para o Trabalho Justo) foi colocada em “revisão especial”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma investigação da FLA, em resposta a uma queixa da CGT de Honduras, a Clean Clothes Campaign (Campanha Roupas Limpas) e a Maquila Solidarity Network (Rede de Solidariedade das Maquiadoras), confirmou as denúncias do WRC de que “a presença do sindicato foi um fator significativo na decisão de fechar a fábrica”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A FLA, formada em 1999 por organizações da sociedade civil, centros de ensino superior e companhias socialmente responsáveis, confere um selo de qualidade às empresas que atendam voluntariamente aos padrões trabalhistas estabelecidos em seu código de conduta. “As universidades filiadas à FLA têm a garantia de que os produtos de seus fornecedores se originam de fábricas onde os direitos dos trabalhadores são protegidos”, informa o site da entidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mike Powers, representante da Cornell University no conselho do WRC, declarou ao jornal The New York Times que a universidade decidiu cancelar seu contrato com a Russell porque o fechamento da fábrica em Honduras era uma flagrante violação do direito dos trabalhadores de formar um sindicato. E ressaltou: “Este é um acontecimento memorável na história dos direitos dos trabalhadores e para os códigos de conduta que esperamos que nossos licenciados sigam”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em sua declaração, os militantes da USAS destacam que “devemos ganhar força e inspiração com o exemplo dos trabalhadores da Jerzees de Honduras. Podemos lutar – e GANHAR – contra políticas que beneficiem uns poucos privilegiados e prejudiquem nossas comunidades”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Tradução: Dilair Aguiar&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Fontes: AFL-CIO &lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(&lt;a href="http://blog.aflcio.org/2009/11/18/student-anti-sweatshop-activists-score-big-win-for-honduran-workers/"&gt;http://blog.aflcio.org/2009/11/18/student-anti-sweatshop-activists-score-big-win-for-honduran-workers/&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Maquila Solidarity Network &lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(&lt;a href="http://en.maquilasolidarity.org/node/908?SESS89c5db41a82abcd7da7c9ac60e04ca5f=lbvjsup0netcb30vbe4i3brdr6"&gt;http://en.maquilasolidarity.org/node/908?SESS89c5db41a82abcd7da7c9ac60e04ca5f=lbvjsup0netcb30vbe4i3brdr6)&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-5390370816047073730?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/5390370816047073730/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=5390370816047073730' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/5390370816047073730'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/5390370816047073730'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2009/11/estudantes-dos-eua-forcam-empresa.html' title='EUA: Estudantes forçam empresa a reabrir fábrica em Honduras'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/_e-0uHSw4OjQ/Swnqv2P8c8I/AAAAAAAADD4/X13WYRq9wVw/s72-c/videoaf008ff91152%5B9%5D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-6052400951667669975</id><published>2009-11-11T18:45:00.015-02:00</published><updated>2010-03-27T12:54:50.096-03:00</updated><title type='text'>Colômbia: Floricultoras lutam por seus direitos e ocupam fazenda</title><content type='html'>Por W. T. Whitney Jr.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acompanhada por seus filhos e 25 companheiros trabalhadores, a líder grevista Aidé Silva mostrou à nossa pequena delegação trabalhista estadunidense as instalações industrializadas de uma floricultura perto de Madrid, Colômbia. Cerca de 400 floricultores, organizados pela União Nacional de Trabalhadores das Flores (Untraflores), iniciaram uma greve a 14 de setembro. Apenas 35 grevistas estavam presentes durante nossa visita, a 18 de outubro, porque, como lembrou Aidé, era domingo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="wlWriterEditableSmartContent" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:6e3a1a51-576c-449f-9f96-860f3c5e0de4" style="display: inline; float: none; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;div id="927348a3-f5b9-49ba-b2c9-15727ff3f1af" style="display: inline; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=ljMp2pL2coo" target="_new"&gt;&lt;img alt="" galleryimg="no" onload="var downlevelDiv = document.getElementById('927348a3-f5b9-49ba-b2c9-15727ff3f1af'); downlevelDiv.innerHTML = &amp;quot;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;object width=\&amp;quot;425\&amp;quot; height=\&amp;quot;355\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;param name=\&amp;quot;movie\&amp;quot; value=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/ljMp2pL2coo&amp;amp;hl=en\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/param&amp;gt;&amp;lt;embed src=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/ljMp2pL2coo&amp;amp;hl=en\&amp;quot; type=\&amp;quot;application/x-shockwave-flash\&amp;quot; width=\&amp;quot;425\&amp;quot; height=\&amp;quot;355\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/embed&amp;gt;&amp;lt;\/object&amp;gt;&amp;lt;\/div&amp;gt;&amp;quot;;" src="http://lh6.ggpht.com/_e-0uHSw4OjQ/SvsxLY7BrRI/AAAAAAAADDo/r5oRGY8seow/video6e2e915d2ce4%5B3%5D.jpg?imgmax=800" style="border-style: none;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="clear: both; font-size: 0.8em;"&gt;A sindicalista Aidé Silva fala sobre a luta dos floricultores&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Os trabalhadores estão ocupando a fazenda Benilda, com numerosas estufas distribuídas em cerca de 40 hectares, de propriedade dos ricos irmãos Mejia, de Cauca. Corporações multinacionais, como a Dole Food Company, são donas da maioria das plantações de flores próximas a Bogotá. A Colômbia exporta 85% de sua produção de flores cortadas aos Estados Unidos, que adquirem desse país entre 65% e 75% do total de suas importações do produto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os exportadores de flores da Colômbia, auxiliados por subsídios do governo e isenções tarifárias dos Estados Unidos, ganham cerca de US$ 1 bilhão por ano. Em comparação, o total das exportações colombianas aos EUA foi de US$ 13,1 bilhões em 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cerca de três quartos dos grevistas da Benilda são mulheres, com uma média de 20 anos de trabalho no local. Ao todo, 200 mil colombianos trabalham direta ou indiretamente na indústria de flores. A vida de muitos deles é extremamente precária, devido à pobreza ou por terem sido desalojados de suas casas pelos paramilitares e o Exército.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aidé Silva e um pequeno grupo de mulheres formaram o Untraflores em 2001, como alternativa a um sindicato por empresa – “a melhor coisa que já fizemos”, garantiu. Cerca de três mil filiados trabalham na Benilda e em outras seis plantações de flores da região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os trabalhadores em greve reclamam que estão há meses sem receber os salários e que a companhia também não está pagando suas obrigações como auxílio-família, pensões e planos de saúde. A empresa também desviou o equivalente a US$ 800 mil de um programa de poupança para os trabalhadores, denunciaram os grevistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma quantidade impressionante de tubulações de plástico e equipamentos de pulverização descartados é vista junto a longas fileiras de restos de rosas e crisântemos, em uma clara mostra, como afirmou Aidé Silva, da contaminação do lençol freático do planalto de Bogotá e da exposição dos trabalhadores a substâncias tóxicas existentes em herbicidas, fungicidas e fertilizantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A delegação dos Estados Unidos ouviu também Aura Rodriguez, da Corporación Cactus, que presta assistência jurídica aos floricultores. Ela denunciou numerosos casos de exploração sexual e assédio por parte dos chefes, a recusa de emprego a mulheres grávidas e a esterilização forçada de nove trabalhadoras em 2007.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aidé Silva observou que a mídia colombiana retrata as trabalhadoras como “mulheres fáceis”, acrescentando que o receio feminino de perder o meio de sustento dos filhos prejudica sua organização. O salário de um floricultor sindicalizado se situa em torno de US$ 200 por mês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A greve foi iniciada quando os irmãos Mejia decidiram fechar a Benilda, demitindo parte dos trabalhadores e transferindo os demais para outros lugares. Aidé Silva avaliou essa iniciativa como um truque para facilitar uma reorganização do setor junto a outros negócios. Os empresários procuram burlar os direitos trabalhistas através da terceirização, explorando os trabalhadores temporários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A redução de custos serviu como pretexto para as reorganizações. A indústria de flores sofreu uma retração devido à crise econômica, as flutuações cambiais, a inflação, o aumento dos preços dos combustíveis e, supostamente, os custos trabalhistas. Mais de 20 mil floricultores perderam os empregos recentemente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sob a lei colombiana, os irmãos Mejia devem usar os recursos obtidos com a venda da propriedade para saldar as obrigações trabalhistas relativas às pensões e benefícios de saúde, entre outros. Os grevistas ocuparam a fazenda para preservar suas instalações, de forma a garantir o pagamento dos valores a eles devidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os sindicatos colombianos estão apoiando o movimento, assim como a diocese católica da região. A comunidade local, formada em sua maioria por floricultores e famílias expulsas de outras partes do país, também respondeu aos apelos dos grevistas. Aidé Silva citou emocionada uma doação dos cortadores de cana de Cauca, aos quais o Untraflores ajudou no ano passado, durante uma vitoriosa greve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sindicalista considera a indústria de flores do país um caso exemplar, mostrando os potenciais beneficiados e vítimas, se a Colômbia e os Estados Unidos instituirem um regime comercial subordinado às corporações transnacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pediu ainda aos visitantes que se somassem à campanha internacional contra os abusos na indústria de flores, realizando manifestações, boicotes e programações educativas a 14 de fevereiro, o Valentine’s Day (equivalente ao Dia dos Namorados), que é também o Dia Internacional dos Trabalhadores das Flores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao se despedir, Aidé Silva deu um recado final: a unidade entre trabalhadores norte-americanos e latino-americanos é essencial para pôr fim ao imperialismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Tradução: Dilair Aguiar&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: People’s World &lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(&lt;a href="http://www.peoplesworld.org/colombian-women-workers-strike-for-survival/"&gt;http://www.peoplesworld.org/colombian-women-workers-strike-for-survival/&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-6052400951667669975?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/6052400951667669975/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=6052400951667669975' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/6052400951667669975'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/6052400951667669975'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2009/11/floricultoras-lutam-por-seus-direitos-e.html' title='Colômbia: Floricultoras lutam por seus direitos e ocupam fazenda'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/_e-0uHSw4OjQ/SvsxLY7BrRI/AAAAAAAADDo/r5oRGY8seow/s72-c/video6e2e915d2ce4%5B3%5D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-6526538231728199049</id><published>2009-11-11T18:27:00.005-02:00</published><updated>2010-03-27T12:55:55.472-03:00</updated><title type='text'>Tunísia: Trabalhadores são libertados graças a campanha internacional</title><content type='html'>Um movimento internacional pela libertação de trabalhadores e sindicalistas do Cinturão de Mineração da Tunísia atingiu seu objetivo: todos os 38 presos foram anistiados por decreto presidencial, embora seus direitos civis tenham sido cassados. A campanha foi feita por dezenas de entidades de direitos humanos e federações de trabalhadores de todas as partes do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os trabalhadores foram presos em janeiro de 2008, durante protestos causados por uma “competição pelo emprego” nas minas próximas à cidade tunisiana de Gafsa. A escolha foi marcada pelo favoritismo, o que levou a uma escalada de greves e manifestações duramente reprimidas pelas forças de segurança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em julgamentos considerados parciais e injustos, os réus foram acusados de formação de quadrilha para “cometer crimes de agressão contra a ordem pública” e participarem de um “movimento de desobediência, bloqueando as vias públicas”, sendo condenados a penas que variavam de dois a dez anos de prisão. Os advogados dos presos recorreram, mas as sentenças foram reafirmadas em fevereiro deste ano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Tradução: Dilair Aguiar&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: CTUWS &lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(&lt;a href="http://www.ctuws.com/default.aspx?item=380"&gt;http://www.ctuws.com/default.aspx?item=380&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-6526538231728199049?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/6526538231728199049/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=6526538231728199049' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/6526538231728199049'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/6526538231728199049'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2009/11/trabalhadores-tunisianos-libertados.html' title='Tunísia: Trabalhadores são libertados graças a campanha internacional'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-7413977027443329089</id><published>2009-11-09T16:13:00.005-02:00</published><updated>2010-03-27T13:01:24.087-03:00</updated><title type='text'>Global: FITIM e Volkswagen assinam Carta sobre Relações de Trabalho</title><content type='html'>O Conselho Administrativo do Grupo Volkswagen, a Federação Internacional de Trabalhadores na Indústria Metalúrgica (FITIM) e o Conselho Global de Trabalhadores da empresa assinaram dia 29 de outubro uma Carta Mundial sobre Relações de Trabalho, na qual são estabelecidos padrões mínimos obrigatórios para toda a companhia na área de direitos de participação dos órgãos representativos dos trabalhadores nas unidades do grupo em todo o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Carta, firmada durante uma reunião do Conselho Global de Trabalhadores realizada na fábrica da Volkswagen em Zwickau, Alemanha, define direitos de participação dos órgãos representativos dos funcionários nas seguintes áreas: recursos humanos e assuntos sociais, organização do trabalho, sistemas de remuneração, informação e comunicação, treinamento inicial e avançado, saúde e segurança no trabalho, controle e sustentabilidade social e ambiental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O acordo estipula as diferenças entre três estágios de participação: direito de receber informações, direitos de consulta e co-determinação. Nas unidades do grupo, a Carta será implementada em base aos acordos específicos negociados entre as respectivas gerências e representantes dos trabalhadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O documento prevê ainda a realização de simpósios anuais entre a administração e os representantes dos trabalhadores para discutir a situação da fábrica durante o período de planejamento consecutivo e, especialmente, as perspectivas de emprego.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, a Carta assegura aos órgãos representativos dos funcionários o direito de realizar reuniões com a força de trabalho da unidade pelo menos uma vez por ano. Nesses encontros, a gerência deverá fornecer informações sobre a situação econômica, as perspectivas da fábrica e os desdobramentos na área de recursos humanos e assuntos sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente da FITIM Berthold Huber – também presidente do IG Metall – declarou que o acordo se destina a “melhorar os padrões mundiais das relações trabalhistas em todas as unidades. O fato de empregadores e representantes dos funcionários negociarem o futuro das relações de trabalho nestes tempos economicamente problemáticos demonstra a importância dada a essas questões por ambas as partes. A Carta é uma expressão da especial cultura de co-determinação na Volkswagen, cultura na qual a companhia tem tido pleno êxito”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Tradução: Dilair Aguiar&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: FITIM&lt;span style="font-size: x-small;"&gt; (&lt;a href="http://www.imfmetal.org/index.cfm?c=21199&amp;amp;ol=2"&gt;http://www.imfmetal.org/index.cfm?c=21199&amp;amp;ol=2&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-7413977027443329089?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/7413977027443329089/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=7413977027443329089' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/7413977027443329089'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/7413977027443329089'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2009/11/fitim-e-volkswagen-assinam-carta-global.html' title='Global: FITIM e Volkswagen assinam Carta sobre Relações de Trabalho'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-8937856208967143094</id><published>2009-11-09T14:44:00.004-02:00</published><updated>2010-03-27T13:01:55.630-03:00</updated><title type='text'>Global: Operários da França e EUA comparam suas lutas</title><content type='html'>Por Leah Fried&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chicago foi o local de um encontro entre dois grupos de trabalhadores que protagonizaram extraordinárias ações de resistência ao fechamento de fábricas. Operários franceses que ocuparam em abril uma fábrica da companhia estadunidense de autopeças Molex em Villemur, no sudoeste da França, e retiveram dois gerentes, reagindo à desativação da unidade e a perda de 283 empregos, estiveram recentemente nessa cidade para um protesto na reunião anual de acionistas da empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="wlWriterEditableSmartContent" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:bacc2b68-24d6-485b-b531-920a8cc02c31" style="display: inline; float: none; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;div id="ac6bb89b-d312-407d-bbdd-6a18c9243afa" style="display: inline; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=jvqyJVpQN4o" target="_new"&gt;&lt;img alt="" galleryimg="no" onload="var downlevelDiv = document.getElementById('ac6bb89b-d312-407d-bbdd-6a18c9243afa'); downlevelDiv.innerHTML = &amp;quot;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;object width=\&amp;quot;425\&amp;quot; height=\&amp;quot;355\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;param name=\&amp;quot;movie\&amp;quot; value=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/jvqyJVpQN4o&amp;amp;hl=en\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/param&amp;gt;&amp;lt;embed src=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/jvqyJVpQN4o&amp;amp;hl=en\&amp;quot; type=\&amp;quot;application/x-shockwave-flash\&amp;quot; width=\&amp;quot;425\&amp;quot; height=\&amp;quot;355\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/embed&amp;gt;&amp;lt;\/object&amp;gt;&amp;lt;\/div&amp;gt;&amp;quot;;" src="http://lh6.ggpht.com/_e-0uHSw4OjQ/SvhHBKIp4kI/AAAAAAAADDY/MkHPgje9SNg/videoc00b7995397a%5B3%5D.jpg?imgmax=800" style="border-style: none;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="clear: both; font-size: 0.8em;"&gt;Operários de dois países em ato diante da Molex&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Durante sua estada nos EUA, os franceses se encontraram com operários filiados ao sindicato United Electrical (UE) que, em dezembro passado, ocuparam por seis dias a fábrica da Republic Windows and Doors em Chicago, obrigando o Bank of America a pagar as indenizações e benefícios que lhes eram devidos (ver &lt;a href="http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2009/03/como-os-trabalhadores-da-republic.html"&gt;Republic Windows: como foi a ocupação&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da resistência dos trabalhadores, a Molex fechou a fábrica de Villemur e transferiu suas atividades para a China e Vietnã, como parte de um plano de reestruturação que custou à companhia US$ 120 milhões. Mais de 60 militantes sindicais participaram do protesto no dia 30 de outubro, quando os operários franceses, munidos de procurações, tentaram entrar na reunião de acionistas para indagar se a empresa irá honrar seu próprio código de ética e cumprir as leis dos países onde opera, além de questionar as despesas com a reestruturação. Os recursos não seriam melhor gastos na modernização das fábricas já existentes e na inovação dos produtos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os executivos da Molex, apavorados, impediram a entrada dos operários, mesmo com as procurações. Estranhamente, os trabalhadores também enfrentaram dificuldades ao chegar nos Estados Unidos, sendo detidos por funcionários da alfândega e interrogados sobre suas atividades sindicais. Os agentes dispunham até de jornais franceses com notícias sobre os “chefestros” (ver&lt;a href="http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2009/04/chefestros-se-multiplicam-na-franca.html"&gt; 'Chefestros' se multiplicam na França&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em pelo menos dez ocasiões desde o início deste ano, os trabalhadores da França “seqüestraram” gerentes e diretores de empresas, impedindo que saíssem dos escritórios por algumas horas ou mesmo dias, em protesto contra fechamentos de fábricas ou demissões em massa. Várias companhias decidiram renegociar após seus executivos serem alvo dos “chefestros” – como tais ações ficaram conhecidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após o protesto na reunião de acionistas, os franceses, cujo sindicato faz parte da Confederação Geral dos Trabalhadores (CGT), relataram seu caso aos sindicalistas da United Electric. A Molex comprou a fábrica em 2004 e logo começou a apresentar um grande lucro. Os trabalhadores eram elogiados por sua excelência em produção e serviço. Apesar disso, a companhia comunicou em outubro de 2008 que fecharia a unidade. Os operários decidiram lutar contra essa decisão e defender seu trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que aconteceu em seguida é algo conhecido em todas as partes do mundo: A empresa se negou a dar informações, rejeitou um acordo justo e se recusou a cooperar com o Conselho dos Trabalhadores francês, órgão encarregado de negociar demissões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em resposta, os trabalhadores assumiram o controle da fábrica e impediram a saída de dois gerentes, até que a companhia retomasse as negociações com melhor atitude. Durante a ocupação, os operários descobriram que as máquinas haviam sido retiradas e levadas a outras instalações. Enquanto condenava a ação dos trabalhadores, a Molex transgredia a legislação francesa de várias formas, sem nenhum constrangimento. &lt;br /&gt;Assim, em julho passado, os tribunais franceses se pronunciaram contra a companhia, que respondeu com um locaute. Os operários estão sem trabalho desde essa época, mas jamais abandonaram a luta por seus empregos e pelos benefícios a que têm direito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O encontro em Chicago foi uma oportunidade de trocar idéias sobre como impedir dispensas em massa e as ocupações de fábricas (também estiveram presentes trabalhadores da confecção HartMarx, que recentemente ameaçaram tomar a fábrica ao serem comunicados que esta seria fechada). &lt;br /&gt;Nas três horas de conversa, os operários de ambos os países constataram o quanto têm em comum. Ainda que os bancos tenham tido maior peso na crise industrial estadunidense, tanto nos EUA como na França as empresas agiram da mesma forma – e depararam com a mesma coragem e determinação por parte dos trabalhadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Nenhum idioma, raça ou oceano dividirá os trabalhadores. Recebemos vocês como irmãos, pois estamos unidos na mesma luta”, declarou o dirigente da UE Melvin Maclin aos seus colegas franceses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Tradução: Dilair Aguiar&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: Labornotes &lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(&lt;a href="http://www.labornotes.org/blogs/2009/11/republic-factory-occupiers-meet-french-bossnappers"&gt;http://www.labornotes.org/blogs/2009/11/republic-factory-occupiers-meet-french-bossnappers)&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-8937856208967143094?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/8937856208967143094/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=8937856208967143094' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/8937856208967143094'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/8937856208967143094'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2009/11/operarios-da-franca-e-eua-comparam-suas.html' title='Global: Operários da França e EUA comparam suas lutas'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/_e-0uHSw4OjQ/SvhHBKIp4kI/AAAAAAAADDY/MkHPgje9SNg/s72-c/videoc00b7995397a%5B3%5D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-3986274686465810875</id><published>2009-11-05T14:53:00.005-02:00</published><updated>2010-03-27T13:02:37.464-03:00</updated><title type='text'>Irlanda: Diplomata alega imunidade para fugir de ação trabalhista</title><content type='html'>&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_e-0uHSw4OjQ/SvMDGGOXPhI/AAAAAAAADCw/jqVxdntVtuA/s1600-h/Protesto%20em%20Dublin%5B16%5D.jpg"&gt;&lt;img align="left" alt="Valentyna Khristonsen e o Grupo de Ação dos Trabalhadores Domésticos protestam do lado de fora da embaixada sul-africana em Dublin" border="0" height="198" src="http://lh4.ggpht.com/_e-0uHSw4OjQ/SvMDG3BRGnI/AAAAAAAADC0/uh1CgdGEPuE/Protesto%20em%20Dublin_thumb%5B14%5D.jpg?imgmax=800" style="border: 0px none; margin: 0px 15px 0px 0px;" title="Valentyna Khristonsen e o Grupo de Ação dos Trabalhadores Domésticos protestam do lado de fora da embaixada sul-africana em Dublin" width="267" /&gt;&lt;/a&gt;Militantes do Grupo de Ação dos Trabalhadores Domésticos (DWAG) realizaram dia 4 de novembro um ato público diante da embaixada da África do Sul em Dublin, protestando contra a decisão da embaixadora, Priscilla Jana, de alegar imunidade diplomática para escapar de uma ação iniciada por uma doméstica que trabalhava para ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ação foi impetrada pela ucraniana Valentyna Khristonsen, que trabalhou na residência particular de Jana entre fevereiro de 2006 e agosto de 2008. Khristonsen, que está sendo representada pelo Centro Irlandês de Direitos dos Migrantes (MRCI), do qual o DWAG faz parte, recorreu à Comissão de Relações Trabalhistas acusando a embaixadora de desobedecer várias garantias trabalhistas, como a lei contra demissões injustificadas, a de pagamento de salários e a de organização da jornada de trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o MRCI, as reclamações formais deveriam ser ouvidas dia 4 por um Comissário de Direitos, mas Jana e a embaixada alegaram que o comissário não teria jurisdição sobre o caso “em virtude da doutrina de imunidade soberana”. A decisão sobre o andamento do processo deverá ser anunciada em duas semanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“São freqüentes as reclamações de trabalhadores domésticos envolvendo diplomatas”, declarou Siobhán O 'Donoghue, diretora do MRCI. “A imunidade diplomática não deveria ser um cheque em branco para sonegar direitos básicos de um trabalhador doméstico. Khristonsen tinha um contrato assinado. De que vale ter um contrato se ela não pode buscar o cumprimento dos direitos previstos nele?”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div face="verdana" style="font-weight: bold;"&gt;Tradução: Dilair Aguiar&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: verdana; font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: verdana; font-weight: bold;"&gt;Fonte: Irishtimes.com &lt;span style="font-size: 85%;"&gt;(&lt;a href="http://www.irishtimes.com/newspaper/ireland/2009/1105/1224258099823.html"&gt;http://www.irishtimes.com/newspaper/ireland/2009/1105/1224258099823.html&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-3986274686465810875?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/3986274686465810875/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=3986274686465810875' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/3986274686465810875'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/3986274686465810875'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2009/11/diplomata-alega-imunidade-para-fugir-de.html' title='Irlanda: Diplomata alega imunidade para fugir de ação trabalhista'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/_e-0uHSw4OjQ/SvMDG3BRGnI/AAAAAAAADC0/uh1CgdGEPuE/s72-c/Protesto%20em%20Dublin_thumb%5B14%5D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-3932224540628228760</id><published>2009-11-03T14:55:00.005-02:00</published><updated>2010-03-27T13:03:32.906-03:00</updated><title type='text'>Europa: Más condições de trabalho provocam onda de suicídios</title><content type='html'>Por Julio Godoy&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma onda de suicídios na França e outros países europeus levanta sérios questionamentos a respeito das precárias condições de trabalho impostas por modelos autoritários de gerenciamento, nos quais apenas os resultados são levados em conta. Os suicídios também reforçam as conclusões da Organização Internacional do Trabalho (OIT) de que as políticas de livre comércio deterioraram as condições trabalhistas em todo o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na France Telecom, a maior empresa de telecomunicações da França, 25 trabalhadores se mataram nos últimos 18 meses. Só em outubro, se suicidaram quatro funcionários dessa empresa privada, com investimentos em várias partes do mundo. Em todos os casos, as vítimas haviam revelado que sofriam pressões insuportáveis no trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Todos eles trabalhavam em setores da France Telecom notórios por seu clima trabalhista cruel. Não há lugar para a humanidade na empresa, aqui só os resultados importam”, declarou Patrice Diochet, dirigente do sindicato dos trabalhadores da companhia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes estatal, a France Telecom foi vendida em 1998. Nos dez anos seguintes, sua direção eliminou 22 mil postos de trabalho e implantou uma política de rotação constante dos funcionários de níveis médio e baixo. Modelos semelhantes de gerenciamento dos recursos humanos se tornaram prática comum em várias das principais empresas da França.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos últimos meses, também se reportaram casos de suicídio em outras companhias do país. Diversos operários das fábricas Renault e Peugeot se suicidaram desde 2007, deixando cartas nas quais diziam que a decisão se devia às más condições de trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;David, de 30 anos, se matou em fevereiro passado, após escrever uma carta qualificando seus três supervisores de “bastardos” que “sempre pressionam os trabalhadores”. “David foi morto pelo trabalho”, disse sua viúva, Nathalie.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A França registra o terceiro maior índice de suicídios ligados a motivos trabalhistas no setor industrial, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), após os Estados Unidos e a Ucrânia. A Confederação Geral dos Trabalhadores (CGT), maior central sindical da França, indicou que cerca de 400 pessoas se suicidam a cada ano no país devido a dificuldades relacionadas ao trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na France Telecom, o gerente Didier Lombard falou inicialmente de “uma moda de suicídios”, descrevendo as mortes como “coisas que acontecem”. A pressão política sobre a empresa levou à exoneração do subgerente Louis-Pierre Wenes, que havia acusado os sindicatos e a imprensa de “manipular e dramatizar em excesso” a onda de suicídios, por motivos políticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em conseqüência dos protestos, a France Telecom suspendeu o sistema de rotação de cargos. Também instalou cercas nos tetos e grades nas janelas de seus edifícios mais altos para reduzir a quantidade de suicídios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ministro do Trabalho, Xavier Darcos, assinou um acordo com os sindicatos para promover um plano nacional contra o estresse nos locais de trabalho. Darcos advertiu que o ministério multará as empresas com mais de mil funcionários que não sigam o plano de prevenção. A primeira sanção será a publicação de uma lista das companhias que não obedeçam as novas diretrizes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Psicólogos e dirigentes sindicais de outros países europeus também alertam sobre um aumento do estresse nos ambientes de trabalho. “Os suicídios devido a condições de trabalho precárias e estressantes não são um fenômeno exclusivamente francês. Pelo menos 27% dos trabalhadores da União Européia (UE) consideram que sua saúde e segurança estão em risco devido ao trabalho”, declarou Laurent Vogel, que investiga a saúde trabalhista no Instituto Europeu de Sindicatos, sediado em Bruxelas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Em toda a Europa ocorrem suicídios nos locais de trabalho, mas estes não aparecem nas estatísticas trabalhistas”, acrescentou. Segundo Vogel, “admitir o suicídio no trabalho é tabu, porque questiona a constante busca de maior produtividade e eficiência”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Alemanha não dispõe de estatísticas sobre suicídios nos ambientes de trabalho. “Mas muitos sindicalistas me disseram que estes também ocorrem com freqüência no país”, disse Dieter Sauer, professor de ciências sociais na Universidade do Exército em Munique. O professor Michael Schumann, da Universidade de Göttingen, afirmou por sua vez que “o novo mundo trabalhista está marcado por uma crescente crueldade contra o indivíduo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o psicólogo François Desriaux, também editor da publicação francesa “Santé &amp;amp; Travail” (Saúde e Trabalho), “se as empresas modernas querem realmente abordar o problema (dos suicídios causados pelo estresse trabalhista), não precisam examinar os trabalhadores; é o trabalho que necessita ser diagnosticado”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os novos modelos de gerenciamento de empresas e recursos humanos, cujos únicos parâmetros são a alta produtividade e a eficiência, levaram “tanto os trabalhadores como as empresas a um beco sem saída”, ressaltou Desriaux. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Para solucionar a crise, não é suficiente limitar os danos, procurando cuidar dos trabalhadores mais frágeis. A prioridade deve ser redefinir o significado de um trabalho bem feito, levar a cabo uma revolução no gerenciamento das organizações corporativas e de pessoal”, constatou o psicólogo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div face="verdana" style="font-weight: bold;"&gt;Tradução: Dilair Aguiar&lt;/div&gt;&lt;div face="verdana" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: verdana; font-weight: bold;"&gt;Fonte: Inter Press Service &lt;span style="font-size: 85%;"&gt;(&lt;a href="http://www.ipsnoticias.net/nota.asp?idnews=93643"&gt;http://www.ipsnoticias.net/nota.asp?idnews=93643&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-3932224540628228760?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/3932224540628228760/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=3932224540628228760' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/3932224540628228760'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/3932224540628228760'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2009/11/este-trabalho-esta-me-matando.html' title='Europa: Más condições de trabalho provocam onda de suicídios'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-2161213557879230755</id><published>2009-11-02T19:39:00.019-02:00</published><updated>2010-03-27T13:06:12.582-03:00</updated><title type='text'>Bangladesh: Dois mortos durante protesto de operários têxteis</title><content type='html'>Pelo menos duas pessoas foram mortas e dezenas ficaram feridas em choques entre trabalhadores têxteis e a polícia nos subúrbios da zona norte de Daca, capital de Bangladesh, dia 31 de outubro. Fontes policiais informaram que os conflitos eclodiram quando os têxteis protestavam contra o não pagamento dos salários em uma das fábricas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos últimos meses, a insatisfação com os baixos salários e péssimas condições de trabalho já provocou numerosas e violentas manifestações nesse país, situado no sul da Ásia (ver &lt;a href="http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2009/05/mais-de-15-mil-operarios-texteis-atacam.html" style="font-weight: bold;"&gt;Bangladesh: Mais de 15 mil operários têxteis atacam fábricas&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="wlWriterEditableSmartContent" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:f72f1ab7-fe38-4b8e-bc8b-d3cb1a012646" style="display: inline; float: none; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;div id="1ef44214-e15b-4df1-8f6d-983af0561dc3" style="display: inline; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=FGX3a8GJ-y4" target="_new"&gt;&lt;img alt="" galleryimg="no" onload="var downlevelDiv = document.getElementById('1ef44214-e15b-4df1-8f6d-983af0561dc3'); downlevelDiv.innerHTML = &amp;quot;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;object width=\&amp;quot;425\&amp;quot; height=\&amp;quot;355\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;param name=\&amp;quot;movie\&amp;quot; value=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/FGX3a8GJ-y4&amp;amp;hl=en\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/param&amp;gt;&amp;lt;embed src=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/FGX3a8GJ-y4&amp;amp;hl=en\&amp;quot; type=\&amp;quot;application/x-shockwave-flash\&amp;quot; width=\&amp;quot;425\&amp;quot; height=\&amp;quot;355\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/embed&amp;gt;&amp;lt;\/object&amp;gt;&amp;lt;\/div&amp;gt;&amp;quot;;" src="http://lh4.ggpht.com/_e-0uHSw4OjQ/Su9RlPJkH8I/AAAAAAAADCI/Rgy0ovvyydE/video4e3b55c7de6d%5B12%5D.jpg?imgmax=800" style="border-style: none;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="clear: both; font-size: 0.8em;"&gt;Estopim foi o fechamento de uma fábrica (Vídeo Agência Reuters)&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Os policiais tiveram de disparar balas de borracha para dispersar os trabalhadores, que arremessavam pedras e tijolos contra nossas forças”, declarou um inspetor da polícia, acrescentando que “até o momento, duas pessoas morreram”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os protestos ocorreram quando os têxteis, ao chegarem na fábrica Nippon Garments, no norte da capital, encontraram no portão um comunicado da gerência informando que o trabalho seria suspenso por um mês, sem o pagamento de salários, devido aos prejuízos sofridos pela empresa e a falta de encomendas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exigindo uma indenização correspondente a três meses de salário, os operários saíram em passeata pelas ruas e, segundo a polícia, mais de 15 mil pessoas rapidamente aderiram ao protesto. Um porta-voz policial declarou que pelo menos 100 trabalhadores e vários agentes ficaram feridos nos confrontos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Os trabalhadores enfurecidos ficaram incontroláveis e violentos esta manhã, erguendo barricadas nas ruas e atacando a polícia”, afirmou o porta-voz, indicando que os manifestantes também depredaram vários veículos, incendiando alguns, e bloquearam o tráfego entre os distritos do norte e a capital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A indústria têxtil de Bangladesh, responsável por quase 75% das exportações do país, foi seriamente atingida pela crise econômica mundial, com as empresas do setor tentando reduzir os salários para competir com os produtos do Vietnã, China e Índia. O salário mínimo equivale a US$ 23 (cerca de R$ 40) mensais, mas sindicatos e organizações trabalhistas denunciam que muitas fábricas pagam abaixo disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: verdana; font-weight: bold;"&gt;Tradução: Dilair Aguiar&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: verdana; font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div face="verdana" style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: Aljazeera.net &lt;/div&gt;&lt;div face="verdana" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;(&lt;a href="http://english.aljazeera.net/news/asia/2009/10/20091031173518173759.html"&gt;http://english.aljazeera.net/news/asia/2009/10/20091031173518173759.html&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-2161213557879230755?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/2161213557879230755/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=2161213557879230755' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/2161213557879230755'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/2161213557879230755'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2009/11/dois-mortos-durante-protesto-textil-em.html' title='Bangladesh: Dois mortos durante protesto de operários têxteis'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/_e-0uHSw4OjQ/Su9RlPJkH8I/AAAAAAAADCI/Rgy0ovvyydE/s72-c/video4e3b55c7de6d%5B12%5D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-5011874132169970917</id><published>2009-11-02T19:29:00.004-02:00</published><updated>2010-03-27T13:07:34.115-03:00</updated><title type='text'>Hungria: Greve paralisa tráfego ferroviário</title><content type='html'>Uma greve de advertência de duas horas, organizada por cinco sindicatos do setor ferroviário, paralisou as ferrovias da Hungria dia 27 de outubro. A greve foi convocada em protesto aos planos do governo de fechar 33 linhas deficitárias da rede de estradas de ferro do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os sindicatos também estão concluindo estudos, a ser apresentados em uma próxima reunião com funcionários do governo, demonstrando que a empresa ferroviária estatal, MAV, deve manter as linhas em funcionamento. De acordo com as entidades, a paralisação foi “uma mensagem” às autoridades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já o ministro dos Transportes húngaro, Peter Honig, qualificou a greve de “uma péssima idéia”, destinada a “gerar o caos”. O ministro se declarou disposto a ouvir propostas alternativas que resultassem nos “necessários cortes no orçamento”, mas garantiu que “os sindicatos não apresentaram sugestões nesse sentido” desde o início das negociações com o governo, em julho passado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div face="verdana" style="font-weight: bold;"&gt;Tradução: Dilair Aguiar&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: verdana; font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: verdana; font-weight: bold;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: verdana; font-weight: bold;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: verdana; font-weight: bold;"&gt;Fonte: English.eastday.com &lt;span style="font-size: 85%;"&gt;(&lt;a href="http://english.eastday.com/e/1028/u1a4765106.html"&gt;http://english.eastday.com/e/1028/u1a4765106.html&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-5011874132169970917?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/5011874132169970917/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=5011874132169970917' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/5011874132169970917'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/5011874132169970917'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2009/11/greve-paralisa-ferrovias-hungaras.html' title='Hungria: Greve paralisa tráfego ferroviário'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-3538272430596861833</id><published>2009-11-02T16:05:00.015-02:00</published><updated>2010-03-27T13:08:13.772-03:00</updated><title type='text'>Honduras: Apesar da repressão, professores lutam contra o golpe</title><content type='html'>&lt;i&gt;&lt;br /&gt;Por Heather Cottin*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;    &lt;br /&gt;É perigoso ser professor em Honduras. Em entrevista a integrantes de uma delegação dos Estados Unidos a Honduras, concedida a 7 de outubro em Tegucigalpa, Berta Oliva, diretora da Cofadeh, Comitê de Familiares de Presos Desaparecidos, denunciou que os golpistas reativaram o esquadrão da morte do Exército, o Batalhão 3-16, grupo paramilitar responsável por torturas, assassinatos e desaparecimentos nos anos 80. Oliva, cujo marido, o professor Tomás Nativí, desapareceu em 1981, afirmou os “assassinatos seletivos” dos golpistas têm como alvo um número significativo de professores, incluídos nas “listas de mortes” do líder do golpe Roberto Micheletti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Cofadeh informou que Roger Abraham Vallejo Soriano, um professor de 38 anos, foi morto a tiros durante um protesto em 30 de julho. Mario Fidel Contreras, de 50 anos, que dava aulas na rede de segundo grau e na Universidade Pedagógica Nacional em Tegucigalpa, morreu com dois tiros no rosto, disparados por dois homens em uma motocicleta. Contreras era também subdiretor da escola noturna Instituto Jesús Milla Selva. Segundo Oliva, o regime de Michelleti os assassinou “pelo crime de ser professores no Movimento de Resistência”. Ambos eram filiados ao COPEMH, o sindicato dos professores de Honduras, um dos alicerces da resistência aos golpistas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A 22 de setembro, oito policiais femininas prenderam Agustina Flores López, de 50 anos, professora de administração escolar. As agentes a espancaram, gritando:“você é uma cadela da resistência! É melhor f... você!” . De acordo com o Cofadeh, o presidente deposto Manuel Zelaya considerou López a “primeira presa política” do golpe. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos líderes da resistência hondurenha, Juan Barahona, informou durante o enterro de Jairo Sánchez, dirigente sindical morto pela polícia a 23 de setembro, que a 19 de outubro foi comunicado o assassinato de outro professor, Eliseo Hernández Juárez, membro da resistência na municipalidade de Macuelizo e candidato a vice-prefeito no Departamento de Santa Bárbara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: verdana; font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: verdana; font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;Por que os professores estão na Resistência?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dirian Beatriz Pereira, professora do ensino médio e integrante do COPEMH, declarou à Delegação Trabalhista, Comunitária e Religiosa dos Estados Unidos para Honduras que os professores são a “espinha dorsal do movimento”. Eles enfrentam um sistema educacional que figura entre os mais atrasados da América Latina e Caribe. O analfabetismo atinge mais de meio milhão de hondurenhos, o equivalente ao total da população entre 15 e 40 anos de idade. De acordo com as Nações Unidas, apenas 32 de cada 100 alunos concluem o ensino primário sem repetir alguma série.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Honduras continua a apresentar o mais baixo índice de matrículas no ensino de 2º grau de toda a América Latina, de acordo com o USAID. Só em 1957 o país passou a ter uma rede pública de ensino. Muitas crianças abandonam permanentemente a escola para trabalhar, tal como seus pais, o que contribuiu para que mais de 80% dos hondurenhos se situem nos mais baixos índices de pobreza. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há sérias desigualdades entre os jovens das áreas rurais e urbanas e entre as famílias de renda baixa e média. Não há instalações escolares em muitas zonas rurais; as crianças têm aulas debaixo de árvores, e falta materiais escolares básicos como livros e papel. Só 43% das crianças matriculadas nas escolas públicas concluem o primário. Alguns professores lecionam para até 80 alunos em uma só classe. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como todo professor, os educadores hondurenhos querem melhores escolas para seus alunos. É por esse motivo que a principal escola de formação de professores, o Instituto Nacional de Pedagogia Francisco Morazán, em Tegucigalpa, constitui um dos centros da resistência, assim como o sindicato dos professores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ditadura de Micheletti cortou as já insignificantes verbas para a educação em Honduras e suspendeu deliberadamente o pagamento dos professores desde o golpe de 28 de junho, ao contrário dos demais funcionários públicos. Em resposta, os professores realizam greves de três dias a cada semana, além de manifestações de rua, com o apoio de seus alunos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os golpistas também indicaram que pretendem antecipar em um mês o encerramento do ano letivo, a 30 de outubro, para retirar os professores de seus centros de atividade e separá-los dos alunos, além de militarizar as escolas, pondo soldados em todas as unidades de ensino do país, como parte dos preparativos para a farsa eleitoral de 29 de novembro. O COPEMH condenou o fechamento das escolas, qualificando-o de ilegal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Honduras, os professores estão organizados há 30 anos, e querem seguir o modelo dos países da ALBA – Aliança Bolivariana para as Américas – como a Venezuela, Bolívia, Equador e Cuba, dedicados a melhorar as vidas das crianças e jovens e a construir excelentes sistemas educacionais. É por essa razão que os professores hondurenhos estão na Resistência.&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;* A autora participou da Delegação Trabalhista, Comunitária e Religiosa dos Estados Unidos para Honduras, que visitou o país entre 8 e 12 de outubro.&lt;/i&gt; &lt;br /&gt;&lt;div face="trebuchet ms" style="font-family: verdana; font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div face="trebuchet ms" style="font-family: verdana; font-weight: bold;"&gt;Tradução: Dilair Aguiar&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: verdana; font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div face="verdana" style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: Workers World &lt;span style="font-size: 85%;"&gt;(&lt;a href="http://www.workers.org/2009/world/teachers_1105/"&gt;http://www.workers.org/2009/world/teachers_1105/&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div face="verdana" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div face="verdana" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-3538272430596861833?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/3538272430596861833/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=3538272430596861833' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/3538272430596861833'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/3538272430596861833'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2009/11/professores-de-honduras-lutam-contra-o.html' title='Honduras: Apesar da repressão, professores lutam contra o golpe'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-8731437623664026732</id><published>2009-05-13T19:53:00.003-03:00</published><updated>2010-03-27T13:08:50.128-03:00</updated><title type='text'>Global: Trabalhadores de TI sindicalizam-se para combater demissões</title><content type='html'>A Associação Nacional de Empresas de Software da Índia (NASSCOM) está se esforçando para convencer o Unites Professionals, o jovem mas florescente sindicato formado pelos trabalhadores da área de tecnologia da informação (TI), de que a indústria não está recorrendo a cortes em massa e nem que o setor se depara com um futuro instável. O sindicato, por sua vez, afirma que as companhias estão adotando “práticas injustas” para lidar com a crise econômica. &lt;br /&gt;O presidente da NASSCOM, Pramod Bhasin, que diz estar trabalhando 24 horas por dia para fazer com que o setor saia de “uma das piores retrações econômicas dos últimos tempos”, sente-se muito incomodado com as acusações do sindicato. &lt;br /&gt;A 1º de maio, o Unites lançou a campanha “Chega de bilhete azul”, de um mês de duração. A entidade quer obter as assinaturas de 100 mil trabalhadores de TI insatisfeitos em uma petição para que o presidente da NASSCOM pressione a indústria a interromper as demissões. &lt;br /&gt;Se Bhasin está perdendo o sono com o crescente poder do sindicato, os líderes das empresas de TI dos Estados Unidos não estão conseguindo dormir melhor. Nos últimos meses, a Aliança IBM, sindicato dos trabalhadores de TI da IBM sediado em Nova York, e a Aliança dos Trabalhadores de Tecnologia de Washington (WashTech), formada pelos funcionários contratados da Microsoft, estão desenvolvendo campanhas semelhantes contra os cortes recentemente anunciados pelas companhias. &lt;br /&gt;Por acreditar que conhecimento e capacitação técnica sempre seriam os melhores instrumentos para negociar salários e benefícios, a ampla maioria dos empregados em TI se mostrava pouco disposta a aderir aos sindicatos. Mas agora, com os cortes iniciados pelas empresas da Índia e Estados Unidos, esses trabalhadores despertaram para as vantagens de ter um sindicato.&lt;br /&gt;“O Unites recebeu uma onda de novos filiados nos últimos seis meses”, afirmou seu secretário-geral, Karthik Shekhar. O sindicato, com cerca de 4 mil membros em setembro do ano passado, diz ter ganho mais 14 mil filiações nesse período. &lt;br /&gt;Os filiados à Aliança IBM totalizam 5,6 mil, com 103 novos membros desde janeiro passado, enquanto o número de visitas à sua página na Internet saltou ao recorde de 260 mil mensais, em comparação à média de 45 mil por mês em 2008. “Sabemos assim que mais empregados estão descobrindo a Aliança”, disse o coordenador nacional Lee Conrad.&lt;br /&gt;Os dirigentes sindicais afirmam que não têm uma postura radical. Conrad e Karthik realçam que estão apenas procurando meios de garantir a subsistência de seus filiados. &lt;br /&gt;A indústria de TI da Índia, que inclui “call centers” e serviços de apoio tecnológico, tem um faturamento anual de US$ 72 bilhões, dos quais $47 bilhões vindos de outros países – como os Estados Unidos, responsáveis por 60% do total. &lt;br /&gt;O crescimento da indústria permitiu que milhares de indianos de classe média elevassem seus padrões de vida a níveis análogos ao do Primeiro Mundo. Mas uma ampla parcela dos trabalhadores do setor ainda é oprimida e explorada, segundo o Unites. &lt;br /&gt;“Diferentemente de outras indústrias, o elemento humano é o único recurso que ajudou as empresas de TI indianas a ganharem bilhões ao longo dos anos”, declarou Karthik. “Mas sempre que essas companhias enfrentam tempos difíceis, ao invés de reduzirem outros custos, ou adotarem outros modelos comerciais, o primeiro passo é a dispensa em massa”. &lt;br /&gt;O sindicalista denunciou que, além disso, “a pretexto da recessão, as companhias de TI da Índia estão recorrendo a práticas injustas, como avaliações de desempenho tendenciosas para efetuar demissões, aumentos nas jornadas de trabalho, cortes de benefícios, ou mesmo obrigando os empregados a se demitir”.&lt;br /&gt;Enquanto os indianos enfrentam as dispensas em massa, os estadunidenses encaram mais um problema: a migração dos postos de trabalho. Conrad destacou que a Aliança IBM não vê os trabalhadores indianos como inimigos, mas é contra a política da IBM de transferir atividades a outros países como a Índia, cortando vagas nos Estados Unidos. &lt;br /&gt;“Suspeito que algumas companhias estão usando a recessão como desculpa e cortando postos de trabalho para incrementar suas margens de lucro”, afirmou o sindicalista. “A IBM, que é muito lucrativa, está cortando empregos nos EUA e os transferindo a países como a Índia, China e Filipinas, assim como para a América do Sul e Europa Oriental”.&lt;br /&gt;Conrad previu que, a certo ponto, a IBM se deslocará da Índia para outras áreas ainda mais baratas. “A meta de companhias como a IBM é procurar regiões com salários e impostos mais baixos, beneficiando seus executivos e acionistas”. &lt;br /&gt;A WashTech defende a mesma postura. “Somos contrários à política das empresas dos EUA de contratar trabalhadores H-1B e demitir os estadunidenses. Consideramos isto um abuso do conceito dos vistos H-1B”, disse o presidente da WashTech, Les French. O H-1B é um visto que permite aos empregadores contratarem, por tempo determinado, trabalhadores estrangeiros para ocupações especializadas. “O uso atualmente dado aos vistos H-1B nada tem a ver com falta de mão-de-0bra especializada nos EUA; é um instrumento para reduzir despesas às custas dos trabalhadores de TI”, denunciou. &lt;br /&gt;Os sindicatos de tecnologia da informação reconhecem que, se comparados a entidades de outros setores tradicionais, ainda têm um longo caminho pela frente para atingir seus objetivos, tanto nos Estados Unidos como na Índia. Mesmo assim, a intensidade da crise econômica contribuiu para que já alcançassem algumas vitórias. &lt;br /&gt;“Nosso movimento conseguiu chamar a atenção da mídia para os cortes de empregos e sua transferência a outros países, que a IBM preferia manter em sigilo”, comentou Conrad. “Estamos agora ganhando a atenção de líderes políticos, outros sindicatos e os cidadãos dos Estados Unidos que antes pensavam que a IBM nada fazia de errado”.&lt;br /&gt;Conrad acrescentou que representantes políticos da Aliança têm condições de convencer o governo de Barak Obama a considerar medidas para impedir as perdas de emprego causadas pela transferência da produção a outros países. &lt;br /&gt;Para o Unites, a recessão também foi útil. “Nosso movimento lutou por três anos para ganhar reconhecimento,” disse Karthik. “Mas desde que previmos, em setembro do ano passado, que o setor de TI indiano sofreria 50 mil cortes nos seis meses seguintes – uma previsão que se confirmou em apenas três meses – a indústria passou a nos levar mais a sério”. &lt;br /&gt;Além de ajudar a impedir mais cortes nas empresas, o sindicato também levou muitos trabalhadores a conseguir melhores acordos. A participação sindical forçou uma multinacional de TI a elevar em US$ 1.000 por ano os salários de toda a sua mão-de-obra indiana. A companhia estava pagando aos seus empregados indianos salários inferiores aos dos funcionários de outros países que ocupavam os mesmos cargos nos mesmos locais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Tradução: Dilair Aguiar&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Fonte: UPI Asia&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;a href="http://www.upiasia.com/Economics/2009/05/06/it_workers_join_unions_to_fight_job_cuts/9707/"&gt;&lt;b&gt;http://www.upiasia.com/Economics/2009/05/06/it_workers_join_unions_to_fight_job_cuts/9707/&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;a href="http://www.upiasia.com/Economics/2009/05/06/it_workers_join_unions_to_fight_job_cuts/9707/"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;a href="http://www.upiasia.com/Economics/2009/05/06/it_workers_join_unions_to_fight_job_cuts/9707/"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;a href="http://www.upiasia.com/Economics/2009/05/06/it_workers_join_unions_to_fight_job_cuts/9707/"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-8731437623664026732?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/8731437623664026732/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=8731437623664026732' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/8731437623664026732'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/8731437623664026732'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2009/05/trabalhadores-de-ti-sindicalizam-se_13.html' title='Global: Trabalhadores de TI sindicalizam-se para combater demissões'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-1157340021885741571</id><published>2009-05-13T19:49:00.003-03:00</published><updated>2010-03-27T13:04:59.010-03:00</updated><title type='text'>Bangladesh: Mais de 15 mil operários têxteis atacam fábricas</title><content type='html'>Enfurecidos por atrasos nos pagamentos e baixos salários, milhares de trabalhadores têxteis protagonizaram violentas manifestações em duas cidades de Bangladesh. &lt;br /&gt;Na noite de 10 de maio, os donos da fábrica de confecções Rupashi Sweater, em Narayanganj (na região central de Bangladesh), foram atacados por um grupo de trabalhadores, que exigiam o pagamento de salários atrasados. Ao voltarem para trabalhar no dia seguinte, uma segunda-feira, os têxteis encontraram a fábrica fechada.&lt;br /&gt;Os operários dirigiram-se então a outras fábricas da cidade – um porto fluvial e pólo da indústria têxtil – gritando por melhores salários. O protesto foi logo engrossado por milhares de trabalhadores. &lt;br /&gt;A manifestação saiu porém do controle e uma multidão calculada em 15 mil pessoas depredou 14 fábricas, danificou 15 veículos e ocupou por quatro horas duas rodovias que atravessam o local. A área se tornou palco de uma batalha campal, com os trabalhadores enfurecidos enfrentando a polícia e forças paramilitares. &lt;br /&gt;De acordo com fontes locais, foi necessário um enorme contingente policial, usando bombas de gás lacrimogêneo, para dispersar os manifestantes. &lt;br /&gt;Em Savar (também na região central do país), se registrou um conflito semelhante, em uma fábrica têxtil do grupo Doel. Os chefes haviam prometido pagar salários atrasados há três meses. Ao serem informados que o pagamento não seria efetuado, na tarde de segunda-feira (11), centenas de trabalhadores da fábrica se revoltaram, quebrando algumas janelas e móveis da administração. &lt;br /&gt;Os operários deixaram a fábrica e ocuparam uma estrada próxima por mais de uma hora, até a chegada da polícia. Uma testemunha disse que “os trabalhadores ficaram furiosos quando os policiais os atacaram”. Uma violenta batalha começou, com os manifestantes usando paus e pedras para repelir as cargas da polícia. Os choques só terminaram por volta das 16,00 horas. Os trabalhadores destruíram mais de 30 veículos, inclusive uma viatura policial; 50 pessoas, incluindo policiais, ficaram feridas, e um operário foi atingido por um tiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-weight: bold;"&gt;Tradução: Dilair Aguiar&lt;/div&gt;&lt;div style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: Libcom.org&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;a href="http://libcom.org/news/wildcats-over-15000-bangladeshi-garment-workers-go-berserk-attack-factories-over-non-paymen"&gt;http://libcom.org/news/wildcats-over-15000-bangladeshi-garment-workers-go-berserk-attack-factories-over-non-paymen&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;a href="http://libcom.org/news/wildcats-over-15000-bangladeshi-garment-workers-go-berserk-attack-factories-over-non-paymen"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-1157340021885741571?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/1157340021885741571/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=1157340021885741571' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/1157340021885741571'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/1157340021885741571'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2009/05/mais-de-15-mil-operarios-texteis-atacam.html' title='Bangladesh: Mais de 15 mil operários têxteis atacam fábricas'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-1609596330866779300</id><published>2009-05-12T12:12:00.004-03:00</published><updated>2010-03-27T13:09:28.488-03:00</updated><title type='text'>China: Disputas trabalhistas duplicaram em 2008</title><content type='html'>O número de casos aceitos pelas comissões de arbitragem de disputas trabalhistas na China cresceu 98% no ano passado, em comparação a 2007, totalizando 693 mil ações e envolvendo cerca de 1,2 milhão de trabalhadores, informou o ministério de Recursos Humanos e Seguridade Social.&lt;br /&gt;Também se registraram 22 mil ações coletivas aceitas pelas comissões de arbitragem no mesmo período, um aumento de 71% sobre 2007. Tais ações tiveram em média 23 pessoas como impetrantes e corresponderam a 41% de todos os trabalhadores envolvidos em disputas trabalhistas, disse o vice-ministro Yang Zhiming em uma conferência realizada dia 1º de maio, quando se completou um ano da implementação da Lei de Arbitragem Trabalhista no país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;PROCESSOS NA JUSTIÇA TAMBÉM DOBRARAM&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Os dados refletiram quase exatamente o crescimento no total de ações relativas a assuntos trabalhistas anunciado pelo Supremo Tribunal do Povo no dia 3 de março. Esses processos apresentaram uma alta de 95% em comparação a 2007, o maior aumento entre todos os tipos de causas apreciadas pelo tribunal.&lt;br /&gt;O vice-presidente do Supremo, Shen Deyong, acrescentou que em algumas áreas do centro industrial do país, o litoral sudeste, o número de processos trabalhistas elevou-se em torno de 200%. De acordo com estatísticas oficiais, em uma das cidades da região, Xiamen, as ações relativas a problemas trabalhistas mais que duplicaram entre 2007 e 2008, passando de 3.327 a 8.313 processos respectivamente.&lt;br /&gt;Esse crescimento, segundo o vice-presidente do tribunal, “está intimamente ligado à retração dos negócios e ao fechamento de fábricas”. Apesar disso, reconheceu que a introdução da Lei de Arbitragem Trabalhista, no ano passado, elevou a consciência dos trabalhadores sobre seus direitos e contribuiu para o maior número de ações.&lt;br /&gt;Só nos últimos dez anos que os trabalhadores chineses começaram a recorrer ao sistema judiciário para reclamar de questões salariais, acidentes e casos de discriminação. Em muitas partes do país, se tornou mais fácil encontrar advogados que tratem de causas trabalhistas, e, em Guangdong, centenas de “agentes civis” auxiliam os trabalhadores a submeter seus casos às comissões de arbitragem ou aos tribunais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Tradução: Dilair Aguiar&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Fonte: China Labour Bulletin&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;a href="http://www.china-labour.org.hk/en/node/100461"&gt;&lt;b&gt;http://www.china-labour.org.hk/en/node/100461&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;a href="http://www.china-labour.org.hk/en/node/100461"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;a href="http://www.china-labour.org.hk/en/node/100461"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;a href="http://www.china-labour.org.hk/en/node/100461"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-1609596330866779300?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/1609596330866779300/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=1609596330866779300' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/1609596330866779300'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/1609596330866779300'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2009/05/disputas-trabalhistas-na-china.html' title='China: Disputas trabalhistas duplicaram em 2008'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-3134667145950186013</id><published>2009-05-12T12:10:00.005-03:00</published><updated>2010-03-27T13:10:01.854-03:00</updated><title type='text'>Chile: 135 mil participam de mobilização sindical</title><content type='html'>Sob a palavra de ordem “a crise não será paga pelos trabalhadores” e uma ampla lista de reivindicações políticas e sociais, mais de 135 mil pessoas participaram no dia 16 de abril de uma jornada de mobilização sindical no Chile, segundo seus organizadores. &lt;br /&gt;“Com este protesto, o sindicalismo deu uma mostra de maturidade, unidade, organização e força. Muitos ignoravam isto, ou não queriam ver. Bom, hoje demonstramos que temos capacidade”, declarou o presidente da Central Unitária dos Trabalhadores (CUT), o socialista Arturo Martínez. &lt;br /&gt;“Demonstra-se também a mudança ocorrida no Chile, porque este sindicalismo veio para fazer mudanças políticas no país e não apenas reivindicar um reajuste. Talvez demore, mas vamos mudar o Chile”, destacou o dirigente sindical, depois de distribuir à imprensa o balanço da manifestação.&lt;br /&gt;Martínez divulgou também a lista de reivindicações políticas e sociais, que incluem, entre outros pontos, o fortalecimento da negociação coletiva, o fim da substituição de trabalhadores durante greves e a alteração do artigo 161 do Código do Trabalho, que autoriza a dispensa de funcionários por necessidade empresarial. &lt;br /&gt;Os trabalhadores chilenos também exigem que o governo de Michelle Bachelet envie ao Parlamento um projeto de lei criando um novo sistema público de pensões, com garantia estatal, como alternativa às administradoras de fundos de pensões privadas.&lt;br /&gt;No âmbito social, pede-se “a nacionalização da eletricidade, água, transportes públicos, e que os direitos à saúde e educação sejam administrados pelo Estado”. Martinez acrescentou que “também queremos uma reforma constitucional” que aprove a realização de um plebiscito, “no qual o povo do Chile possa votar por uma nova Constituição”.&lt;br /&gt;“Aqui estamos reivindicando democracia, participação e direitos essenciais para o nosso povo”, afirmou o presidente da CUT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;A JORNADA DE MOBILIZAÇÃO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Por volta das 11h00 da manhã do dia 16 de abril, foram iniciadas passeatas simultâneas em quatro pontos da capital, convergindo para o &lt;i&gt;paseo&lt;/i&gt; Bulnes, no centro da cidade, onde se realizou o principal ato da jornada. De acordo com a CUT, cerca de 30 mil pessoas participaram das manifestações em Santiago.&lt;br /&gt;Na cidade de Arica, no norte do país, 4 mil trabalhadores participaram da jornada; em La Serena, 7 mil; em Valparaíso, 15 mil estiveram presentes no ato público, e em Tamuco 17 mil trabalhadores se manifestaram. Segundo informações da polícia, houve mais de 50 detidos devido a incidentes.&lt;br /&gt;A mobilização da CUT contou com a adesão da Agrupação Nacional de Empregados do Fisco (Anef) , professores, estudantes, trabalhadores da saúde, aposentados, além de funcionários de empresas privadas, principalmente do comércio. O lema da jornada foi “Para que a crise não seja paga pelos trabalhadores. Para conquistar um Estado social, democrático e solidário. Todo o Chile para parar o abuso”.&lt;br /&gt;O ex-ministro do Trabalho de Bachelet, o socialista Osvaldo Andrade, que deixou o cargo para se candidatar à Câmara dos Deputados nas eleições de dezembro próximo, também participou das manifestações. “Estamos protestando contra o abuso dos empregadores, não do governo. Não se enfrenta a crise com demissões, deve-se acabar com os abusos, os patrões não podem se aproveitar da crise para demitir”, declarou Andrade aos jornalistas.&lt;br /&gt;Uma das palavras de ordem mais ouvidas na capital chilena foi justamente “a parar, a parar, el abuso patronal”. Os manifestantes também portavam várias faixas exigindo “Mais Estado, menos mercado”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Tradução: Dilair Aguiar&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Fonte: Inter Press Service (IPS)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.ipsnoticias.net/nota.asp?idnews=91857"&gt;http://www.ipsnoticias.net/nota.asp?idnews=91857&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.ipsnoticias.net/nota.asp?idnews=91857"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-3134667145950186013?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/3134667145950186013/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=3134667145950186013' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/3134667145950186013'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/3134667145950186013'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2009/05/135-mil-participam-de-mobilizacao.html' title='Chile: 135 mil participam de mobilização sindical'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-4054902185638216891</id><published>2009-05-06T15:15:00.009-03:00</published><updated>2010-03-27T13:10:42.215-03:00</updated><title type='text'>Reino Unido: O que significou a luta para os operários da Visteon UK</title><content type='html'>Por Sadie Robinson&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos dos trabalhadores que brigaram contra a Ford e a Visteon ( ver &lt;a href="http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2009/05/operarios-da-visteon-uk-alcancam-grande.html"&gt;Trabalhadores da Visteon UK conquistam grande vitória&lt;/a&gt;) jamais se envolveram numa ação desse tipo. E foi uma experiência transformadora.&lt;br /&gt;Chris Martindill trabalhava há 20 anos na empresa. “Meu avô era delegado sindical na Ford de Dagenham e, quando eu era criança, o vi muitas vezes nos piquetes. Nunca pensei que faria o mesmo. Mas chega o momento em que você tem de tomar uma atitude”. &lt;br /&gt;“Isto me mudou. Antes, eu via os manifestantes contra o G-20, por exemplo, como um punhado de gente procurando confusão. Mas foram essas pessoas que nos apoiaram”.&lt;br /&gt;Phil Wilson participou da ocupação da fábrica de Enfield. “Esta experiência foi incrível. Cada minuto valeu a pena, e isto mudou meu modo de ver a vida”.&lt;br /&gt;“Definitivamente, estou mais consciente do que acontece no país agora. Quando somos demitidos, parece que fomos a nocaute. Mas hoje estamos mais confiantes por causa do que fizemos. Penso que isto levou as pessoas a perceberem que têm muito mais potencial do que imaginavam antes”.&lt;br /&gt;“Gostaria de dizer aos outros trabalhadores – se levantem, se façam ouvir e lutem. Não se deve esperar vencer sempre, em termos financeiros. Mas você será recompensado de muitas outras formas”.&lt;br /&gt;“Jamais enfrentei uma situação como esta antes – pessoas que foram chutadas para fora, sem nada, forçando uma corporação global a negociar. Tenho muito orgulho de haver participado disso”.&lt;br /&gt;“Me sinto diferente agora”, relatou Levent Adnan. “Foi como se nos levantássemos contra o sistema. Nós não sabíamos realmente o que estávamos fazendo no início, mas o fizemos mesmo assim”.&lt;br /&gt;“Cometemos erros, mas trabalhamos juntos por tanto tempo que parecia que todos nós estávamos unidos com cola. Foi uma experiência inacreditável, jamais a esquecerei”.&lt;br /&gt;Muitos operários da Visteon estavam ávidos em relatar sua experiência a outros trabalhadores ameaçados de perder o emprego, encorajando-os a lutar também.&lt;br /&gt;“Trabalhei aqui por 20 anos e nunca participei de uma greve”, disse Ian Johnson. “Mas é preciso fazê-lo – o que aconteceu conosco poderia acontecer com qualquer um. Vocês precisam se erguer e participar”.&lt;br /&gt;“Não é tão difícil quanto parece. Vocês certamente terão apoio. Não há do que ter medo – nós todos estaremos lá para manifestar nosso apoio”.&lt;br /&gt;Rosy Sutherland concorda. “Nunca estive numa situação dessas antes”, comentou. “Mas agora quero ajudar os outros, porque os outros nos ajudaram”.&lt;br /&gt;“Nosso acordo significa que os patrões terão de pensar duas vezes antes de dispensar sem nada as pessoas. Outros trabalhadores podem lutar como nós fizemos”.&lt;br /&gt;A luta também levou os operários a questionar muitas outras coisas. Como afirmou Raymond Dixon, da fábrica de Enfield: “foi uma grande experiência – mas também mostra o que está errado na sociedade”.&lt;br /&gt;Ron Clark, que trabalhou na Ford durante 21 anos, é um ex-delegado de base na fábrica de Enfield. “Nós queríamos dar um soco na Ford – e demos”, ressaltou. “O acordo que conquistamos não é nada mais do que merecíamos, mas a forma com que obrigamos a companhia a recuar é que importa”.&lt;br /&gt;“Éramos apenas 600. Um pequeno grupo de trabalhadores derrotou uma companhia multinacional. Demonstramos que os trabalhadores, assumindo uma ação direta, fazem uma enorme diferença – e podem vencer”.&lt;br /&gt;“Em todos os cantos do país, os trabalhadores estão perdendo seus empregos. Mas, quem sabe, eles vejam nossa ação e nossa vitória e pensem que eles também podem fazer alguma coisa”.&lt;br /&gt;“Falei com pessoas de toda a Grã-Bretanha e tenho a sensação de que os trabalhadores querem dar um basta. Acho que nossa luta serviu para abrir a tampa de algo”.&lt;br /&gt;“No início, quando fomos demitidos, deixamos a fábrica em estado de choque. Muitos choravam. Daí os telefones começaram a tocar. Soubemos então que, enquanto nós nos lamentávamos, os trabalhadores de Belfast haviam ficado lá dentro”.&lt;br /&gt;“Mas no dia seguinte voltamos – e tomamos a fábrica. E vencemos”.&lt;br /&gt;“Penso agora nos trabalhadores de Woolworths, onde quase 30 mil deles perderam seus empregos”.&lt;br /&gt;“As pessoas pensam com muita freqüência que não podem fazer nada, mas elas podem. É preciso se organizar. Aprendemos enquanto avançamos”.&lt;br /&gt;“Os patrões querem reduzir os salários e tomar nossos empregos, usando a retração do crédito como desculpa. Precisamos ficar todos juntos. Os patrões pensam que a classe operária é fraca. Nós demonstramos que isso não é verdade”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: verdana;"&gt;&lt;b&gt;Tradução: Dilair Aguiar&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: verdana;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: verdana;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: verdana;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: Socialist Worker online&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;a href="http://www.socialistworker.co.uk/art.php?id=17847"&gt;&lt;b&gt;http://www.socialistworker.co.uk/art.php?id=17847&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;a href="http://www.socialistworker.co.uk/art.php?id=17847"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;a href="http://www.socialistworker.co.uk/art.php?id=17847"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div face="verdana"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;a href="http://www.socialistworker.co.uk/art.php?id=17847"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-4054902185638216891?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/4054902185638216891/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=4054902185638216891' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/4054902185638216891'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/4054902185638216891'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2009/05/operarios-relatam-sua-luta-na-visteon.html' title='Reino Unido: O que significou a luta para os operários da Visteon UK'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-1754448669942469573</id><published>2009-05-04T18:07:00.009-03:00</published><updated>2010-03-27T13:11:17.084-03:00</updated><title type='text'>Reino Unido: Trabalhadores da Visteon UK conquistam grande vitória</title><content type='html'>&lt;div class="wlWriterEditableSmartContent" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:9b067776-5072-4a72-ae73-2b95cf0a6981" style="display: inline; float: none; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;div&gt;&lt;object height="355" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/nmLGWUmNGKo&amp;amp;hl=en"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/nmLGWUmNGKo&amp;amp;hl=en" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após mais de 30 dias de intensos protestos na Inglaterra e Irlanda do Norte, a empresa de componentes automotivos Visteon UK (Reino Unido) finalmente recuou e propôs no dia 30 de abril indenizações mais adequadas aos seus 610 ex-funcionários. Em reuniões de menos de seis minutos realizadas no final de março, os operários receberam a notícia do fechamento sumário das três unidades da companhia em Enfield, Basildon (Inglaterra) e Belfast (Irlanda do Norte), mas decidiram resistir, ocupando as fábricas (ver &lt;a href="http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2009/04/operarios-tomam-fabricas-da-visteon.html"&gt;Operários tomam fábricas da Visteon britânica&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;Os trabalhadores da Visteon em Belfast aprovaram no dia 3 de maio, por 147 a 34 votos, a nova proposta da companhia, que inclui um grande aumento nas indenizações, além do pagamento de aviso prévio e férias. Em escrutínios anteriores, os funcionários das unidades de Enfield e Basildon aceitaram o acordo por 178 a 5 votos e 159 a 0, respectivamente.&lt;br /&gt;Apesar da aprovação, os cerca de 200 operários que estão na fábrica em Belfast desde a noite de 31 de março advertiram que só desocupariam o local após a ratificação da proposta pela companhia e o início do pagamento das indenizações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os demitidos exigiam o cumprimento da promessa feita há 9 anos, quando a Visteon foi separada da Ford Motor, de que seriam mantidas as mesmas condições contratuais existentes na empresa automobilística estadunidense. &lt;br /&gt;O sindicato Unite, que negociou o acordo, disse que os operários contratados quando as fábricas pertenciam à Ford – cerca de 510 – receberão, além da indenização obrigatória, mais 52 semanas de salário reajustado em 5,2%, o que poderá somar cerca de 50 mil libras para cada um deles. Os trabalhadores com menos tempo de serviço ganharão dez vezes o montante da indenização definida por lei. &lt;br /&gt;Além disso, a Ford se comprometeu a dar “tratamento preferencial” aos ex-empregados da Visteon em futuras contratações em suas unidades no Reino Unido. Após o anúncio do colapso da Visteon UK, a companhia estadunidense tentou tirar o corpo fora, afirmando que as demissões “nada têm a ver conosco”, mas cópias dos contratos de trabalho e do acordo firmado entre a Ford e o Unite no ano 2000 comprovaram que as condições estabelecidas para os trabalhadores seriam “garantidas vitaliciamente”.&lt;br /&gt;“Esta é uma tremenda vitória dos operários, e uma demonstração, para os trabalhadores de todo o mundo, de que, quando se luta pela justiça, se pode vencer. O acordo de agora é um imenso avanço sobre a primeira proposta, pela qual 610 homens e mulheres seriam jogados no seguro-desemprego sem nada além da indenização obrigatória”, comentou o secretário-geral conjunto do Unite, Tony Woodley.&lt;br /&gt;Já o porta-voz do sindicato, Roger Madison, disse que a indenização será “dez vezes mais que o proposto inicialmente”, destacando que “eles só ofereceram isso por causa das ações adotadas, especialmente pelos trabalhadores de Belfast – trancar-se numa fábrica por mais de um mês é um exemplo revigorante, é o ‘antiquado’ sindicalismo”. &lt;br /&gt;“Infelizmente, não conseguimos manter os empregos, mas, em termos de um pacote financeiro, achamos que fizemos o melhor possível”, acrescentou. &lt;br /&gt;“Nós derrotamos a Ford, derrotamos a Visteon”, comemorou Sharon Steele, uma das trabalhadoras da fábrica em Enfield, após votar em favor do acordo. Em Belfast, o operário Gerry Campbell declarou que “nós não tínhamos nada cinco semanas atrás e, se não lutássemos, não teríamos nada; esta é uma grande vitória”.&lt;br /&gt;Algumas questões não foram solucionadas, como a dos fundos de pensão da Visteon para os quais os trabalhadores contribuíam. Donal Murphy, que trabalhou na fábrica de Belfast por mais de 40 anos, afirmou que “eles ofereceram uma indenização generosa, mas, infelizmente, se omitiram quanto aos fundos de pensão – provavelmente teremos de lutar por eles em separado”.&lt;br /&gt;"Para alguns dos mais jovens, com menos tempo de serviço, este é um grande negócio, porque ainda não estão preocupados com isso. Mas é diferente para pessoas como eu, em nossa idade e tentando achar outro emprego, pois nossas pensões serão reduzidas em mais da metade”. &lt;br /&gt;As ocupações das fábricas também contaram com a solidariedade dos engenheiros das unidades da Ford em Southampton e Dagenham, assim como a de sindicatos em todo o Reino Unido. Na região sudeste da Inglaterra e na Irlanda do Norte, sindicalistas de diversas categorias participaram de piquetes diante de revendedoras de veículos Ford, cobrando a responsabilidade dessa companhia por seus ex-funcionários.&lt;br /&gt;O sindicalista Keith Flett, de Haringey, ao norte de Londres, ressaltou que a iniciativa dos operários da Visteon “mostra como os trabalhadores podem revidar”. “A grande lição é que, apesar de todas as manifestações de simpatia do governo do Partido Trabalhista para com os trabalhadores que estão perdendo os empregos, as ocupações dos locais de trabalho e as demonstrações de solidariedade conquistam muito mais”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Visteon Portuguesa também faz greve parcial&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Em Portugal, os trabalhadores da Visteon em Palmela, situada na região metropolitana de Lisboa, realizam desde o dia 29 de abril paralisações parciais reivindicando aumentos salariais e protestando contra o aumento do preço das refeições, informou o Sindicato das Indústrias Elétricas do Sul e Ilhas.&lt;br /&gt;De acordo com o sindicato, a Visteon recusou as propostas apresentadas pelos trabalhadores, exigindo um aumento salarial de 45 euros mensais e “a manutenção dos direitos econômicos, profissionais e sociais consagrados no contrato coletivo de trabalho”.&lt;br /&gt;A fábrica da Visteon Portuguesa, produtora de rádios e outros componentes eletrônicos para a indústria automobilística, emprega cerca de 1.350 trabalhadores e contabilizou em 2008 um lucro líquido de 14 milhões de euros. O aumento reivindicado representaria assim cerca de 0,5% do resultado financeiro do ano passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: verdana;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div face="verdana" style="font-family: verdana;"&gt;&lt;b&gt;Tradução: Dilair Aguiar&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: verdana;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: verdana;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: verdana;"&gt;&lt;b&gt;Fontes: Blog da Libcom.org sobre as ocupações&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div face="verdana"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;b&gt;(&lt;a href="http://libcom.org/tags/visteon-occupation"&gt;http://libcom.org/tags/visteon-occupation&lt;/a&gt;)&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div face="verdana"&gt;&lt;b&gt;Jornal de Notícias&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div face="verdana"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;b&gt;(&lt;a href="http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Interior.aspx?content_id=1216897"&gt;http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Interior.aspx?content_id=1216897&lt;/a&gt;)&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-1754448669942469573?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/1754448669942469573/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=1754448669942469573' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/1754448669942469573'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/1754448669942469573'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2009/05/operarios-da-visteon-uk-alcancam-grande.html' title='Reino Unido: Trabalhadores da Visteon UK conquistam grande vitória'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-6040389872740462600</id><published>2009-05-04T18:02:00.006-03:00</published><updated>2010-03-27T13:11:51.680-03:00</updated><title type='text'>Reino Unido: Ocupação da Visteon valeu a pena!</title><content type='html'>&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;“É uma imensa vitória, levando em conta a situação em 31 de março, quando a Visteon nos demitiu sem nada”, declarou Piers Hood, subdelegado do sindicato Unite na fábrica da empresa em Enfield, logo após a votação na qual os operários aceitaram, por 178 votos a cinco, o pacote indenizatório proposto pela companhia.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;“Estamos muito felizes. Claro, preferiríamos ter nossos empregos de volta, mas a maioria receberá mais de 40 mil libras”, afirmou. “A firmeza das três fábricas obrigou a Visteon a negociar. É um aumento de dez vezes na quantia oferecida inicialmente e demonstra que a ocupação valeu a pena”.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;“Temos de decidir pela resistência e partir imediatamente para a luta. Ainda estamos fazendo piquete e o manteremos até que tudo esteja resolvido e o dinheiro depositado nas contas dos trabalhadores”, ressaltou. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;O representante sindical da fábrica de Basildon, Frank Jepson, complementou: “A Visteon foi encurralada e teve de agitar uma pequena bandeira branca. Eles perceberam que estávamos ficando mais fortes, em lugar de enfraquecermos”. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;“A ameaça de iniciarmos piquetes nas fábricas da Ford em Bridgend e Dagenham atingiu o alvo. Eles sabiam que não estávamos blefando e que faríamos o que fosse preciso para conseguir justiça. Faremos piquete até que o dinheiro esteja no banco”, disse o sindicalista de Basildon, onde os 159 trabalhadores aprovaram por unanimidade o acordo.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Os últimos a votar, no dia 3 de maio, foram os operários da ainda ocupada fábrica de Belfast, com 147 a favor e 34 contra a proposta. O delegado sindical John McGuire comentou: “Não é uma vitória, porque todos perderam os empregos, mas é uma vitória porque forçamos a Ford Motor a apresentar um acordo financeiro adequado”.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;‘Será uma vitória total quando conseguirmos nos tribunais a condenação da Ford/Visteon por não cumprir sua obrigação quanto ao financiamento de nossos fundos de pensão, em torno de 150 a 200 milhões de libras. Este buraco será coberto pelos contribuintes, e vamos lutar contra isso na Justiça”. McGuire ressaltou que, apesar disso, o acordo “mostra que a ocupação compensou. Nós permanecemos firmes e não sairemos até que o dinheiro esteja em nossas contas”.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;div face="verdana"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div face="verdana"&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div face="verdana"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Tradução: Dilair Aguiar&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: verdana;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: verdana;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: verdana;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Fonte: The News Line&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;(&lt;a href="http://www.wrp.org.uk/news/4207"&gt;http://www.wrp.org.uk/news/4207&lt;/a&gt;)&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-6040389872740462600?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/6040389872740462600/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=6040389872740462600' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/6040389872740462600'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/6040389872740462600'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2009/05/ocupacao-valeu-pena-dizem-os.html' title='Reino Unido: Ocupação da Visteon valeu a pena!'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-2431812561910886863</id><published>2009-04-27T13:58:00.007-03:00</published><updated>2010-03-27T13:12:27.795-03:00</updated><title type='text'>Japão: Governo paga para trabalhadores estrangeiros deixarem o país</title><content type='html'>HAMAMATSU, Japão — A imigrante brasileira Rita Yamaoka, mãe de três filhos, perdeu recentemente seu emprego numa fábrica de Hamamatsu. Agora, o governo do Japão lhe fez uma proposta quase irrecusável: pagará alguns milhares de dólares para repatriar Rita, seu marido – brasileiro descendente de japoneses – e seus filhos. Em troca, o casal terá de concordar em jamais voltar ao Japão em busca de trabalho. &lt;br /&gt;“Fiquei imensamente estressada. Choro com muita frequência”, queixou-se Rita, de 38 anos, após uma reunião na qual funcionários do governo detalharam a proposta. “Disse ao meu marido que devíamos pegar o dinheiro e voltar”, relatou, com os olhos lacrimejando. “Não temos condições de ficar mais tempo por aqui”.&lt;br /&gt;A proposta, estendida a centenas de milhares de trabalhadores imigrantes latino-americanos, faz parte de um novo plano para incentivá-los a deixar o país, abalado pela recessão. Segundo fontes oficiais, até agora pelo menos cem trabalhadores e suas famílias concordaram em abandonar o Japão. &lt;br /&gt;O programa tem sido porém criticado como míope, desumano e uma ameaça ao progresso obtido pelo país ao abrir sua economia aos trabalhadores estrangeiros. “É uma vergonha. É muito cruel”, comentou Hidenori Sakanaka, diretor do Instituto de Política de Imigração do Japão. “O Japão está dando um tiro no pé. Podemos nos encontrar agora em recessão, mas está claro que não teremos futuro sem os trabalhadores do exterior”.&lt;br /&gt;A iniciativa é limitada aos trabalhadores latino-americanos conhecidos como &lt;i&gt;dekasseguis&lt;/i&gt;, cujos antepassados japoneses emigraram ao Brasil e países vizinhos há cerca de um século, para trabalhar em plantações de café.&lt;br /&gt;Em 1990, o Japão, que enfrentava na época uma forte escassez de mão-de-obra industrial, começou a emitir milhares de vistos especiais de trabalho para os descendentes desses emigrantes. Cerca de 366 mil brasileiros e peruanos vivem atualmente no Japão.&lt;br /&gt;Os &lt;i&gt;dekasseguis&lt;/i&gt; se tornaram rapidamente o maior contingente de trabalhadores não especializados em um país antes avesso à imigração, assumindo empregos denominados de 3-K (&lt;i&gt;kitsui&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;kitanai&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;kiken&lt;/i&gt; – duros, sujos e perigosos).&lt;br /&gt;Mas o setor manufatureiro do país afundou com o colapso na demanda de produtos japoneses, elevando o desemprego a 4,4% em três anos. As exportações sofreram uma queda de 45,6% em março, em comparação ao mesmo mês de 2008, e a produção industrial atingiu seu nível mais baixo em 25 anos.&lt;br /&gt;Recentes dados do ministério do Comércio sugeriram um possível aumento na produção industrial em março e abril, com os fabricantes aliviando parcialmente os cortes. Mas os números poderiam estar mais relacionados à renovação de estoques do que com qualquer aumento na demanda. &lt;br /&gt;Enquanto aguarda o que vai acontecer, o Japão procura convencer os trabalhadores estrangeiros a partir, aliviando assim a pressão sobre o mercado de trabalho e o índice de desemprego. &lt;br /&gt;“Não haverá boas oportunidades de emprego por algum tempo, e por esse motivo estamos sugerindo que os &lt;i&gt;nikkeis&lt;/i&gt; brasileiros voltem para casa”, disse Jiro Kawasaki, ex-ministro da Saúde e influente legislador do Partido Democrático Liberal, atualmente no governo do país. As autorizações para &lt;i&gt;nikkeis&lt;/i&gt; são vistos de entrada especiais concedidos a estrangeiros ligados a ou descendentes de japoneses.&lt;br /&gt;Kawasaki foi o líder da força-tarefa do PDL que formulou o plano de repatriamento, parte de uma estratégia de emergência mais ampla para combater o crescente desemprego. De acordo com o programa, introduzido em abril, os trabalhadores imigrantes vindos do Brasil e outros países latino-americanos receberão US$ 3.000 para as passagens aéreas e mais US$ 2.000 por dependente – uma quantia atraente para muitos deles. &lt;br /&gt;Mas aqueles que voltarem para casa financiados pelo governo japonês nunca mais poderão solicitar vistos de trabalho no país. Sem esse documento, o retorno ao Japão torna-se quase impossível para a maioria. Somente poderão pedir vistos de turista válidos por três meses. A outra hipótese é se tornarem médicos, banqueiros ou passarem a fazer parte de algumas categorias específicas, habilitando-se a vistos profissionais – desde que disponham de uma companhia que os patrocinem. &lt;br /&gt;A Espanha, com um índice de desemprego de 15,5%, adotou um programa semelhante, mas os imigrantes podem solicitar novos vistos de trabalho ou residência após três anos. &lt;br /&gt;O governo japonês está sendo pressionado a permitir o retorno. Fontes oficiais informaram que tal possibilidade está sendo considerada, mas não foi assumido algum compromisso a respeito. &lt;br /&gt;“Certamente não queremos que essas mesmas pessoas voltem ao Japão depois de alguns poucos meses”, afirmou Kawasaki. “Os contribuintes japoneses perguntariam: ‘mas que tipo de política ridícula é esta?’ ”&lt;br /&gt;O plano também causou surpresa, especialmente depois que o governo introduziu há poucos meses várias medidas para ajudar estrangeiros desempregados, como cursos gratuitos de japonês, formação vocacional e assistência na busca de empregos. Os trabalhadores imigrantes também podem receber quantias limitadas de seguro-desemprego, desde que tenham feito contribuições mensais. &lt;br /&gt;“Está muito confuso”, afirmou Angelo Ishi, professor associado de sociologia na Universidade Musashi, em Tóquio. “Anteriormente, o governo japonês deixou claro que os brasileiro-japoneses seriam bem-vindos; isto agora é um insulto para a comunidade”.&lt;br /&gt;A iniciativa também poderá prejudicar o Japão a longo prazo. O país, com um número cada vez maior de idosos, enfrenta uma iminente escassez de mão-de-obra. O índice de natalidade está em queda desde 2005, e a população em idade de trabalho poderá se reduzir a um terço do total de hoje por volta de 2050. Enquanto as demissões aumentam na indústria, setores como a agricultura e assistência à terceira idade enfrentam falta de trabalhadores.&lt;br /&gt;Kawasaki destacou porém que a retração econômica constitui uma boa oportunidade para revisar a política de imigração do país. “Deveríamos impedir a entrada de trabalhadores não qualificados no Japão. Deveríamos garantir que mesmo os empregos 3-K sejam bem remunerados, e que sejam ocupados por japoneses”, afirmou. “Não creio que o Japão deva se tornar uma sociedade multiétnica”.&lt;br /&gt;O ex-ministro da Saúde observou ainda que os Estados Unidos haviam sido “um fracasso” na área da imigração, citando a extrema desigualdade de renda entre os estadunidenses ricos e os imigrantes pobres. &lt;br /&gt;Mas no abarrotado salão da prefeitura de Hamamatsu onde foram informados do plano, os imigrantes expressaram revolta com a possibilidade de serem impedidos para sempre de regressar ao Japão. Vários deles, indignados, discutiram com os funcionários do governo. Outros abandonaram o local. &lt;br /&gt;“Você está dizendo que até nossas crianças não poderão voltar?”, gritou um homem. “É verdade, elas não serão autorizadas a retornar”, respondeu Masahiro Watai, funcionário responsável por assuntos trabalhistas. &lt;br /&gt;Claudio Nishimori, de 30 anos, disse que já estava pensando em regressar ao Brasil devido à redução dos turnos na fábrica de componentes eletrônicos onde trabalha. Mas se sente muito angustiado com a volta ao seu país. “Vivo no Japão há 13 anos. Não sei se vou encontrar trabalho quando retornar ao Brasil”, explicou. Nishimori não vê porém outra alternativa, pois sua esposa está desempregada desde o ano passado e ele não tem condições de sustentar sua família sozinho. &lt;br /&gt;Rita Yamaoka e o marido Sergio, que chegaram há três anos no país, durante uma fase de forte aumento nas exportações, continuam indecisos. Ambos perderam os empregos em fábricas de automóveis. Mas outros acabaram concordando com a partida. Cerca de mil brasileiros residentes em Hamamatsu deixaram a cidade antes mesmo do plano ser anunciado. A escola primária da cidade, na qual os filhos dos &lt;span style="font-style: italic;"&gt;dekasseguis&lt;/span&gt; brasileiros estudavam, foi fechada no mês passado. &lt;br /&gt;“Eles nos toleraram enquanto precisavam do nosso trabalho”, comentou Wellington Shibuya, que está há seis anos no Japão e perdeu seu emprego em uma fábrica de fogões em outubro do ano passado. “Mas agora que a economia está ruim, eles nos jogam um punhado de dinheiro e nos dizem adeus”.&lt;br /&gt;Wellington aceitou a proposta do governo e deve deixar o país em junho. “Nós trabalhamos duro; tentamos nos ajustar. Mesmo assim, eles nos chutaram sem pensar duas vezes”, observou. “Estou feliz em abandonar um país como este”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: verdana; font-weight: bold;"&gt;Tradução: Dilair Aguiar&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: verdana; font-weight: bold;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: verdana; font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div face="verdana" style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: The New York Times&lt;/div&gt;&lt;div face="verdana" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;a href="http://www.nytimes.com/2009/04/23/business/global/23immigrant.html?scp=1&amp;amp;sq=Hamamatsu&amp;amp;st=cse"&gt;http://www.nytimes.com/2009/04/23/business/global/23immigrant.html?scp=1&amp;amp;sq=Hamamatsu&amp;amp;st=cse&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div face="verdana" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div face="verdana" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;a href="http://www.nytimes.com/2009/04/23/business/global/23immigrant.html?scp=1&amp;amp;sq=Hamamatsu&amp;amp;st=cse"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-2431812561910886863?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/2431812561910886863/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=2431812561910886863' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/2431812561910886863'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/2431812561910886863'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2009/04/japao-paga-para-trabalhadores.html' title='Japão: Governo paga para trabalhadores estrangeiros deixarem o país'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-1770982375815492601</id><published>2009-04-27T12:43:00.006-03:00</published><updated>2010-03-27T13:13:28.761-03:00</updated><title type='text'>França: ‘Chefestros' se multiplicam em todo o país</title><content type='html'>&lt;div class="wlWriterEditableSmartContent" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:09a64ca7-294f-4066-9197-77e6c361306a" style="display: inline; float: none; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;&lt;div&gt;&lt;object height="355" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/10iuboiM1ww&amp;amp;hl=en"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/10iuboiM1ww&amp;amp;hl=en" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Protestando contra demissões e tentativas de jogar a crise econômica sobre suas costas, trabalhadores franceses detiveram nas últimas semanas executivos e gerentes de empresas em diversos pontos do país, em ações apelidadas de “chefestros”. Aqui estão alguns dos principais casos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;13 de março&lt;/b&gt; – Operários de uma fábrica da Sony em Pontonx-sur-l’Adour (sudoeste do país) retiveram por 24 horas o principal executivo da companhia na França e outros altos funcionários, exigindo melhores acordos de dispensa no fechamento da unidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;24 de março&lt;/b&gt; - Trabalhadores do grupo farmacêutico 3M impediram a saída de um diretor de fábrica por mais de 24 horas, em protesto contra o corte de 110 dos 235 postos de trabalho de uma unidade em Pithiviers (região central da França).&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;31 de março&lt;/b&gt; – Operários da Caterpillar Inc. detiveram quatro gerentes, depois que a companhia estadunidense anunciou a dispensa de 733 dos 2.700 empregados de uma fábrica no sudeste do país.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;31 de março&lt;/b&gt; – A tropa de choque interveio para libertar o bilionário francês Francois-Henri Pinault, dono da rede varejista e de artigos de luxo PPR, quando funcionários do grupo, reagindo ao anúncio da demissão de 1.200 deles em duas lojas, o cercaram dentro de um táxi por quase uma hora. &lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;8 de abril&lt;/b&gt; – Operários retiveram quatro gerentes durante toda a noite em uma fábrica da companhia britânica de adesivos Scapa Group, em protesto contra o plano de fechamento das instalações em Bellegarde, na França meridional.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;9 de abril – &lt;/b&gt;Trabalhadores de uma fábrica da empresa de autopeças Faurecia, controlada pelo grupo PSA Peugeot Citroën, detêm três gerentes por cinco horas, reivindicando melhores condições em um plano social proposto pela companhia em dezembro passado.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;16 de abril&lt;/b&gt; – Funcionários da FM Logistic Woippy, no nordeste do país, impediram a saída de cinco gerentes por cerca de 24 horas, devido ao anunciado corte de 475 postos de trabalho em maio do próximo ano. &lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;21 de abril&lt;/b&gt; – Trabalhadores de uma fábrica da companhia estadunidense de componentes eletrônicos Molex detiveram dois gerentes durante toda a noite em reação ao fechamento de uma unidade em Villemur-sur-Tarn, perto de Toulouse, no sudoeste do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: verdana;"&gt;&lt;b&gt;Tradução: Dilair Aguiar&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: verdana;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div face="verdana"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div face="verdana"&gt;&lt;b&gt;Fonte: LabourStart&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div face="verdana"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;b&gt;(&lt;/b&gt;&lt;a href="http://uk.reuters.com/article/worldNews/idUKTRE53M4D720090423" title="http://uk.reuters.com/article/worldNews/idUKTRE53M4D720090423"&gt;&lt;b&gt;http://uk.reuters.com/article/worldNews/idUKTRE53M4D720090423&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;)&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div face="verdana"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-1770982375815492601?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/1770982375815492601/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=1770982375815492601' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/1770982375815492601'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/1770982375815492601'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2009/04/chefestros-se-multiplicam-na-franca.html' title='França: ‘Chefestros&apos; se multiplicam em todo o país'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-5582382108760185826</id><published>2009-04-16T11:53:00.010-03:00</published><updated>2010-03-27T13:15:13.085-03:00</updated><title type='text'>Guadalupe: A greve geral comentada por um de seus líderes</title><content type='html'>&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Com uma greve geral unida e firme, que durou 44 dias, os trabalhadores de Guadalupe conquistaram um acordo atendendo suas principais reivindicações, incluindo um aumento de 200 euros no salário mínimo&lt;/i&gt; (ver&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;a href="http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2009/03/normal-0-21-microsoftinternetexplorer4_12.html"&gt;&lt;b&gt;Greve geral em Guadalupe é vitoriosa&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;)&lt;i&gt;. &lt;/i&gt;&lt;i&gt;Elie Domota, secretário-geral da União Geral dos Trabalhadores de Guadalupe (UGTG) e porta-voz da Liyannaj Kont Pwofitasyon ( Aliança contra a Exploração – LKP)&lt;/i&gt;&lt;i&gt; fala a Robert Fabert, da ILC International Newsletter, sobre o vitorioso movimento.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;ILC: Qual é sua avaliação da greve?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;ED: Ela teve um saldo muito positivo. Presenciamos 44 dias de greve geral total. Foi uma grande demonstração de unidade de todos os trabalhadores e de todas as organizações que integram a LKP.&lt;br /&gt;Antes dela, muito disseram que seria um &lt;i&gt;negro konplo um sé konplo chyen&lt;/i&gt; (uma conspiração de crioulos, uma conspiração de cães) ... Bem, nós demonstramos que podemos unir sindicatos, organizações políticas, associações de moradores, entidades de consumidores, movimentos culturais. Foi nossa diversidade que forjou a unidade.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;ILC: Como a LKP surgiu e qual foi o seu papel no movimento?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;ED: Como a LKP começou? Bem, foi muito simples: antes, cada organização atuava sozinha. Em novembro do ano passado, na UGTG, decidimos nos reunir com as outras organizações, depois do surgimento de uma série de problemas. Nós achávamos que nenhuma organização poderia ter sucesso em uma luta isolada; precisávamos de uma ampla unidade.&lt;br /&gt;Foi relativamente fácil nos reunirmos, porque durante seis anos tentamos montar o que chamamos um programa de reivindicações da classe operária. Nós também estivemos juntos no 1º de maio. Mas, durante todo esse tempo, fomos incapazes de chegar a um acordo.&lt;br /&gt;A 5 de dezembro de 2008, fizemos o primeiro encontro com os sindicatos, com sindicatos da educação, movimentos culturais, com partidos políticos ... E então a &lt;i&gt;liyannaj&lt;/i&gt; (aliança) germinou! Houve a greve de 16 e 17 dezembro. Fomos à &lt;i&gt;Prefecture&lt;/i&gt; de Basse-Terre (sede do governo francês) ... e decidimos continuar o movimento em janeiro.&lt;br /&gt;A LKP foi criada deste modo. Nesta &lt;i&gt;balan&lt;/i&gt; (dinâmica), escolhemos nossas cores, nossa bandeira e um novo hino. A &lt;i&gt;Gwadloup sé Tannou&lt;/i&gt; (Guadalupe é Nossa) era cantada em coro por todos os manifestantes ... Ela decolou &lt;i&gt;adan balan&lt;/i&gt; (muito depressa). A LKP é o fruto da unidade iniciada há muitos anos entre as organizações. &lt;br /&gt;&lt;b&gt;ILC: Guadalupe nunca será como antes, dizem os trabalhadores, militantes ... Você concorda? O que isso significa para você?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;ED: Concordo. Mas quero dizer que não atuamos aos trancos e barrancos, no impulso. Devemos manter alguma regularidade e consistência em todas as nossas ações, se não quisermos cair no mesmo sistema que condenamos.&lt;br /&gt;Acima de tudo, isto significa mudar as relações sociais, estabelecer novas relações sociais, novas relações entre homens e mulheres do nosso país. E, acima de tudo, as relações sociais nos locais de trabalho. Nós, os indígenas e negros, que somos maioria neste país, devemos sentir orgulho e parar de baixar nossas cabeças, aceitando o inaceitável.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;ILC: O que este movimento simboliza para os povos e os trabalhadores de todo o mundo?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;ED: Pode simbolizar o fato de que são as grandes lutas que fazem girar a roda da História. Hoje, o grande capital internacional controla tudo, inclusive os políticos que aplicam suas ordens. Conseguimos demonstrar que uma pequena nação de 400.000 habitantes pode desafiar este sistema baseado na exploração e submissão.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;ILC: Você está sendo processado por “incitação ao ódio racial” e “extorsão de assinaturas no Acordo Jacques Bino”.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;ED: Isto é uma tentativa de difamar o movimento: as palavras não foram racistas (1). Elas refletem uma realidade, a organização da sociedade em Guadalupe, que sempre foi, e ainda é, baseada em uma relação de raças e classes por &lt;i&gt;nanni nannan &lt;/i&gt;(há muito tempo). O topo da pirâmide é sempre o mesmo: &lt;i&gt;békés&lt;/i&gt; (elite branca), e, na parte inferior, o negro e o índio. Depois de 400 anos, ainda vivemos em uma fotocópia da mesma sociedade escravocrata. &lt;br /&gt;A verdade é que ainda estávamos em greve nas companhias que não aceitaram o Acordo Bino (2), nós exigíamos o cumprimento do acordo ... E o que o promotor fez? Abriu um inquérito sobre “extorsão de assinaturas” no acordo. Isto, repito, é uma tentativa de nos enlamear, nos demonizar, de reverter as conquistas que fizemos. &lt;br /&gt;Estamos prontos e não nos intimidaremos com processos! Se isto chegar ao tribunal, ele será um fórum para expor ao mundo inteiro o que é a nossa sociedade, o que o Estado francês faz em um pequeno país dominado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1) Entrevistado na televisão a respeito da recusa de alguns empresários em assinar o acordo, Elie Domota afirmou: “Ou eles cumprem o acordo, ou terão de deixar Guadalupe; não permitiremos que um bando de &lt;i&gt;békés&lt;/i&gt; restaure a escravidão”.&lt;br /&gt;(2) Jacques Bino: ativista sindical assassinado a tiros na noite de 17-18 de fevereiro de 2009, durante a greve geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: verdana;"&gt;&lt;b&gt;Tradução: Dilair Aguiar&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div face="verdana"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div face="verdana"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div face="verdana"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div face="verdana"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div face="verdana"&gt;&lt;b&gt;Fonte: Union Book&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div face="verdana"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.unionbook.org/pg/blog/brashley46/read/10384/guadeloupe-on-democracy-now-tomorrow-from-the-ilc"&gt;http://www.unionbook.org/pg/blog/brashley46/read/10384/guadeloupe-on-democracy-now-tomorrow-from-the-ilc&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.unionbook.org/pg/blog/brashley46/read/10384/guadeloupe-on-democracy-now-tomorrow-from-the-ilc"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-5582382108760185826?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/5582382108760185826/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=5582382108760185826' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/5582382108760185826'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/5582382108760185826'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2009/04/greve-geral-de-guadalupe-nas-palavras.html' title='Guadalupe: A greve geral comentada por um de seus líderes'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-824302197933641864</id><published>2009-04-14T12:08:00.005-03:00</published><updated>2010-03-27T13:16:26.116-03:00</updated><title type='text'>Bulgária: Greve em siderúrgica pode se propagar pelo país</title><content type='html'>&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:Georgia; 	panose-1:2 4 5 2 5 4 5 2 3 3; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:647 0 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:Georgia; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";} a:link, span.MsoHyperlink 	{color:blue; 	text-decoration:underline; 	text-underline:single;} a:visited, span.MsoHyperlinkFollowed 	{color:purple; 	text-decoration:underline; 	text-underline:single;} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: verdana; font-weight: bold;"&gt;&lt;meta content="text/html; charset=utf-8" equiv="Content-Type"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Word.Document" name="ProgId"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 10" name="Generator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 10" name="Originator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CDILAIR%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List"&gt;&lt;/link&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:Georgia; 	panose-1:2 4 5 2 5 4 5 2 3 3; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:647 0 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:Georgia; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 2.0cm 70.85pt 2.0cm; 	mso-header-margin:35.45pt; 	mso-footer-margin:35.45pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;meta content="text/html; charset=utf-8" equiv="Content-Type"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Word.Document" name="ProgId"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 10" name="Generator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 10" name="Originator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CDILAIR%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List"&gt;&lt;/link&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:Georgia; 	panose-1:2 4 5 2 5 4 5 2 3 3; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:647 0 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:Georgia; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 2.0cm 70.85pt 2.0cm; 	mso-header-margin:35.45pt; 	mso-footer-margin:35.45pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: verdana; font-weight: normal; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;Os operários da usina siderúrgica de Kremikovtzi, que iniciaram dia 1º de abril uma greve contra o fechamento da fábrica e o não pagamento de seus salários, realizaram dia 10 de abril mais uma manifestação de protesto, em um movimento que poderá se propagar a toda a indústria siderúrgica do país, além de receber a adesão de outras categorias. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: verdana; font-weight: normal; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;Os trabalhadores, que reivindicam o pagamento dos salários vencidos desde novembro passado e das indenizações de mais de dois mil operários demitidos da usina em junho de 2008, acusam o governo de negligência na busca de uma solução para a crise da fábrica, declarada insolvente no ano passado. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: verdana; font-weight: normal; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;“Eles definitivamente nos subestimam porque somos muito calmos. Por meses os trabalhadores da Kremikovtzi demonstram que são pessoas afáveis e cidadãos deste Estado, mas quando o Estado se transforma em uma madrasta maligna, nós também mudaremos nosso comportamento”, advertiu Lyudmil Pavlov, dirigente sindical da usina. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: verdana; font-weight: normal; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;A Confederação de Sindicatos Independentes da Bulgária e Confederação do Trabalho Podkrepa anunciaram que os protestos prosseguirão na próxima semana, estando programada para o dia 16 de abril uma reunião nacional para a proteção da usina. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: verdana; font-weight: normal; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;Além de uma greve nacional dos trabalhadores siderúrgicos búlgaros, outras categorias, como professores e médicos, pretendem aderir ao movimento. Os operários também planejam realizar um acampamento no centro da capital búlgara, Sofia. O presidente de Confederação do Trabalho Podkrepa, Ludmil Pavlov, afirmou que os protestos serão “poderosos e vitoriosos”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: verdana; font-weight: normal; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;Os sindicalistas exigem ainda a renúncia do ministro da Economia, Petar Dimitrov, por sua incapacidade em solucionar os problemas financeiros da usina, antes responsável por 10% das exportações do país. Segundo eles, o governo não tem se empenhado em encontrar um investidor ou buscar uma solução alternativa. Entre os possíveis investidores, se incluiria a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) do Brasil, com a qual o governo vem mantendo conversações sobre um acordo para a venda de coque.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: verdana; font-weight: normal; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;O ministro da Economia afirmou porém que “se as negociações com a CSN fracassarem, a opção é de que as operações siderúrgicas da usina sejam encerradas, mantendo-se as demais linhas de produção”. Já o diretor financeiro da CSN, Otavio Lassano, declarou que a companhia não está interessada: “não pretendemos comprar ativos no exterior, nomeadamente a usina siderúrgica búlgara de Kremikovtzi. É muito provável que, este ano, nós façamos qualquer aquisição”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: verdana; font-weight: normal; line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: verdana; font-weight: normal; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: verdana; font-weight: bold; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;Tradução: Dilair Aguiar&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: verdana; font-weight: bold; line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: verdana; font-weight: bold; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: verdana; font-weight: bold; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;Fonte: Sofia News Agency&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: verdana; font-weight: normal; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%; font-weight: bold;"&gt;&lt;a href="http://www.novinite.com/view_news.php?id=102674"&gt;http://www.novinite.com/view_news.php?id=102674&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: verdana; font-weight: normal; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt; &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://www.novinite.com/view_news.php?id=102674"&gt; &lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-824302197933641864?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/824302197933641864/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=824302197933641864' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/824302197933641864'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/824302197933641864'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2009/04/greve-em-siderurgica-podera-se-propagar.html' title='Bulgária: Greve em siderúrgica pode se propagar pelo país'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-668862860002798267</id><published>2009-04-08T16:50:00.010-03:00</published><updated>2010-03-27T13:17:22.326-03:00</updated><title type='text'>Suécia: Sindicatos buscam ampliar filiações</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;A maioria dos suecos está filiada a um sindicato e o nível de organização dos trabalhadores é um dos mais elevados do mundo. Mas o ingresso em um sindicato não é mais dado como garantido. A proporção de sindicalizados está caindo, levando as entidades a iniciar campanhas para novas filiações.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por Harald Gatu&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A poucas horas de distância da capital sueca, Estocolmo, fica Bollnäs, uma pequena cidade cercada de belos lagos e amplas florestas. A companhia estadunidense de ferramentas Snap-on Inc. possui ali uma fábrica de serrotes. A unidade tem 137 trabalhadores e, com exceção de um, todos são sindicalizados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas o índice quase absoluto de adesão não significa que o sindicato dos metalúrgicos IF Metall pode relaxar, esperando que os operários se associem espontaneamente. “Não, não é tão simples”, comenta o dirigente sindical Stefan Halvarsson. “Não é mais assim. Antigamente, eles costumavam vir e pedir para entrar. Agora, temos de procurá-los e argumentar em favor do sindicato. Querem saber o que o sindicato pode fazer para eles”.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Stefan, de 38 anos, está há 14 anos nessa fábrica. Antes disso, trabalhou no serviço de saúde do país, e acredita que esse emprego, no qual tinha muito contato com o público, lhe facilitou o engajamento nas atividades sindicais. “Ser um militante sindical significa trabalhar com as pessoas, construindo relações e confiança”, define.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Após alguns anos na fábrica, foi convidado a assumir o trabalho sindical. Ele aceitou e hoje é o dirigente da subsede do IF Metall na unidade da Snap-On. “Devemos sempre explicar as razões para a associação ao sindicato. E, principalmente, o sindicato deve sempre estar visível. O sindicato deve estar presente entre seus membros”.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sempre que a companhia contrata novos empregados, a subsede faz com eles um encontro de esclarecimento. “Isto nos dá a oportunidade de explicar o que o sindicato defende e porque somos necessários. Em geral, ocorre um diálogo muito frutífero com os novos empregados, a maioria jovens que, com freqüência, sabem pouco sobre os valores sindicais”.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas uma boa apresentação não é suficiente, diz Stefan. O sindicato deve estar atuante o tempo todo. Precisa ser visível e acessível aos seus membros, que devem ser corretamente informados e terem oportunidade de participar. Para isso, a subsede da fábrica de Bollnäs criou uma nova abordagem. “Quando juntávamos todo mundo para uma plenária no refeitório, geralmente só duas ou três pessoas falavam. Os demais ficavam quietos”, relata. “Então tentamos outro caminho”. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;As reuniões sindicais são agora realizadas em pequenos grupos, em torno de 15 pessoas, para que um maior número de operários possa se manifestar. Para aproximar ainda mais o sindicato de suas bases, são realizados encontros anuais do IF Metall na fábrica. Um entre quatro filiados da subsede participa das reuniões sindicais. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além dos vários temas levantados nos grupos, a subsede também faz pesquisas entre os operários. O sindicato consegue dessa forma orientações sobre como suas atividades podem ser desenvolvidas e melhoradas. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;"Através dos encontros do IF Metall, conseguimos saber o que os trabalhadores esperam do sindicato”, afirma Stefan, observando que “isto nos coloca sob pressão e estabelece as bases de atuação da subsede. Além disso, proporciona bons parâmetros para o nosso trabalho com a direção do sindicato. Podemos mostrar os resultados das pesquisas e apontar o que precisa ser mudado na fábrica”.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Também é importante que os dirigentes sindicais eleitos sejam preparados para atuar com eficiência. Durante o primeiro ano de mandato, o representante participa das reuniões apenas para “ouvir e aprender”. Em seguida, passa por um programa de treinamento que inclui legislação, contratos e técnicas de negociação. Cada um dos sindicalistas recebe sua própria área de responsabilidade. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;h4&gt;UM PANORAMA POLÍTICO SOB MUDANÇA&lt;/h4&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O alto índice de organização na Suécia é explicado em parte pelo fato de que os recursos do seguro-desemprego são geridos pelos sindicatos. Tais fundos tiveram origem nos sindicatos, para proteger os trabalhadores de reduções salariais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A finalidade era impedir que os trabalhadores concordassem com salários abaixo do estabelecido em contrato. Dessa forma, os desempregados não se veriam mais forçados a aceitar um emprego cujo pagamento fosse inferior ao que receberiam dos fundos. Mais tarde, tais recursos se tornaram uma garantia para a sobrevivência dos que não conseguiam trabalho, dificultando o achatamento dos salários e evitando que os trabalhadores competissem uns com os outros por empregos em condições cada vez piores. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas quando o atual governo conservador assumiu o poder na Suécia, em 2006, foram logo adotadas medidas para enfraquecer os fundos. Os pagamentos para os desempregados foram reduzidos. Ao mesmo tempo, o governo também tornou mais cara a adesão aos fundos de desemprego, em uma tentativa de esvaziar os sindicatos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;"Em nosso caso, ninguém abandonou o sindicato porque as contribuições para o fundo de desemprego aumentaram”, conta Stefan. “Deixamos bem claro que foi o governo que elevou as contribuições, não o sindicato”. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro motivo para o alto grau de sindicalização na Suécia é o contrato coletivo. “Sem um contrato coletivo forte, estaríamos em posições muito desvantajosas”, disse o sindicalista. Segundo ele, o contrato coletivo proporciona uma poderosa proteção aos trabalhadores, impedindo cortes nos salários, entre outros exemplos. Além disso, aumenta o poder das bases sindicais nas negociações com os empregadores. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os sindicatos suecos enfrentam agora os esforços dos patrões para descarregar a crise econômica nas costas dos trabalhadores, por meio do enfraquecimento dos contratos coletivos. “Já procuraram fazer isso antes, mas conseguimos barrar as tentativas”, ressalta Stefan. &lt;/p&gt;&lt;h4&gt;&lt;/h4&gt;&lt;h4&gt;&lt;/h4&gt;&lt;h4&gt;Tradução: Dilair Aguiar&lt;/h4&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Fonte: International Metalworkers’ Federation&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.imfmetal.org/main/index.cfm?n=103&amp;amp;l=2&amp;amp;c=19197&amp;amp;mwId=19189"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://www.imfmetal.org/main/index.cfm?n=103&amp;amp;l=2&amp;amp;c=19197&amp;amp;mwId=19189&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.imfmetal.org/main/index.cfm?n=103&amp;amp;l=2&amp;amp;c=19197&amp;amp;mwId=19189"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-668862860002798267?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/668862860002798267/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=668862860002798267' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/668862860002798267'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/668862860002798267'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2009/04/sindicatos-da-suecia-buscam-mais.html' title='Suécia: Sindicatos buscam ampliar filiações'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-4358826375445034194</id><published>2009-04-06T16:53:00.008-03:00</published><updated>2010-03-27T13:17:54.564-03:00</updated><title type='text'>Reino Unido: Operários tomam fábricas da Visteon britânica</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="wlWriterEditableSmartContent" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:b6cdf38b-594a-4610-a44d-bcd471f08697" style="margin: 0px; padding: 0px; display: inline; float: none;"&gt;&lt;div id="a63d246a-9274-4569-87a5-2f8356804a32" style="margin: 0px; padding: 0px; display: inline;"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=jUXFyoLgmRE" target="_new"&gt;&lt;img style="border-style: none;" alt="" src="http://lh3.ggpht.com/_e-0uHSw4OjQ/SdpdtX0jcaI/AAAAAAAAC0c/BqNxepgWb6I/video7be1a75c2202%5B6%5D.jpg?imgmax=800" onload="var downlevelDiv = document.getElementById('a63d246a-9274-4569-87a5-2f8356804a32'); downlevelDiv.innerHTML = &amp;quot;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;object width=\&amp;quot;425\&amp;quot; height=\&amp;quot;355\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;param name=\&amp;quot;movie\&amp;quot; value=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/jUXFyoLgmRE&amp;amp;hl=en\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/param&amp;gt;&amp;lt;embed src=" galleryimg="no" hl="'en\" type="'\" width="'\" height="'\" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Às 14,00 do dia 31 de março, em reuniões de apenas seis minutos, os 565 trabalhadores das três fábricas da Visteon UK (Reino Unido), produtora de componentes automotivos ligada à Ford, foram comunicados que as unidades seriam fechadas e todos os empregados dispensados sumariamente. Eles já não haviam recebido os salários da semana anterior, e então souberam que as pequenas quantias depositadas em suas contas corresponderiam à indenização.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Na mesma noite, os operários da Visteon em Belfast (Irlanda do Norte) ocuparam a fábrica, exigindo a manutenção dos empregos ou o pagamento integral das indenizações. Na manhã seguinte, 1&lt;sup&gt;o&lt;/sup&gt; de abril, pouco antes do meio-dia, os trabalhadores que aguardavam para pegar suas coisas diante da fábrica em Enfield (perto de Londres) decidiram aproveitar a ocasião e tomar as instalações. Uma das portas laterais foi encontrada aberta (ou foi arrombada) e a ocupação começou. Os operários da terceira unidade, situada em Basildon, no condado de Essex (sudeste da Inglaterra) estão mantendo piquetes diários diante da fábrica.&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Tradução: Dilair Aguiar&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Fonte: Blog da Libcom.org sobre as ocupações&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;strong&gt;(&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://libcom.org/tags/visteon-occupation"&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;strong&gt;http://libcom.org/tags/visteon-occupation&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=";font-family:verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;strong&gt;)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-4358826375445034194?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/4358826375445034194/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=4358826375445034194' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/4358826375445034194'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/4358826375445034194'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2009/04/operarios-tomam-fabricas-da-visteon.html' title='Reino Unido: Operários tomam fábricas da Visteon britânica'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/_e-0uHSw4OjQ/SdpdtX0jcaI/AAAAAAAAC0c/BqNxepgWb6I/s72-c/video7be1a75c2202%5B6%5D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-7032501735293831448</id><published>2009-04-04T12:13:00.003-03:00</published><updated>2010-03-27T13:18:58.981-03:00</updated><title type='text'>Grécia: Greve geral tem forte adesão</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="wlWriterEditableSmartContent" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:a215bd3d-0e4c-436b-a88a-3be1849bf737" style="margin: 0px; padding: 0px; display: inline; float: none;"&gt;&lt;div id="775a3458-1c9b-449b-9c58-b05d20337d92" style="margin: 0px; padding: 0px; display: inline;"&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=4aK84evH3vY" target="_new"&gt;&lt;img src="http://lh4.ggpht.com/_e-0uHSw4OjQ/Sdd0DrZKYPI/AAAAAAAAC0U/WrBO7wZpAjQ/videocdf84dcc8b92%5B2%5D.jpg?imgmax=800" style="border-style: none;" galleryimg="no" onload="var downlevelDiv = document.getElementById('775a3458-1c9b-449b-9c58-b05d20337d92'); downlevelDiv.innerHTML = &amp;quot;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;object width=\&amp;quot;425\&amp;quot; height=\&amp;quot;355\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;param name=\&amp;quot;movie\&amp;quot; value=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/4aK84evH3vY&amp;amp;hl=en\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/param&amp;gt;&amp;lt;embed src=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/4aK84evH3vY&amp;amp;hl=en\&amp;quot; type=\&amp;quot;application/x-shockwave-flash\&amp;quot; width=\&amp;quot;425\&amp;quot; height=\&amp;quot;355\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/embed&amp;gt;&amp;lt;\/object&amp;gt;&amp;lt;\/div&amp;gt;&amp;quot;;" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Milhões de gregos participaram de uma greve nacional de 24 horas no dia 2 de abril, reagindo às tentativas do governo de descarregar o peso da crise sobre os trabalhadores. O Partido Comunista da Grécia e militantes sindicais realizaram uma passeata pelo centro de Atenas, com a palavra de ordem: “Sem acordo. O capitalismo deve pagar pela crise." &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A greve, convocada pela Confederação Geral dos Trabalhadores Gregos (GSEE) e a Confederação dos Servidores Públicos, que representam cerca de metade dos cinco milhões de trabalhadores do país, paralisou todos os ministérios, repartições e escolas públicas, enquanto nos hospitais funcionaram apenas os serviços de emergência. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esta é a segunda greve geral contra o governo conservador desde que a polícia matou um adolescente a tiros, em dezembro passado, provocando uma das maiores revoltas populares das últimas décadas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os controladores de tráfico aéreo interromperam o trabalho por quatro horas durante a tarde, suspendendo todos os vôos no país. A maior empresa aérea grega, Olympic Airways, informou o cancelamento de 140 vôos domésticos e internacionais. Os serviços nos portos, balsas e ferrovias também foram paralisados, assim como os transportes públicos de Atenas. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os jornalistas também aderiram, impedindo que os noticiários fossem ao ar na televisão. Os jornais de sexta-feira, dia 3 de abril, também não circularam. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Temos participação total”, declarou o porta-voz da GSEE Stathis Anestis. “Os trabalhadores querem que a política do governo mude. Aqueles que causaram a crise que paguem por ela, não os que trabalham”. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Anestis ressaltou que os trabalhadores “estão furiosos com a queda do nível de vida. Sentem-se inseguros, perguntando se ainda terão emprego”. “A responsabilidade do governo é imensa. Não apenas não está ajudando, como adotou medidas que arrocharão ainda mais a renda”. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O governo grego, que detém maioria no Parlamento por apenas uma cadeira, anunciou o congelamento dos salários dos servidores públicos e um imposto de parcela única sobre rendimentos superiores a 60.000 euros anuais, para sustentar seu orçamento.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p face="verdana" style="font-weight: bold;"&gt;Tradução: Dilair Aguiar&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: verdana; font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: verdana; font-weight: bold;"&gt;Fonte: Morning Star&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: verdana; font-weight: bold;"&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 9"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 9"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:/DOCUME%7E1/DILAIR%7E1/CONFIG%7E1/Temp/msoclip1/01/clip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:donotoptimizeforbrowser/&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */ @font-face 	{font-family:Georgia; 	panose-1:2 4 5 2 5 4 5 2 3 3; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:647 0 0 0 159 0;} @font-face 	{font-family:Verdana; 	panose-1:2 11 6 4 3 5 4 4 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:536871559 0 0 0 415 0;}  /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:Georgia; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";} a:link, span.MsoHyperlink 	{color:blue; 	text-decoration:underline; 	text-underline:single;} a:visited, span.MsoHyperlinkFollowed 	{color:purple; 	text-decoration:underline; 	text-underline:single;} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;span style="font-size: 9pt; font-family: Verdana;" lang="EN-US"&gt;&lt;a href="http://www.morningstaronline.co.uk/index.php/news/world/greek_workers_strike_in_their_millions"&gt;http://www.morningstaronline.co.uk/index.php/news/world/greek_workers_strike_in_their_millions&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: verdana; font-weight: bold;"&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 9"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 9"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:/DOCUME%7E1/DILAIR%7E1/CONFIG%7E1/Temp/msoclip1/01/clip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:donotoptimizeforbrowser/&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */ @font-face 	{font-family:Georgia; 	panose-1:2 4 5 2 5 4 5 2 3 3; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:647 0 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:Georgia; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";} a:link, span.MsoHyperlink 	{color:blue; 	text-decoration:underline; 	text-underline:single;} a:visited, span.MsoHyperlinkFollowed 	{color:purple; 	text-decoration:underline; 	text-underline:single;} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: verdana; font-weight: bold;"&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 9"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 9"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:/DOCUME%7E1/DILAIR%7E1/CONFIG%7E1/Temp/msoclip1/01/clip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:donotoptimizeforbrowser/&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */ @font-face 	{font-family:Georgia; 	panose-1:2 4 5 2 5 4 5 2 3 3; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:647 0 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:Georgia; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";} a:link, span.MsoHyperlink 	{color:blue; 	text-decoration:underline; 	text-underline:single;} a:visited, span.MsoHyperlinkFollowed 	{color:purple; 	text-decoration:underline; 	text-underline:single;} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-7032501735293831448?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/7032501735293831448/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=7032501735293831448' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/7032501735293831448'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/7032501735293831448'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2009/04/greve-geral-tem-forte-adesao-na-grecia_04.html' title='Grécia: Greve geral tem forte adesão'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/_e-0uHSw4OjQ/Sdd0DrZKYPI/AAAAAAAAC0U/WrBO7wZpAjQ/s72-c/videocdf84dcc8b92%5B2%5D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-2461389913494481763</id><published>2009-04-03T15:14:00.006-03:00</published><updated>2010-03-27T13:19:56.402-03:00</updated><title type='text'>Europa: Servidores públicos planejam aliança histórica</title><content type='html'>&lt;p&gt;O sindicato dos servidores públicos britânicos UNISON anunciou dia 29 de março que está formando uma histórica aliança com sindicatos análogos de outros países europeus, unindo milhões de trabalhadores na luta por melhores serviços públicos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O UNISON informou que a proposta foi aprovada pelo Ver.di italiano e o CGIL alemão em conversações mantidas por líderes das três entidades dia 28 de março em Londres, paralelamente à manifestação “Ponham o Povo em Primeiro Lugar”. O protesto, que antecedeu o fórum do G20, reuniu mais de 40 mil pessoas. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Representantes sindicais da Espanha, França, Suécia, Irlanda e Holanda também devem participar das discussões para elaborar um plano de ação em escala européia. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O principal dirigente do UNISON, Dave Prentis, declarou que “agora é o momento de desafiar os que propõem cortes nos salários, pensões e serviços. É hora de reafirmar os valores de justiça, solidariedade e democracia que os trabalhadores dos serviços públicos colocam em prática todos os dias”. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Advertindo que a crise pode levar a dissensões entre os trabalhadores, Prentis ressaltou que “precisamos de uma agenda política pan-européia para combater a ascensão do fascismo. Os sindicatos devem se unir para se certificarem de que não reverteremos a uma Europa introspectiva e direitista”.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Já o líder do Ver.di, Frank Bsirske, destacou a importância da solidariedade entre os trabalhadores em toda a Europa. “Precisamos compartilhar experiências. Precisamos trocar informações sobre o que está acontecendo na Europa. E precisamos formular estratégias conjuntas para fortalecer a solidariedade e criar uma coesão social que não seja limitada pelas fronteiras nacionais”.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Tradução: Dilair Aguiar&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Fonte: Morning Star &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.morningstaronline.co.uk/index.php/news/britain/public_servants_to_unite_across_europe"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;http://www.morningstaronline.co.uk/index.php/news/britain/public_servants_to_unite_across_europe&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-2461389913494481763?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/2461389913494481763/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=2461389913494481763' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/2461389913494481763'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/2461389913494481763'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2009/04/servidores-publicos-europeus-planejam.html' title='Europa: Servidores públicos planejam aliança histórica'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-6285664073103536821</id><published>2009-04-03T14:24:00.009-03:00</published><updated>2009-11-05T23:50:47.293-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='SOB O PONTO DE VISTA DOS TRABALHADORES'/><title type='text'>SOB O PONTO DE VISTA DOS TRABALHADORES</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face  {font-family:Georgia;  panose-1:2 4 5 2 5 4 5 2 3 3;  mso-font-charset:0;  mso-generic-font-family:roman;  mso-font-pitch:variable;  mso-font-signature:647 0 0 0 159 0;} @font-face  {font-family:"Trebuchet MS";  panose-1:2 11 6 3 2 2 2 2 2 4;  mso-font-charset:0;  mso-generic-font-family:swiss;  mso-font-pitch:variable;  mso-font-signature:647 0 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal  {mso-style-parent:"";  margin:0cm;  margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:12.0pt;  font-family:Georgia;  mso-fareast-font-family:"Times New Roman";  mso-bidi-font-family:"Times New Roman";} @page Section1  {size:21.0cm 842.0pt;  margin:2.0cm 2.0cm 2.0cm 2.0cm;  mso-header-margin:36.0pt;  mso-footer-margin:36.0pt;  mso-paper-source:0;} div.Section1  {page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin:0cm;  mso-para-margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:10.0pt;  font-family:"Times New Roman";} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style=""&gt;“Do rio que tudo arrasta se diz violento, mas não se dizem violentas as margens que o oprimem”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style=""&gt;Bertolt Brecht&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;Já estamos habituados ao jogo da mídia monopolista, ao bombardeio de manchetes como “Greves causam bilhões em prejuízos para empresas”, ou reportagens de TV descrevendo em detalhes congestionamentos causados por manifestações – mas sem explicar o motivo do protesto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;Isso se torna tão “normal” que sequer lembramos de analisar os fatos sob outra perspectiva, a da “Falta de greves causa bilhões em prejuízos aos trabalhadores” – ou seja, interpretar o que acontece sob a ótica da outra ponta da exploração capitalista.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;Agora, com o Capital imerso em mais um abalo sísmico, as granadas do baronato da imprensa se tornam ainda mais pesadas: o noticiário fala de cortes, demissões, com empresários, banqueiros e “analistas” traçando os panoramas mais tenebrosos possíveis, contrabalançados por matérias sobre formas “criativas” de solução da crise – soluções, é claro, individuais ou para pequenos grupos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;A mídia procura passar um recado muito explícito: ”É tempo de murici, cada um cuide de si”. E tenta demonstrá-lo omitindo – ou relegando a um canto de página – a luta coletiva dos trabalhadores. Quando esta não pode mais ser ocultada, parte-se para o Plano B: noticiar, mas satanizando a ação dos explorados em virulentos editoriais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;Essa estratégia contra os trabalhadores não se limita ao território nacional. O silêncio é ainda mais exacerbado no que diz respeito à onda de resistência popular em todas as partes do mundo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;Um exemplo: os trabalhadores da ilha caribenha de Guadalupe sustentaram uma greve geral de 44 dias, conquistando a maioria de suas reivindicações. Apenas o Estadão publicou uma notícia a respeito, dando mais destaque aos transtornos causados para os turistas estrangeiros...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;Este blog tentará resgatar, dentro de seus limitados recursos, uma tradição da imprensa popular do Século 20: apresentar um noticiário internacional do ponto de vista dos trabalhadores, suas novas formas de luta, sua resistência cotidiana às manobras do Capital.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;E retomar um brado muitas vezes esquecido: “A Classe Operária é Internacional!”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-6285664073103536821?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/6285664073103536821/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=6285664073103536821' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/6285664073103536821'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/6285664073103536821'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2009/04/greve-geral-na-grecia-tem-firme-adesao.html' title='SOB O PONTO DE VISTA DOS TRABALHADORES'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-6041600967981988260</id><published>2009-03-31T10:25:00.009-03:00</published><updated>2010-03-27T13:20:41.325-03:00</updated><title type='text'>Irlanda: Sindicatos suspendem greve geral</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;p&gt;O Conselho Executivo do Congresso Sindical Irlandês (ICTU) anunciou a 25 de março a suspensão da greve geral marcada para o dia 30, &lt;a href="http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2009/03/sindicatos-irlandeses-convocam-greve_12.html" target="_blank"&gt;(ver "Sindicatos Irlandeses convocam Greve Geral")&lt;/a&gt; após aceitar um convite do “Taoiseach” (primeiro-ministro) Brian Cowen para voltar a negociar com o governo e o IBEC (organização patronal). &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um comunicado do ICTU informou que a iniciativa tem o objetivo de alcançar uma “resposta nacional integrada” para os problemas enfrentados pelo país, mas advertiu que a proposta de paralisação poderá ser retomada, dependendo do resultado das conversações e do projeto orçamentário a ser anunciado a 7 de abril.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Este é o último lance de dados para o governo, o IBEC e os sindicatos”, resumiu o jornal irlandês Irish Times. A decisão de suspender a greve geral reflete o fato de que os dirigentes sindicais estão ansiosos para chegar a um acordo, além de sua confiança no forte apoio por parte dos trabalhadores. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um exemplo disso é a votação realizada pelo sindicato dos servidores públicos Impact, que, embora não tenha atingido a maioria de 2/3 exigida, contabilizou o apoio de 65% dos filiados para a proposta de greve. Os comentários da imprensa burguesa de que a paralisação seria um fracasso decorrem mais de seus desejos que da realidade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas o problema para os negociadores é que há muito pouca margem de manobra. O PIB caiu a uma taxa anualizada de 7,8% no quarto trimestre de 2008, o déficit público alcança € 19,5 bilhões, o desemprego está atingindo a casa dos 400 mil e a receita tributária despencou 24% desde o início do ano. Os empresários, embora se declarem dispostos a um acordo, estão determinados a não pagar pela crise.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O líder do ICTU, David Begg, pode estar disposto a manter seu poder de fogo, mas o fato é que muitos setores ficarão frustrados com qualquer tergiversação ou indecisão por parte dos dirigentes sindicais. Não se pode abrir e fechar a disposição dos trabalhadores como se fosse uma torneira.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por outro lado, muitos trabalhadores estão cientes de que é preciso uma ampla ação militante para barrar os planos do governo e dos patrões. O único motivo pelo qual Cowen convidou os sindicatos é o medo da classe operária. Como já explicamos, isto é como um jogo de pôquer com apostas muito, mas muito elevadas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Tradução: Dilair Aguiar&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Fonte: In defense of Marxism&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.marxist.com/ireland-last-roll-of-the-dice.htm"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;http://www.marxist.com/ireland-last-roll-of-the-dice.htm&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-6041600967981988260?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/6041600967981988260/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=6041600967981988260' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/6041600967981988260'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/6041600967981988260'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2009/03/irlandeses-retomam-negociacoes-e.html' title='Irlanda: Sindicatos suspendem greve geral'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-1717346150051792067</id><published>2009-03-28T12:59:00.009-03:00</published><updated>2010-03-27T13:21:41.118-03:00</updated><title type='text'>Japão: Metalúrgicos mantêm níveis salariais</title><content type='html'>O Conselho Japonês de Trabalhadores Metalúrgicos conseguiu manter os níveis salariais da categoria em recentes negociações com os empregadores, durante a “Ofensiva da Primavera” de 2009. Os sindicatos também obtiveram o reconhecimento da elevação do custo de vida e que esta seja levada em conta nas próximas negociações. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A determinação e a vitalidade dos trabalhadores são a chave para superar a crise atual e abrir melhores perspectivas para o futuro”, manifestou em um comunicado o presidente do Conselho, Koichiro Nishihara. “Exigimos o reconhecimento do árduo trabalho dos membros dos sindicatos e que sua vida cotidiana seja levada em consideração”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Milhares de operários participaram de atos públicos em Tóquio durante as negociações, nas quais se reivindicou que as companhias aumentem os salários para estimular a recuperação da crise financeira mundial. Depois de se concentrarem em um parque no centro da capital japonesa, os manifestantes tomaram as ruas em uma passeata, com cartazes dizendo: “O aumento de salários é o melhor estímulo econômico” e “Jamais permitiremos a demissão de trabalhadores”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;Tradução: Dilair Aguiar&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;Fonte: International Metalworkers’ Federation&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 10"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 10"&gt;&lt;link style="font-family: verdana;" rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CDILAIR%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:Georgia; 	panose-1:2 4 5 2 5 4 5 2 3 3; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:647 0 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:Georgia; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";} a:link, span.MsoHyperlink 	{color:blue; 	text-decoration:underline; 	text-underline:single;} a:visited, span.MsoHyperlinkFollowed 	{color:purple; 	text-decoration:underline; 	text-underline:single;} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman";} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p  class="MsoNormal" style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://www.imfmetal.org/main/index.cfm?n=47&amp;amp;l=2&amp;amp;ol=2&amp;amp;c=19140"&gt;(http://www.imfmetal.org/main/index.cfm?n=47&amp;amp;l=2&amp;amp;ol=2&amp;amp;c=19140)&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  class="MsoNormal" style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://www.imfmetal.org/main/index.cfm?n=47&amp;amp;l=2&amp;amp;ol=2&amp;amp;c=19140"&gt; &lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt; &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-1717346150051792067?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/1717346150051792067/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=1717346150051792067' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/1717346150051792067'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/1717346150051792067'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2009/03/metalurgicos-japoneses-mantem-niveis.html' title='Japão: Metalúrgicos mantêm níveis salariais'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-2969106900987083482</id><published>2009-03-27T14:19:00.008-03:00</published><updated>2010-03-27T13:47:27.680-03:00</updated><title type='text'>Ucrânia: Trabalhadores das ferrovias barram corte salarial</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 10"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 10"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CDILAIR%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:Georgia; 	panose-1:2 4 5 2 5 4 5 2 3 3; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:647 0 0 0 159 0;} @font-face 	{font-family:"Franklin Gothic Medium"; 	panose-1:2 11 6 3 2 1 2 2 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:647 0 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:Georgia; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";} a:link, span.MsoHyperlink 	{color:blue; 	text-decoration:underline; 	text-underline:single;} a:visited, span.MsoHyperlinkFollowed 	{color:purple; 	text-decoration:underline; 	text-underline:single;} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 2.0cm 70.85pt 2.0cm; 	mso-header-margin:35.45pt; 	mso-footer-margin:35.45pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman";} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 10"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 10"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CDILAIR%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:Georgia; 	panose-1:2 4 5 2 5 4 5 2 3 3; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:647 0 0 0 159 0;} @font-face 	{font-family:"Franklin Gothic Medium"; 	panose-1:2 11 6 3 2 1 2 2 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:647 0 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:Georgia; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";} a:link, span.MsoHyperlink 	{color:blue; 	text-decoration:underline; 	text-underline:single;} a:visited, span.MsoHyperlinkFollowed 	{color:purple; 	text-decoration:underline; 	text-underline:single;} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman";} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="line-height: 150%; font-family: verdana;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Os trabalhadores das ferrovias ucranianas conquistaram um acordo impedindo o governo de reduzir o orçamento para o setor, como parte de um projeto que significaria um corte de 50% nos salários de todas as empresas estatais, incluindo as estradas de ferro, a partir de 3 de março.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="line-height: 150%; font-family: verdana;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="line-height: 150%; font-family: verdana;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O Sindicato dos Trabalhadores Ferroviários da Ucrânia, que representa 98% dos quase 500 mil empregados em ferrovias, obteve o recuo a 17 de março, após advertir que iniciaria uma greve – a primeira da história da entidade – caso o governo aplicasse os cortes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="line-height: 150%; font-family: verdana;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O presidente do sindicato, Vadim Tkachov, enviou uma mensagem de protesto ao presidente ucraniano, Victor Yushchenko, à primeira-ministra Yulia Timoshenko e ao presidente do Parlamento, Volodymyr Lytvyn, manifestando a indignação dos trabalhadores. A 12 de março, em uma conferência organizada pelo sindicato, os ferroviários reafirmaram o protesto e prometeram paralisar as ferrovias se a redução orçamentária fosse adotada.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Frente à firme reação dos trabalhadores, as autoridades voltaram atrás e anunciaram que manteriam os salários estabelecidos nos acordos coletivos. “Sou totalmente contra o projeto, pois as pessoas comuns – ferroviários e funcionários dos serviços postais, por exemplo – seriam as vítimas da chamada ‘otimização’. Estamos felizes por ver as reivindicações do sindicato atendidas”, afirmou Tkachov.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;Tradução: Dilair Aguiar&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: verdana;font-family:arial;"  class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;Fonte:&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;International Transport Workers' Federation&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: verdana;font-family:arial;"  class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;a href="http://www.itfglobal.org/news-online/index.cfm/newsdetail/3151?frmSessionLanguage=ENG"&gt;http://www.itfglobal.org/news-online/index.cfm/newsdetail/3151?frmSessionLanguage=ENG&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;o:p&gt; &lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-2969106900987083482?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/2969106900987083482/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=2969106900987083482' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/2969106900987083482'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/2969106900987083482'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2009/03/ferroviarios-ucranianos-barram-corte.html' title='Ucrânia: Trabalhadores das ferrovias barram corte salarial'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-2428663563859866430</id><published>2009-03-24T23:24:00.006-03:00</published><updated>2010-03-27T13:48:45.227-03:00</updated><title type='text'>Iraque: Organizações sindicais formam nova confederação</title><content type='html'>Três das principais organizações de trabalhadores do Iraque – a poderosa Federação dos Sindicatos do Petróleo, a Associação de Eletricitários e a Federação Geral de Sindicatos e Conselhos de Trabalhadores – decidiram formar uma nova confederação, em um importante passo para a unificação do movimento trabalhista do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As entidades firmaram o acordo ao final da Conferência Internacional dos Trabalhadores, a primeira do gênero mantida no Iraque. O encontro, realizado nos dias 13 e 14 de março em Erbil, na região curda, contou com a presença de mais de 200 representantes de sindicatos e federações de todo o país, além de delegações de solidariedade dos Estados Unidos, Reino Unido, África do Sul, Japão, Austrália e Irã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A conferência, que começou a ser preparada há mais de um ano, reuniu delegados da indústria do petróleo e gás, portos, geração e distribuição de energia elétrica, construção, setor público, transportes, comunicações, educação, ferrovias, serviços, saúde, metalurgia, indústria petroquímica, engenharia civil, alimentação, escritores e jornalistas, alfaiates e estudantes. Das 18 províncias iraquianas, 15 estiveram representadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;CONTRA A PRIVATIZAÇÃO DO SETOR PETROLÍFERO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente da Federação Iraquiana de Sindicatos do Petróleo, Hassan Juma’a Awad, condenou energicamente as tentativas dos Estados Unidos de privatizar a indústria petrolífera do Iraque através de acordos de parceria, que entregariam o setor às corporações estrangeiras por mais de uma geração. Falando em nome dos 25 mil filiados à federação, Awad ressaltou que essa indústria deve permanecer sob controle da companhia estatal de petróleo, em benefício do povo iraquiano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A conferência aprovou uma firme resolução contra o novo projeto de lei para o petróleo e gás, patrocinado pelos Estados Unidos, qualificando-o de “hostil aos interesses da classe operária e, conseqüentemente, de todos os iraquianos”. “Todas as fontes de energia são propriedade do povo iraquiano, e ninguém tem o direito de privatizar ou monopolizar estes recursos sob nenhum pretexto. Estes recursos devem ser usados para o benefício dos iraquianos e distribuídos igualmente”, afirma o documento, no qual também se reivindica a participação de representantes dos trabalhadores na administração do setor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também foi adotada uma proposta reivindicando uma nova legislação trabalhista, ajustada às diretrizes da Organização Internacional do Trabalho (OIT), garantindo aos trabalhadores os direitos de organização, negociação coletiva e greve através de sindicatos de sua própria escolha, livres da interferência do governo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Autoridade de Ocupação dos Estados Unidos e o governo iraquiano deixaram intocada a legislação anti-sindical de Saddam Hussein, que proíbe, entre outras coisas, a sindicalização dos funcionários públicos e trabalhadores em estatais, incluindo a indústria do petróleo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os delegados defenderam ainda um Estado iraquiano independente, com um governo “não sectário e não étnico”. “Um dos passos fundamentais para proporcionar estabilidade, paz e segurança no Iraque é a formação de um governo que defina as pessoas em base à sua identidade humana, não importando a origem étnica ou orientação religiosa e ideológica”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Junto a outras resoluções relativas à privatização e a crise econômica global, a conferência criou uma “Frente Internacional contra as Guerras, Bloqueios Econômicos e Violações dos Direitos Sindicais” como organismo coordenador dos trabalhos nos próximos anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presidente do Congresso da Liberdade do Iraque e coordenador do encontro, Samir Adil, comentou ao encerramento que “esta conferência representa um avanço fundamental, tanto para a unificação do movimento dos trabalhadores iraquianos como para o fortalecimento do movimento internacional de solidariedade ao povo iraquiano, no contexto da crise econômica global e as conseqüentes mudanças políticas globais e regionais”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;DELEGADOS DOS EUA RECONHECEM CRIMES&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A delegação dos Estados Unidos, de seis integrantes, foi organizada pela Trabalhadores dos EUA contra a Guerra (USLAW), uma rede de 186 de entidades locais, regionais e nacionais que representam em conjunto mais de cinco milhões de sindicalizados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos momentos mais emocionantes ocorreu quando dois representantes da organização estadunidense Veteranos do Iraque contra a Guerra discursaram perante a conferência, na primeira vez em que ex-combatentes dos EUA reconheceram publicamente os crimes cometidos contra o povo iraquiano e se desculparam por sua participação na ocupação econômica e militar do país.&lt;br /&gt;T.J. Buonomo, ex-oficial da inteligência militar, e Aaron Hughes, ex-sargento do Exército, declararam que não estavam ali para pedir perdão, mas para assumir sua responsabilidade e manifestar solidariedade ao povo iraquiano. Ambos denunciaram a manipulação realizada pelos serviços de inteligência, o suborno de jornalistas iraquianos, a tortura de prisioneiros, a supressão de direitos trabalhistas e as tentativas do governo dos EUA e das corporações multinacionais para controlar o petróleo iraquiano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resposta foi imediata, intensa e sincera. Um dirigente sindical iraquiano, conhecido por suas firmes convicções nacionalistas, dirigiu-se aos veteranos de guerra dos EUA para abraçá-los. Outro delegado afirmou que as declarações de ambos “removeram uma enorme barreira entre os povos do Iraque e dos Estados Unidos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O organizador nacional da USLAW, Michael Eisenscher, disse por sua vez que “reconhecemos que o povo e o movimento trabalhista do Iraque têm pago um terrível preço para reconquistar sua liberdade, estabelecer o controle democrático sobre seu próprio governo e sobre o destino e futuro da nação iraquiana”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Estamos dolorosamente cientes de que tem sido o governo dos Estados Unidos o responsável por tantas mortes, destruição e sofrimento suportados pelo povo iraquiano. Foi o nosso governo que proporcionou ao ditador Saddam Hussein os meios com os quais desencadeou a guerra contra o seu próprio povo, assim como contra outras nações da região. E os trabalhadores de nosso próprio país também pagaram caro, em sangue e dinheiro, pelas transgressões de nosso governo”, destacou Eisenscher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Esta conferência marca importante passo para a plena restauração da soberania iraquiana, que só poderá ser alcançada quando todas as forças militares e mercenárias estrangeiras partirem do território do Iraque, todas as bases militares estrangeiras sejam fechadas, e a integridade territorial do país seja respeitada por todas as nações do mundo”, concluiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;Tradução: Dilair Aguiar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;Fonte: SB News&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;style&gt;* Font Definitions */  @font-face  {font-family:Georgia;  panose-1:2 4 5 2 5 4 5 2 3 3;  mso-font-charset:0;  mso-generic-font-family:roman;  mso-font-pitch:variable;  mso-font-signature:647 0 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal  {mso-style-parent:"";  margin:0cm;  margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:12.0pt;  font-family:Georgia;  mso-fareast-font-family:"Times New Roman";  mso-bidi-font-family:"Times New Roman";} a:link, span.MsoHyperlink  {color:blue;  text-decoration:underline;  text-underline:single;} a:visited, span.MsoHyperlinkFollowed  {color:purple;  text-decoration:underline;  text-underline:single;} @page Section1  {size:612.0pt 792.0pt;  margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;  mso-header-margin:36.0pt;  mso-footer-margin:36.0pt;  mso-paper-source:0;} div.Section1  {page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin:0cm;  mso-para-margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:10.0pt;  font-family:"Times New Roman";} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p  style="font-weight: bold;font-family:verdana;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://socialist-blogs-news.blogspot.com/2009/03/iraqi-unions-announce-new-confederation.html"&gt;(http://socialist-blogs-news.blogspot.com/2009/03/iraqi-unions-announce-new-confederation.html)&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p face="verdana" style="font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p face="verdana" style="font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: verdana; font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://socialist-blogs-news.blogspot.com/2009/03/iraqi-unions-announce-new-confederation.html"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-2428663563859866430?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/2428663563859866430/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=2428663563859866430' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/2428663563859866430'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/2428663563859866430'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2009/03/trabalhadores-iraquianos-formam-nova.html' title='Iraque: Organizações sindicais formam nova confederação'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-153691425213178558</id><published>2009-03-24T19:00:00.011-03:00</published><updated>2010-03-27T14:16:50.933-03:00</updated><title type='text'>EUA: Republic Windows - como foi a ocupação</title><content type='html'>&lt;h3&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div class="wlWriterSmartContent" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:690c406f-c494-4138-aa32-18b2660291de" style="margin: 0px; padding: 0px; display: inline;"&gt;&lt;div&gt;&lt;object width="425" height="355"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/AiFzP48UHYw"&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/AiFzP48UHYw" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por Leah Fried&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Cinco de dezembro era para ser o último dia de trabalho na Republic Windows and Doors, fábrica de janelas e portas de vidro, em Chicago. Mas os gerentes logo perceberam que os trabalhadores não sairiam como cordeiros: eles votaram pela ocupação das instalações. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Filiados ao Trabalhadores Eletricitários Unidos (UE), os operários planejaram invadir as instalações e se acorrentarem às máquinas, mesmo sob o risco de prisão. Este texto é a história de sua luta. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A ocupação, com a qual os trabalhadores conquistaram não apenas o pagamento de indenizações como a admiração de militantes de todo o mundo, não ocorreu em um passe de mágica. Foi conseqüência de anos de luta para construir um sindicato democrático e combativo, capaz de enfrentar os patrões.  &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;ORGANIZANDO AS BASES&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No início de 2004, os trabalhadores da Republic Windows estavam submetidos a um “sindicato” de gangsters, que mais representava os patrões. Chicago é um dos últimos redutos deste “sindicalismo” que ajuda as empresas a explorar os empregados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os operários estavam desde 2001 com o salário congelado em US$ 8 a hora e viam centenas de colegas serem demitidos sem nenhuma justificativa. Discriminação, tratamento injusto e salários irrisórios eram o resultado da ação de seu antigo sindicato. Foi então que decidiram promover uma mudança.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Primeiro entraram em contato com vários centros de trabalhadores, que organizaram uma reunião com representantes do UE. Os operários da Republic Windows ficaram impressionados com seus antecedentes de sindicalismo democrático e agressivo. Em novembro de 2004, realizaram uma eleição, aderiram ao UE e partiram para conquistar o melhor contrato de trabalho que já haviam conseguido. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na briga pelo contrato de 2005, os trabalhadores passaram a usar regularmente adesivos com suas reivindicações e bottons do UE. Fizeram passeatas até os escritórios administrativos, organizaram piquetes e votaram em favor de uma paralisação, se necessário. O contrato foi anunciado na véspera da data prevista para a greve, com um reajuste imediato de US$ 1,75, além de benefícios e melhorias nas condições de trabalho. Esta luta vitoriosa estabeleceu o padrão dos anos que viriam a seguir. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A unidade, contudo, não foi automática. O sindicalismo democrático não existe sem algumas dores próprias ao crescimento. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os trabalhadores da Republic Windows são uma mão-de-obra diversificada: 80% latinos, 20% afro-americanos, 25% mulheres. Eleições duramente disputadas para organizadores e delegados sindicais, intensos debates, dissensões decorrentes de raça e gênero – tudo isso ocorreu na fábrica. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os sindicalistas tiveram de trabalhar muito para construir a unidade entre latinos e afro-americanos, superar o facciosismo, assim como aceitar a derrota em alguns debates, para criar um ambiente no qual todos os trabalhadores se sentissem parte. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Alguns líderes da ocupação se opuseram a outros durante as eleições sindicais – e cada qual tinha seu próprio grupo de seguidores. Mas, no fim, os trabalhadores se mostraram capazes de se uir todas as vezes que necessitaram enfrentar os patrões. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O UE também se dedicou a construir alianças com a comunidade e o movimento trabalhista. Anos de trabalho para forjar vínculos com centros de trabalhadores, grupos religiosos, entidades comunitárias e organizações de defesa dos direitos dos imigrantes estabeleceram as bases para a solidariedade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A ininterrupta presença de militantes de base em atividades solidárias, como a Empregos com Justiça, e em manifestações pelos direitos dos imigrantes em Chicago, contribuiram para que as lideranças locais conhecessem melhor o UE. E sua constante participação em ações políticas nacionais também fez com que o sindicato ficasse conhecido entre os legisladores.  &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;PLANEJANDO OS PASSOS SEGUINTES&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O UE começou a planejar a ocupação da fábrica em novembro de 2008, quando as máquinas começaram a “desaparecer” das instalações. Os dirigentes sindicais concluíram que deviam se preparar para as piores possibilidades.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Compramos correntes com cadeados e organizamos um grupo disposto a atos de desobediência civil, caso necessário, mesmo sob a ameaça de prisão. Os trabalhadores entendiam que precisavam impedir que os equipamentos fossem retirados da fábrica. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Enquanto os operários realizavam várias reuniões para discutir o que poderia acontecer e se preparar para a luta, desenvolvemos uma estratégia focada no Bank of America. O banco, que obteve US$ 25 bilhões dos fundos de resgate, determinaria a continuidade dos créditos para a Republic Windows.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O UE pediu aos aliados que intensificassem a pressão pública sobre o banco, incluindo um grande piquete diante dos escritórios da instituição em Chicago, dois dias antes da ocupação. Membros do Congresso, como o representante Luis Gutierrez, pressionaram o banco a manter negociações com o sindicato. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A ocupação foi desencadeada depois que representantes da empresa não compareceram a uma reunião com o banco e o UE. No que era para ser o último dia de trabalho, os operários decidiram por unanimidade não deixar a fábrica enquanto suas exigências não fossem atendidas: o pagamento de férias e aviso prévio de 60 dias, de acordo com a lei, mais dois meses de assistência médica. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A companhia estava a par da votação para ocupar a fábrica, sabendo que enfrentaria mais de 200 trabalhadores organizados e decididos a não abandonar as instalações sem protestos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A gerência chamou a polícia, mas, ao mesmo tempo, nossos aliados mobilizaram centenas de pessoas para se concentrarem diante da fábrica. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os jornalistas também se tornaram uma presença fixa. A idéia de que o mundo inteiro visse 200 trabalhadores sendo arrastados para fora da fábrica pela polícia, diante de uma multidão reunida em defesa dos operários, contribuiu muito para que a companhia decidisse não entrar em confronto com o sindicato. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A polícia deixou o local, com suas algemas guardadas. Os trabalhadores tomaram a fábrica. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quando a notícia da ocupação se espalhou, a solidariedade começou a chegar, de sindicatos a organizações comunitárias, religiosas, de direitos dos imigrantes e direitos civis. As palavras escritas em cartazes na entrada da fábrica, as doações, as mensagens vindas do mundo inteiro foram essenciais para fortalecer ainda mais a determinação dos operários. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O mais importante, porém, era a unidade dos trabalhadores, que, apesar de suas diferenças, se ergueram e demonstraram uma força incrível.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No dia em que a ocupação começou, os sindicalistas organizaram os trabalhadores em três turnos de oito horas. Os dirigentes do UE também se dividiram em turnos (mas por um período de 20 horas diárias no total). &lt;/p&gt;&lt;p&gt;As regras, decididas previamente, estavam afixadas no refeitório da fábrica: nada de álcool, cigarros ou drogas. Quem não fosse do UE ou trabalhador da Republic Windows, exceto seus familiares, não estava autorizado a entrar nas oficinas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os comitês de boas-vindas e segurança na entrada, de limpeza, de alimentação e de vigilância – para que os equipamentos permanecessem intocados – trabalhavam em turnos de oito horas. Ao início de cada turno, todos os trabalhadores e organizadores se reuniam para saber as notícias mais recentes, designar os integrantes de cada comitê e discutir os próximos passos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os trabalhadores se mantinham ocupados com atos públicos e entrevistas à imprensa fora da fábrica, somados às suas responsabilidades nos comitês. Crianças acompanhavam seus pais, fazendo deveres escolares ou brincando em meio às atividades dos adultos. As doações – alimentos, cobertores e dois aparelhos de TV (um para os noticiários, outro para os canais de esportes) – eram compartilhadas igualmente por todos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Após seis longos dias, o comitê de negociação, formado por sindicalistas da fábrica e representantes do UE, voltou com uma proposta – aceita entusiasticamente pelos trabalhadores em votação. Havíamos conquistado todas as nossas reivindicações. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Agora, estamos agindo para reabrir a fábrica, com todos os trabalhadores de volta aos seus postos. Mas sabemos que foi conquistado algo além de trabalho ou dinheiro. Inspiramos milhões a saber que o mundo é o que nós fazemos através da luta, e que podemos vencer.  &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Leah Fried é uma organizadora do United Electrical Workers (UE)&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tradução: Dilair Aguiar&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fonte: Labour Notes&lt;span style="font-size:85%;"&gt; (&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://labornotes.org/node/2053"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;http://labornotes.org/node/2053&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-153691425213178558?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/153691425213178558/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=153691425213178558' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/153691425213178558'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/153691425213178558'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2009/03/como-os-trabalhadores-da-republic.html' title='EUA: Republic Windows - como foi a ocupação'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-4728171845373334123</id><published>2009-03-12T10:23:00.007-03:00</published><updated>2010-03-27T14:39:40.707-03:00</updated><title type='text'>Irlanda: Sindicatos convocam greve geral por Pacto de Solidariedade</title><content type='html'>&lt;span style="font-size: 130%"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: verdana"&gt;     &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;div class="wlWriterSmartContent" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:bea17bb2-d15c-4150-be71-8dc7218bd032" style="padding-right: 0px; display: inline; padding-left: 0px; padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-top: 0px"&gt;&lt;div&gt;&lt;object width="425" height="355"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/6dXVmXt84hA&amp;amp;feature=related"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/6dXVmXt84hA&amp;amp;feature=related" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 130%"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: verdana"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;    &lt;br /&gt;Por Jaimeson Champion     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Congresso Sindical Irland&amp;#234;s (ICTU) convocou para o dia 30 de mar&amp;#231;o uma greve geral destinada a obrigar o governo a aceitar o &amp;#8220;Pacto de Solidariedade Social&amp;#8221; proposto pelos sindicatos. O pacto, elaborado pelo movimento sindical, tem dez pontos, incluindo um imposto de 48% sobre todas as pessoas de maior faixa de renda, a propriedade p&amp;#250;blica integral de todos os bancos, uma morat&amp;#243;ria imediata em todas as execu&amp;#231;&amp;#245;es hipotec&amp;#225;rias e amplas medidas de apoio aos trabalhadores desempregados.     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A paralisa&amp;#231;&amp;#227;o nacional foi decidida ap&amp;#243;s uma demonstra&amp;#231;&amp;#227;o de for&amp;#231;a que deixaria orgulhoso James Connolly &amp;#8211; her&amp;#243;i da classe oper&amp;#225;ria irlandesa martirizado no in&amp;#237;cio de s&amp;#233;culo 20 &amp;#8211;, na qual mais de 150.000 manifestantes atenderam o chamado dos sindicatos e tomaram as ruas de Dublim a 21 de fevereiro para expressar as exig&amp;#234;ncias dos trabalhadores.     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os irlandeses evidenciaram sua indigna&amp;#231;&amp;#227;o contra as a&amp;#231;&amp;#245;es &amp;#8211; ou falta de a&amp;#231;&amp;#245;es -- do governo para combater a recess&amp;#227;o econ&amp;#244;mica. Muitos manifestantes denunciaram a proposta oficial de cortes em sal&amp;#225;rios e pens&amp;#245;es, que reduziria a remunera&amp;#231;&amp;#227;o de mais de 350.000 trabalhadores de setor p&amp;#250;blico.     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A secret&amp;#225;ria-geral do ICTU, Sally-Anne Kinahan, declarou que &amp;#8220;nossa prioridade &amp;#233; assegurar a defesa do povo, a defesa dos interesses populares, n&amp;#227;o dos interesses dos grandes neg&amp;#243;cios ou dos ricos&amp;#8221;. (BBC, 21 de fevereiro)     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em toda a Irlanda, h&amp;#225; uma onda de revolta popular cada vez mais forte diante da infinidade de ataques perpetrados contra os trabalhadores e oprimidos. O clamor p&amp;#250;blico contra os patr&amp;#245;es, que est&amp;#227;o cortando milhares de postos de trabalho, os bancos, que continuam a expulsar fam&amp;#237;lias de suas casas, e o governo, que insiste em estabelecer redu&amp;#231;&amp;#245;es draconianas em servi&amp;#231;os vitais, est&amp;#225; agora alcan&amp;#231;ando um n&amp;#237;vel sem precedentes.     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;#8220;H&amp;#225; um sentimento de absoluta indigna&amp;#231;&amp;#227;o pela forma selvagem com que eles est&amp;#227;o atingindo os mais vulner&amp;#225;veis da sociedade&amp;#8221;, afirmou Sheila O&amp;#8217;Shea, professora da rede p&amp;#250;blica que participou da manifesta&amp;#231;&amp;#227;o. (Reuters, 21 de fevereiro)     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: verdana"&gt;OCUPA&amp;#199;&amp;#195;O DA WATERFORD CONTINUA&lt;/span&gt;     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Centenas de trabalhadores continuam a ocupar a f&amp;#225;brica de vidros e cristais Waterford, em Kilbarry. A ocupa&amp;#231;&amp;#227;o, que entrou em sua quinta semana a 1&amp;#186; de mar&amp;#231;o, foi a resposta a uma tentativa de fechar a hist&amp;#243;rica f&amp;#225;brica e seu centro de exposi&amp;#231;&amp;#245;es.     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A empresa Waterford Crystal, fortemente endividada com v&amp;#225;rias institui&amp;#231;&amp;#245;es financeiras transnacionais, estava reduzindo de forma dr&amp;#225;stica a produ&amp;#231;&amp;#227;o, num esfor&amp;#231;o para cortar custos. Quando seguran&amp;#231;as contratados pela Waterford tentaram fechar as instala&amp;#231;&amp;#245;es, a 30 de janeiro, os oper&amp;#225;rios for&amp;#231;aram a entrada, assumiram o controle da f&amp;#225;brica e continuam a ocup&amp;#225;-la at&amp;#233; agora.     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A 27 de fevereiro, foi anunciado que a KPS, firma de investimentos sediada nos Estados Unidos, estava interessada em adquirir a Waterford Crystal. Os oper&amp;#225;rios responderam que a ocupa&amp;#231;&amp;#227;o da f&amp;#225;brica prosseguir&amp;#225; at&amp;#233; que seja conquistada a garantia de emprego a todos os trabalhadores da companhia, independente da poss&amp;#237;vel compra por parte da KPS.     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No in&amp;#237;cio do s&amp;#233;culo passado, James Connolly escreveu ao movimento nacionalista irland&amp;#234;s: &amp;#8220;Se amanh&amp;#227; voc&amp;#234;s removerem o ex&amp;#233;rcito ingl&amp;#234;s e i&amp;#231;arem a bandeira verde no Castelo de Dublim, a menos que comecem a organizar a Rep&amp;#250;blica Socialista, seus esfor&amp;#231;os ser&amp;#227;o em v&amp;#227;o. A Inglaterra ainda governaria voc&amp;#234;s. Governaria atrav&amp;#233;s de seus capitalistas, de seus donos de terras, de seus financistas, atrav&amp;#233;s de um ex&amp;#233;rcito inteiro de institui&amp;#231;&amp;#245;es comerciais e individuais que plantou neste pa&amp;#237;s e regou com as l&amp;#225;grimas de nossas m&amp;#227;es e o sangue de nossos m&amp;#225;rtires&amp;#8221;.     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No amanhecer do s&amp;#233;culo 21, com milhares de trabalhadores irlandeses sendo sumariamente demitidos e destitu&amp;#237;dos de suas pens&amp;#245;es pelas corpora&amp;#231;&amp;#245;es transnacionais para quem foram for&amp;#231;ados a trabalhar, e bilh&amp;#245;es de euros em impostos arrecadados dos trabalhadores irlandeses sendo usados para sustentar bancos como o Anglo Irish Bank e Bank of Ireland, Banco de Anglo e Banco irlandeses da Irlanda, as palavras de Connolly retomam sua for&amp;#231;a.     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o crescente movimento de revide, al&amp;#233;m de representar hoje um desafio direto ao comando dos banqueiros e patr&amp;#245;es da Irlanda, pode oferecer um caminho para o futuro socialista antevisto por Connolly. As centenas de milhares de trabalhadores que saem diariamente &amp;#224;s ruas, nas cidades e aldeias de todo o pa&amp;#237;s, est&amp;#227;o demonstrando que a classe oper&amp;#225;ria irlandesa est&amp;#225; pronta para abrir caminho a uma Irlanda verdadeiramente livre. Enquanto a bandeira tricolor do Estado Livre Irland&amp;#234;s agora tremula sobre o Castelo de Dublim, &amp;#233; a &amp;#8220;Starry Plough&amp;#8221;, o estandarte da classe oper&amp;#225;ria irlandesa, que permanece hasteada com orgulho sobre Waterford Crystal ocupada, simbolizando a Irlanda do futuro.     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: verdana"&gt;&lt;/span&gt;&lt;meta content="text/html; charset=utf-8" equiv="Content-Type" /&gt;&lt;meta content="Word.Document" name="ProgId" /&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 10" name="Generator" /&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 10" name="Originator" /&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CDILAIR%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List" /&gt;&lt;style&gt;&lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:Georgia; 	panose-1:2 4 5 2 5 4 5 2 3 3; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:647 0 0 0 159 0;} @font-face 	{font-family:"Franklin Gothic Medium"; 	panose-1:2 11 6 3 2 1 2 2 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:647 0 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} a:link, span.MsoHyperlink 	{color:blue; 	text-decoration:underline; 	text-underline:single;} a:visited, span.MsoHyperlinkFollowed 	{color:purple; 	text-decoration:underline; 	text-underline:single;} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold; line-height: 150%; font-family: verdana"&gt;Tradu&amp;#231;&amp;#227;o: Dilair Aguiar&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold; line-height: 150%; font-family: verdana"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold; line-height: 150%; font-family: verdana"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: ";"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: verdana"&gt;Fonte: Workers World &lt;span style="font-size: 85%"&gt;(&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 85%"&gt;&lt;a style="font-weight: bold; font-family: verdana" href="http://www.workers.org/2009/world/ireland_0312/"&gt;http://www.workers.org/2009/world/ireland_0312/&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: verdana"&gt;)&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-4728171845373334123?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/4728171845373334123/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=4728171845373334123' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/4728171845373334123'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/4728171845373334123'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2009/03/sindicatos-irlandeses-convocam-greve_12.html' title='Irlanda: Sindicatos convocam greve geral por Pacto de Solidariedade'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-7920096680221427742</id><published>2009-03-12T10:02:00.007-03:00</published><updated>2010-03-27T14:40:57.641-03:00</updated><title type='text'>Irlanda: "Há um modo melhor e mais justo"</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt; &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;Plano para a Recuperação Nacional &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Congresso Sindical Irlandês &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fevereiro de 2009 &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;Introdução&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Congresso tem consistentemente defendido a adoção de um Pacto de Solidariedade Social como um caminho melhor e mais justo para a recuperação nacional. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A 28 de janeiro, o Congresso, Governo e empregadores acertaram a minuta de um Acordo Estrutural, que serviria de base a discussões mais detalhadas a respeito de um Plano de Recuperação Nacional. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Acordo Estrutural comprometia todas as partes com um plano no qual “todos os setores da sociedade contribuam de acordo com sua capacidade (...) e os mais vulneráveis, de baixos salários, desempregados e pensionistas da previdência social sejam preservados dos piores efeitos da recessão”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o Governo não honrou o compromisso, cuja meta era nada menos que dar uma resposta coerente a todas as maiores questões enfrentadas pelas famílias trabalhadoras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao invés, voltou-se a um enfoque estreito nas finanças públicas – sem buscar uma contribuição por parte dos ricos. Seu objetivo é alcançar uma desvalorização competitiva dos salários, à medida que não estamos mais em posição de desvalorizar a moeda. Ironicamente, uma desvalorização cambial seria mais eqüitativa, pois reduziria os padrões de vida de todos, e não somente dos trabalhadores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Congresso permanece comprometido com o conceito de um Pacto de Solidariedade Social e aqui apresentamos 10 iniciativas essenciais que, acreditamos, devem fazer parte de tal plano ou acordo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossa opção preferencial seria a de nos engajarmos com todas as demais partes nestas iniciativas, mas, se não for possível, iniciaremos uma grande campanha para alcançar uma mudança na política, começando com manifestações nacionais a 21 de fevereiro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;1. Protegendo Empregos &amp;amp; Detendo o Desemprego&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nosso sistema de previdência social deve ser radicalmente alterado e integrado com capacitação, educação e treinamento.  Em vários países europeus, trabalhadores desempregados têm garantidos 80% de seus salários durante dois anos, sob a condição de participarem de programas de treinamento e recapacitação. Os empregadores são também auxiliados a identificar alternativas às demissões, como a redução da jornada semanal de trabalho e outros arranjos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um esquema semelhante, adaptado às condições irlandesas, podia ser financiado através da combinação dos presentes gastos em benefícios, com subsídios adicionais por parte do Programa de Capital Público (PCP).  Esta abordagem seria complementada pela reorientação das prioridades do PCP para ações de preservação de empregos e de trabalho intensivo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;2. O Sistema Bancário &amp;amp; o Interesse Público&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Programa de Recapitalização dos Bancos envolve a entrega de € 7 bilhões de recursos públicos, do Fundo de Reserva de Pensões, para as mesmas pessoas que comandaram o colapso. A recusa delas em abrir mão de seus imensos salários e gratificações constitui uma eloqüente mostra de seu desprezo pelos contribuintes. Esses € 7 bilhões não devem desaparecer pelo ralo e uma única consideração – o interesse público – deve pautar as decisões do Governo neste assunto crucial.  E, levando em consideração tudo o que emergiu a respeito da conduta dos altos executivos dos bancos, exigimos uma completa revisão do Gerenciamento Corporativo e indicações claras de que a má administração será punida. O apoio ao sistema bancário deveria ser condicionado por: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Controle público, através da Recapitalização ou Nacionalização; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Obrigação, estabelecida por lei, de proporcionar apoio à inovação e desenvolvimento na economia, junto a crédito e apoio à capitalização de negócios provadamente críticos para a preservação ou geração de empregos; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Troca de todos os altos executivos responsáveis pela crise, nos bancos relevantes; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Corte da remuneração de todas as origens para os primeiros escalões; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Moratória de três anos nos despejos residenciais, quando os moradores não possam pagar devido a cortes ou demissões não justificadas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;3. Competitividade&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da ausência de um sistema bancário que funcione corretamente, a ameaça mais imediata à nossa competitividade vem da debilidade da moeda, não dos custos salariais. Ela é responsável por dois terços da deterioração dos últimos meses. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As tarifas da energia devem ser reduzidas, e o único impedimento para isto é o absurdo regime regulatório, que empurrou os preços para cima de forma a garantir lucro às empresas privadas do setor. Somado às falhas em nossa infra-estrutura de transmissão – subseqüentes à privatização da Eircom –, isto demonstra a  crítica importância da intervenção estratégica do Estado na economia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O custo de vida na Irlanda está cerca de 20% acima da média européia. O não repasse dos ganhos produzidos pelo enfraquecimento da moeda e as elevadas comissões profissionais constituem um injustificável dreno na competitividade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;4. O Acordo de Pagamentos&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Congresso continua comprometido com o Acordo de Parceria Social.  O Governo, a CIF (Construction Industry Federation – Federação da Indústria da Construção) e o IBEC (Irish Business And Employers Confederation – Confederação de Empregadores e Negócios da Irlanda), na prática, renegam agora o acordo de pagamentos que negociaram em setembro de 2008.  Ainda assim, um significativo número de companhias do setor privado pagou a primeira fase do acordo, e outras se comprometeram a fazê-lo. Nenhuma razão plausível foi dada para explicar porquê a cláusula de “incapacidade de pagamento” não foi utilizada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto constitui nada menos que uma campanha contra os salários, como alternativa a uma desvalorização cambial, para promover a competitividade.  Mas, pelo estado da economia global, é pouco provável que a desvalorização salarial tenha muito impacto sobre as exportações, embora esta deprima seriamente a demanda interna. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, nenhuma política de renda terá credibilidade a menos que seja reduzida a remuneração dos altos executivos empresariais, como aconteceu nos EUA. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;5. Justiça &amp;amp; Tributação&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Acordo Estrutural inclui compromissos sobre medidas de tributação justa e progressiva. Mas o Governo deve dizer o que isto significa em prática.  Quanto do déficit de  € 2 bilhões será coberto pelos mais ricos do país? Acreditamos que as seguintes reformas devem ser introduzidas: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.  A renda de todas as origens – capital e trabalho – deve ser tributada de forma igual; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.  Os “tax exiles” (pessoas que se transferem a outros países para evitar impostos) devem permanecer fora, caso não queiram ser tributados aqui; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.  Deduções tributárias sem retorno econômico comprovado para a sociedade devem ser extintas; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.  Um imposto sobre bens imóveis deve ser aplicado a todas as propriedades, com exceção dos imóveis de moradia; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5.  A taxação sobre altos rendimentos (acima de € 100.000) deve ser incrementada significativamente; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6.  Uma nova alíquota do imposto de renda, de 48%, deve ser criada para os rendimentos mais elevados; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7.  Fim do projeto de reforma hospitalar, com seus generosos benefícios tributários para a iniciativa privada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;6. Restabelecendo a Confiança do Consumidor&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O “boom” do setor imobiliário encorajou níveis insustentáveis de crédito e despesas.  A situação se reverteu, e agora a população teme gastar. Este medo está paralisando a economia, pois as pessoas estão preocupadas com o desemprego, pensões e despejos de suas casas.  Como quase metade do nosso PIB provém dos gastos do consumidor, isto tem implicações enormes. Enfraquece o nível de emprego e põe em risco a sobrevivência dos negócios.  O Estado também perde receita tributária. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É imperativo que o temor da população seja tratado.  As fracassadas políticas de proteção aos ricos, enquanto as famílias trabalhadoras são obrigadas a pagar pela crise, já levaram a uma retração do consumo sem paralelo em outras partes da Europa. As vendas irlandesas no varejo têm caído em uma taxa anual de 8%, em comparação à media de um a dois por cento na União Européia. Os recentes aumentos no imposto sobre valor agregado apenas exacerbaram o problema. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até o momento, na prática a política tem sido quase exclusivamente deflacionária. Seguramente, a opção mais sensata não seria estimular a economia, ao invés de conter gastos e o crescimento? Com este fim, todas as partes devem agora voltar à mesa de negociações para definir uma resolução sobre o Acordo Nacional de Pagamentos, proporcionando à população alguma confiança a respeito do futuro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;7. A ‘Cobrança sobre Pensões’ do Serviço Público&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Admitimos que existe uma crise nas finanças públicas. O Governo deve voltar ao Acordo Estrutural de 28 de janeiro. Este reconhece a necessidade de medidas radicais para colocar sob controle as finanças públicas, tendo como base que todas as partes contribuam segundo sua capacidade de fazê-lo. Enquanto isso não ocorrer, não haverá  plano sustentável para a recuperação nacional. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A denominada “Cobrança sobre Pensões do Serviço Público” é um instrumento grosseiro e injusto.  Da forma como está estruturada atualmente, constitui um corte direto nos pagamentos.  Não leva em conta a capacidade de pagar. Ao contrário, setores de baixa renda pagam proporcionalmente mais que as faixas de rendimentos elevados. Além de se tentar reparar as finanças públicas sem onerar os mais ricos em um centavo, é também parte de uma estratégia para reduzir os salários em toda a economia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os trabalhadores não criaram o problema, mas contribuirão para solucioná-lo – desde que os ricos também o façam. O problema com o caminho atualmente seguido pelo Governo e entidades de empregadores é que o mais fraco sofre, enquanto o rico em nada contribui. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;8. Pensões&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pensões de setor privado estão em crise e há crescentes dúvidas sobre a viabilidade a longo prazo de numerosos fundos de pensão. O Governo não pode ficar inativo e permitir que as pessoas saiam com nada, após terem trabalhado e contribuído a um fundo por até 40 anos.  O caso da Waterford Crystal é exemplo disso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Congresso quer que o Fundo Nacional de Reserva de Pensões seja usado como um Fundo de Proteção de Pensões – tal como a legislação da EU determina que façamos. Não passou desapercebida entre a população a relutância governamental em utilizá-lo para tal propósito, ao contrário do que acontece quando se trata de amparar os bancos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outras inovações sugeridas pelo Congresso incluem um tipo de pensão anual com garantia estatal e a possibilidade de que os fundos de pensão privados entreguem voluntariamente seus ativos ao Estado, em troca de um certo nível de garantias às pensões. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;9. Legislação de Direitos Trabalhistas&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em A caminho de 2016, o Governo se comprometeu a sancionar um pacote de leis para proteger os direitos de todos os trabalhadores, no contexto da ampliação da UE. O objetivo é interromper a exploração dos trabalhadores, não importando a nacionalidade. Os recentes acontecimentos no Reino Unido demonstram a necessidade de que esta legislação seja rapidamente promulgada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;10.  Títulos de Recuperação Nacional &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É óbvio que a população está ansiosa para contribuir à recuperação nacional. Esta disposição poderia ser canalizada positivamente através da criação de Títulos de Recuperação Nacional. Embora tenhamos um volume suficiente de empréstimos para o futuro imediato, o Estado terá presumivelmente de captar mais recursos no próximo ano. Com o aumento do custo dos empréstimos, os Títulos de Recuperação Nacional domésticos poderiam economizar muito dinheiro ao Tesouro Público. Poderiam também ser direcionados a setores específicos, como a construção de escolas ou o transporte público, para que a população possa ver resultados tangíveis. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 10"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 10"&gt;&lt;link style="font-family: verdana; font-weight: bold;" rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CDILAIR%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:Georgia; 	panose-1:2 4 5 2 5 4 5 2 3 3; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:647 0 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} a:link, span.MsoHyperlink 	{color:blue; 	text-decoration:underline; 	text-underline:single;} a:visited, span.MsoHyperlinkFollowed 	{color:purple; 	text-decoration:underline; 	text-underline:single;} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman";} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; font-family: verdana; font-weight: bold;"&gt;Tradução: Dilair Aguiar &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; font-family: verdana; font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; font-family: verdana; font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="line-height: 150%;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte: Congresso Sindical Irlandês&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;(&lt;a href="http://www.ictu.ie/publications/fulllist/there_is_a_better_fairer_waydoc/"&gt;http://www.ictu.ie/publications/fulllist/there_is_a_better_fairer_waydoc/&lt;/a&gt;)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-7920096680221427742?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/7920096680221427742/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=7920096680221427742' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/7920096680221427742'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/7920096680221427742'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2009/03/ha-um-modo-melhor-e-mais-justo-plano_12.html' title='Irlanda: &quot;Há um modo melhor e mais justo&quot;'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5095185023131104390.post-625028492675923879</id><published>2009-03-12T09:48:00.006-03:00</published><updated>2010-03-27T14:42:04.168-03:00</updated><title type='text'>Guadalupe: Greve geral conquista grande vitória</title><content type='html'>&lt;meta content="text/html; charset=utf-8" equiv="Content-Type" /&gt;&lt;meta content="Word.Document" name="ProgId" /&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 10" name="Generator" /&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 10" name="Originator" /&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CDILAIR%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List" /&gt;&lt;style&gt;&lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:Georgia; 	panose-1:2 4 5 2 5 4 5 2 3 3; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:647 0 0 0 159 0;} @font-face 	{font-family:"Franklin Gothic Medium"; 	panose-1:2 11 6 3 2 1 2 2 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:647 0 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} a:link, span.MsoHyperlink 	{color:blue; 	text-decoration:underline; 	text-underline:single;} a:visited, span.MsoHyperlinkFollowed 	{color:purple; 	text-decoration:underline; 	text-underline:single;} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:35.4pt; 	mso-footer-margin:35.4pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="line-height: 150%; font-family: ";font-size:14;"&gt;&lt;span style="font-size: 130%"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: verdana"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="line-height: 150%; font-family: ";font-size:14;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="padding-right: 0cm; padding-left: 0cm; padding-bottom: 1pt; border-top-style: none; padding-top: 0cm; border-right-style: none; border-left-style: none; border-bottom-style: solid"&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="border-right: medium none; padding-right: 0cm; border-top: medium none; padding-left: 0cm; padding-bottom: 0cm; border-left: medium none; line-height: 150%; padding-top: 0cm; border-bottom: medium none"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;       &lt;div class="wlWriterSmartContent" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:fb083aa0-7726-4e10-ac28-b2983ec58d7b" style="padding-right: 20px; display: inline; padding-left: 5px; float: left; padding-bottom: 5px; margin: 0px; padding-top: 5px"&gt;&lt;div&gt;&lt;object width="425" height="355"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/bep_Oq0IkYE&amp;amp;feature=related"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/bep_Oq0IkYE&amp;amp;feature=related" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;Uma greve geral mantida durante seis semanas na ilha caribenha de Guadalupe foi encerrada dia 4 de mar&amp;#231;o com um acordo entre sindicatos e o governo. O acordo atende as reivindica&amp;#231;&amp;#245;es de um reajuste de 200 euros mensais para os sal&amp;#225;rios mais baixos e congela os pre&amp;#231;os de dezenas de produtos, para reduzir o custo de vida. &amp;#8220;Fizemos grandes avan&amp;#231;os em muitas &amp;#225;reas e v&amp;#225;rias coisas ser&amp;#227;o acertadas nas pr&amp;#243;ximas semanas,&amp;#8221; comentou um dirigente sindical.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="border-right: medium none; padding-right: 0cm; border-top: medium none; padding-left: 0cm; padding-bottom: 0cm; border-left: medium none; line-height: 150%; padding-top: 0cm; border-bottom: medium none"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="border-right: medium none; padding-right: 0cm; border-top: medium none; padding-left: 0cm; padding-bottom: 0cm; border-left: medium none; line-height: 150%; padding-top: 0cm; border-bottom: medium none"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="border-right: medium none; padding-right: 0cm; border-top: medium none; padding-left: 0cm; padding-bottom: 0cm; border-left: medium none; line-height: 150%; padding-top: 0cm; border-bottom: medium none"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="border-right: medium none; padding-right: 0cm; border-top: medium none; padding-left: 0cm; padding-bottom: 0cm; border-left: medium none; line-height: 150%; padding-top: 0cm; border-bottom: medium none"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;5 de mar&amp;#231;o de 2009&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="line-height: 150%; font-family: ";font-size:14;"&gt;&lt;span style="font-size: 130%"&gt;&lt;span style="font-family: verdana"&gt;         &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="line-height: 150%; font-family: ";font-size:14;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-size: 130%"&gt;&lt;span style="font-family: verdana"&gt;E AGORA, GUADALUPE?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="line-height: 150%; font-family: ";font-size:14;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;BBCCaribbean.com&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;       &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;Dirigentes sindicais de Guadalupe concordaram em encerrar uma greve geral de 44 dias, mas como curar a curto prazo as feridas deixadas pelo conflito?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;A Liga contra a Explora&amp;#231;&amp;#227;o (LKP), formada por sindicatos e organiza&amp;#231;&amp;#245;es de esquerda, assinou o acordo com representantes do governo franc&amp;#234;s e das empresas de Guadalupe, reajustando os sal&amp;#225;rios e baixando os pre&amp;#231;os de produtos de primeira necessidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;A greve exp&amp;#244;s a tens&amp;#227;o subjacente entre os trabalhadores da ilha e uma minoria branca e rica, parte dela descendente de colonos do per&amp;#237;odo escravista. E tamb&amp;#233;m levou o presidente franc&amp;#234;s Nicholas Sarkozy a ordenar uma revis&amp;#227;o de como os territ&amp;#243;rios ultramarinos da Fran&amp;#231;a est&amp;#227;o sendo administrados. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;Para o j&amp;#225; impopular Sarkozy, a agita&amp;#231;&amp;#227;o caribenha representa um s&amp;#233;rio desafio. A Fran&amp;#231;a est&amp;#225; acostumada a greves e inquieta&amp;#231;&amp;#245;es &amp;#233;tnicas em seu territ&amp;#243;rio europeu, mas os carros incendiados e lojas depredadas em suas ilhas mais remotas est&amp;#227;o inflamando as preocupa&amp;#231;&amp;#245;es sobre outros departamentos ultramarinos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%" face="verdana"&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%" face="verdana"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%" face="verdana"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold; line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: ";"&gt;&lt;span style="font-family: verdana"&gt;ELITE RICA&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold; line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: ";"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold; line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;A greve levantou inc&amp;#244;modas quest&amp;#245;es sobre ra&amp;#231;a, os esfor&amp;#231;os da Fran&amp;#231;a para se definir diante do s&amp;#233;culo 21 e a heran&amp;#231;a deixada por seu antes poderoso imp&amp;#233;rio, que engloba territ&amp;#243;rios desde o norte do Atl&amp;#226;ntico ao Caribe at&amp;#233; o sul do Pac&amp;#237;fico. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;Embora fa&amp;#231;a oficialmente parte da Fran&amp;#231;a e da Uni&amp;#227;o Europ&amp;#233;ia, Guadalupe &amp;#233; um dos mais pobres cantos do territ&amp;#243;rio nacional franc&amp;#234;s, com 23% de desempregados, &lt;span&gt;&lt;/span&gt;mais do dobro da taxa continental, e um elevado custo de vida. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;Alguns moradores da ilha afirmam que a elite branca e rica estava manipulando importa&amp;#231;&amp;#245;es e pre&amp;#231;os. Dirigentes do setor privado negam as a&amp;#231;&amp;#245;es especulativas, advertindo que as reivindica&amp;#231;&amp;#245;es salariais da LKP ter&amp;#227;o como resultado mais demiss&amp;#245;es em uma regi&amp;#227;o j&amp;#225; muito dependente de subs&amp;#237;dios estatais e de empregos no setor p&amp;#250;blico.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;O movimento paralisou primeiro Guadalupe e depois a Martinica e, em v&amp;#225;rias ocasi&amp;#245;es, houve explos&amp;#245;es de viol&amp;#234;ncia. H&amp;#225; duas semanas, o dirigente sindical Jacques Bino foi morto a tiros durante um conflito em uma barricada em Pointe-a-Pitre, principal cidade da ilha. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;Centenas de policiais foram enviados da Fran&amp;#231;a nas &amp;#250;ltimas semanas para dar apoio &amp;#224;s for&amp;#231;as de seguran&amp;#231;a locais e ajudar a restabelecer a ordem. Dezenas de participantes dos protestos foram detidos desde o in&amp;#237;cio da greve. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: ";"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: ";"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: verdana"&gt;AS CONVERSA&amp;#199;&amp;#213;ES PROSSEGUEM&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;O acordo de 4 de mar&amp;#231;o cobre uma extensa pauta, como o pre&amp;#231;o do p&amp;#227;o, a contrata&amp;#231;&amp;#227;o de professores e a redu&amp;#231;&amp;#227;o das tarifas a&amp;#233;reas. O ponto mais importante foi o reajuste salarial de 200 euros mensais para os trabalhadores de baixa renda.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;Os pre&amp;#231;os em Guadalupe e Martinica s&amp;#227;o em geral mais elevados, e os sal&amp;#225;rios mais baixos, em compara&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#224; Fran&amp;#231;a continental. O desemprego &amp;#233; duas vezes mais alto, e o PIB por habitante corresponde &amp;#224; metade. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;As partes envolvidas continuar&amp;#227;o as negocia&amp;#231;&amp;#245;es sobre as demais exig&amp;#234;ncias dos sindicatos &amp;#8211; incluindo a redu&amp;#231;&amp;#227;o dos pre&amp;#231;os de 54 bens essenciais. As negocia&amp;#231;&amp;#245;es tamb&amp;#233;m prosseguem na Martinica, palco de uma greve semelhante.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;O prefeito de Guadalupe Nicolas Desforges, o mais alto representante do Estado franc&amp;#234;s, qualificou o acordo de um &amp;#8220;novo ponto de partida&amp;#8221; para a ilha. &amp;#8220;Este &amp;#233; um momento importante,&amp;#8221; afirmou. &amp;#8220;(Guadalupe) deve voltar a trabalhar amanh&amp;#227;. &amp;#201; preciso recuperar o atraso&amp;#8221;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;&amp;#8220;Deve-se trabalhar duas vezes mais porque, para que se pague os 200 euros adicionais, &amp;#233; necess&amp;#225;rio empresas para pagar essa quantia e, para pag&amp;#225;-la, elas precisam prosperar e, para que prosperem, eles devem trabalhar&amp;#8221;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: ";"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold; line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: ";"&gt;&lt;span style="font-family: verdana"&gt;EXIG&amp;#202;NCIAS &amp;#8216;JUSTIFICADAS&amp;#8217;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: ";"&gt;&lt;span style="font-family: verdana"&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;O l&amp;#237;der da LKP, Elie Domota, alertou por&amp;#233;m que os sindicatos poder&amp;#227;o retomar a paralisa&amp;#231;&amp;#227;o se o governo ou as empresas voltarem atr&amp;#225;s em suas promessas. &amp;#8220;Isto significa que retornaremos ao trabalho, mas continuaremos mobilizados pelos pr&amp;#243;ximos dias e semanas&amp;#8221;, assegurou. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;Os problemas nas ilhas tamb&amp;#233;m repercutiram entre a opini&amp;#227;o p&amp;#250;blica da Fran&amp;#231;a continental, de forma desfavor&amp;#225;vel a Sarkozy. Em recente pesquisa feita pela BVA/Orange, 78% dos entrevistados consideraram &amp;#8220;justificadas&amp;#8221; as revindica&amp;#231;&amp;#245;es dos grevistas de Guadalupe.      &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: ";"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: ";"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: verdana"&gt;E QUANTO AO FUTURO?&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;&amp;#8220;Al&amp;#233;m das negocia&amp;#231;&amp;#245;es de praxe, Paris ter&amp;#225; de enfrentar uma quest&amp;#227;o muito mais complexa, que &amp;#233; a substancial perda de confian&amp;#231;a &amp;#8211; talvez irrevers&amp;#237;vel &amp;#8211; que est&amp;#225; ocorrendo nos territ&amp;#243;rios ultramarinos&amp;#8221;, observou Romain Le Cour Grandmaison em uma an&amp;#225;lise feita para o Conselho de Assuntos Hemisf&amp;#233;ricos, entidade sediada em Washington. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;&amp;#8220;A popula&amp;#231;&amp;#227;o de Guadalupe se sente profundamente insultada e est&amp;#225; &amp;#224; espera de gestos e medidas muito fortes&amp;#8221;, ressaltou. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;Especialistas tamb&amp;#233;m acreditam que as alternativas para os problemas caribenhos repercutir&amp;#227;o nos n&amp;#250;cleos habitacionais perif&amp;#233;ricos da Fran&amp;#231;a continental, onde a discrimina&amp;#231;&amp;#227;o e o desemprego levaram &amp;#224;s revoltas de 2005, promovidas em grande parte por jovens negros e &amp;#225;rabes. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;&amp;#8220;Como a Fran&amp;#231;a lidar&amp;#225; &amp;#8211; ou n&amp;#227;o saber&amp;#225; lidar, ou lidar&amp;#225; de maneira errada &amp;#8211; com sua heran&amp;#231;a colonial, &amp;#233; a quest&amp;#227;o que afetar&amp;#225; as periferias da Fran&amp;#231;a&amp;#8221;, disse Michel Giraud, pesquisador do Centro Nacional de Pesquisas Cient&amp;#237;ficas em Paris.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-family: georgia"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%" face="verdana"&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%" face="verdana"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold; line-height: 150%; font-family: verdana"&gt;&lt;span&gt;Tradu&amp;#231;&amp;#227;o: Dilair Aguiar&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold; line-height: 150%; font-family: verdana"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold; line-height: 150%; font-family: verdana"&gt;&lt;span&gt;&lt;o:p&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold; line-height: 150%; font-family: verdana"&gt;&lt;span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="font-weight: bold; line-height: 150%; font-family: verdana"&gt;&lt;span&gt;Fonte: Conselho sobre Assuntos Hemisf&amp;#233;ricos &lt;span style="font-size: 85%"&gt;(&lt;span style="text-decoration: underline"&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.coha.org/2009/03/what-next-for-guadeloupe/"&gt;http://www.coha.org/2009/03/what-next-for-guadeloupe/)&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: ";"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5095185023131104390-625028492675923879?l=mundodostrabalhadores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/feeds/625028492675923879/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5095185023131104390&amp;postID=625028492675923879' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/625028492675923879'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5095185023131104390/posts/default/625028492675923879'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundodostrabalhadores.blogspot.com/2009/03/normal-0-21-microsoftinternetexplorer4_12.html' title='Guadalupe: Greve geral conquista grande vitória'/><author><name>Alípio Freire</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='30' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_e-0uHSw4OjQ/S1ZCLJAtkUI/AAAAAAAADFw/JGHG-yh9nQI/S220/dilair.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
